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28 de abril de 2013

Mulheres e romance


Toda mulher gosta de romance, e isso é fato. Podem existir aquelas radicalistas dizendo que isso é coisa de   menininha e tudo mais, mas no fundo, bem que ela gostaria de algo mandado ou feito por alguém que a ama.
Não faço o tipo de romântica jurada de pé junto e nem quero focar no tal "mimimi", mas digamos que assim como qualquer coisa na vida, gosto de balancear e gosto de livros que cantam o amor de uma forma açucarada que me faz até ficar "enjoada" de vez em quando.

Um relacionamento deve ter dose de um pouco de tudo, inclusive de romance e somente pelo fato da mulher precisar dele. Mesmo que ela diga que não seja romântica. Mesmo que ela não ligue para rosas vermelhas numa data especial; mesmo que ela não ligue de usar aliança, ou não se importe em ganhar presentes sempre; mesmo que ela negue até o último fio cabelo dela, que 'assim tá tudo bem'. Uma demonstração pública de afeto, um mimo, um agrado, um pequeno texto ou uma pequena mensagem dizendo que a ama pode ser o suficiente. Uma braço, um beijo na nuca, um sorriso. Para ser romântico, você não precisa de muito. As melhores coisas, como sempre dizem, são as mais simples e são coisas que marcam. Ela quer se sentir especial.
De que adianta fazer isso no começo do relacionamento, e depois que o tempo passa, se esquecer de tudo? De que adianta negar certas coisas quando ela, aquela que você diz "é só minha namorada/mulher" e diz que ela te enche o saco o dia todo, ficou do seu lado mesmo quando as coisas não estavam legais, nos piores momentos de sua vida? De que adianta você fazer pose de machão e esquecer de tratar um pouco melhor aquela que daria o mundo por você? Ela não te enche o saco, meu amigo, ela se importa demais com você. Perceba isso. Um dia, ela pode cansar, sentir a necessidade de ter alguém melhor ao lado dela e vai buscar isso fora de livros de romance.

Libertem-se! A mulher pode ser independente e mostrar porque lutaram e queimaram os sutiãs lá na praça anos atrás... mas elas, e eu também, gostamos de nos sentir protegidas, gostamos de algo que demonstre o que você realmente sente. Surpreenda-a, como ela às vezes faz com você. Saia dessa pose, mostre-se verdadeira e amorosamente. Ela é muito mais do que aquela que você diz que "só é minha namorada/mulher, só me enche o saco".

13 de junho de 2012

Resultado da promoção "@mor e o dia dos namorados"!

Boa dia, peoplee!
Como vocês estão?

Olha, eu estou surtando por estar sem computador... não vejo a hora que tudo volte ao normal. Mas enquanto isso não acontece, vou ficar estudando, porque né...
Porém, para não deixar vocês curiosos demais, dei uma escapadinha e consegui fazer o sorteio do livro @mor, da Suma de Letras, aqui no PC do estágio. #segredo =X

E a sortuda da vez foi...


Parabéns, Sônia!
Para conferir o resultado pelo Rafflecopter, só clicar aqui.

Para os que não foram sorteados, não fiquem tristes! Ainda tem a promoção de 800 curtidas rolando. E logo mais, terá uma super promoção com uma participação especial :)

Beijos e até mais! :*

22 de maio de 2012

Resenha: @mor - Daniel Glattauer

@mor 
Autor: Daniel Glattauer
Editora: Suma de Letras
Páginas: 188

Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner, Ela pe casada; ele ainda está digerindo o fracasso de seu último relacionamento - e nada como a curiosidade, instigada por frases bem-encadeadas numa caixa postal eletrônica, para que os dois se esqueçam dos obstáculos e sejam impelidos a marcarem um encontro. Mas a expectativa é uma faca de dois gumes, trazendo o medo de que a realidade não esteja à altura da fantasia. Este romance de estreia de Daniel Glattauer, campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, explora, o ambiente so século XXI, sentimentos compartilhados por amantes de todas as gerações.


  Esse livro passou na frente de muitos da minha lista, porque desde que recebi ele da Suma de Letras, eu estava SUPER curiosa para saber da história. E vou confessar, nesses tempos e pra quem vive no computador (que nem eu eu hehe) é "fácil" ver as pessoas tentando encontrar um amor através desse meio. Posso dizer, que senti um carinho enorme por esse livro, porque vivenciei uma história parecida... bem parecida, mas não era por meio de e-mails, e sim por tweets (!!). Com as certezas e inseguraças, duvidas e tudo o que temos direto. Pois é, essa é um pouco da minha história com o Tico.

  A história do livro que tem um quê de tudo. Ou melhor, é um pacote que vem tudo com o Amor: saudades, insegurança, ciúmes, paixão, desejo...
  Ela começa quando Emmi tenta cancelar sua assinatura da revista Like, mas por engano, ela acaba errando o e-mail e este vai parar na caixa de entrada de Leo. E depois de mais um erro de Emmi, e de uma mensagem tão vaga desejando boas festas de fim de ano, ela e Leo começam a trocar e-mails. Dias, tardes, noites, madrugadas regadas à vinho, solidão e vontade de estar perto, não havia hora para Emmi e Leo. A vontade intensa de se ver, de conhecer o mistério. Descrição de detalhes sobre a vida, a criação de uma vida virtual e paralela, já que na realidade, Leo era só um professor de Linguística (♥) e pesquisador, já Emmi era casada e com dois filhos (que vieram com o marido). Ela era feliz no casamento; ele tinha medo de se envolver com alguém que não fosse compatível. Mas eles sentiam falta um do outro, precisavam um do outro. Os "bom dia" e "boa noite" se tornaram horas de conversas a fio. Mas, uma relação baseada por mensagens eletrônicas e num mundo virtual tende a se tornar cansativa e o futuro depende somente de uma decisão que poderá mudar  a vida deles: continuar com o e-mails, parar com os e-mails... ou então se encontrar. Mas, se encontrar faria tudo perder a graça?

  A narração do livro é feita por e-mails (jura?), contando os dias, horas, minutos ou segundos de quando um ou outro responderam. É de leitura bem rápida por ter uma linguagem simples. Mas uma coisa que me "incomodou", se posso dizer assim, é a passagem do tempo: fiquei perdida em alguns pontos. E acho, também, que os personagens se gostaram em muito pouco tempo, e, em alguns pontos, a história poderia ser melhor descrita. Mas, pode ser que o autor queria passar isso mesmo e mostrar que esses relacionamentos que acontecem pelas redes sociais são "apressados". Mas claro, são só detalhes. A história é ótima e bem envolvente. Um livro bem simples, com uma capa bem simples, mas com um conteúdo - romance - lindo, mesmo eu esperando um outro final... Só lendo mesmo para saber o que acontece. :P



14 de maio de 2012

Promoção "@mor e o dia dos namorados!"

Boa noite, pessoal!
Espero que estejam bem!

Como vocês sabem, os dia dos namorados está aí, e nada melhor que um bom livro para presentear alguém ou... se presentar (caso você não esteja namorando!). Então, em parceria com a editora Suma de Letras, o Stuck on Them irá sortear um exemplar de @mor, do Daniel Glattauer.


3 de maio de 2012

News #39 - Lançamento Suma de Letras

E a novidade do mês de maio da Editora Suma de Letras , é o livro @mor, do Daniel Glattauer, que vai ser lançado esse mês e que poderá se encontrado na livrarias! 


Sinopse: "Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Leo Leike, ainda digerindo o fracasso de seu último relacionamento, responde de forma espirituosa a duas mensagens enviadas por engano por Emmi Rothner, casada. Inicialmente, ela só queria cancelar uma assinatura de revista. Depois, inclui Leo por engano entre os destinatários de um e-mail de boas festas. Na terceira troca de e-mails, o mal-entendido dá lugar à atração mútua, reforçada pelo fato de um nunca ter visto o outro. Nada como a curiosidade instigada por frases bem encadeadas chegando a intervalos regulares numa caixa postal eletrônica para que os dois se esqueçam dos possíveis impedimentos. A cada dia, Leo e Emmi se sentem mais impelidos a marcarem um encontro. Após trocas contínuas de mensagens, está claro para ambos que o marido dela e as feridas emocionais dele não serão obstáculos para que marquem um encontro. O único obstáculo real é a insegurança de ambos quanto à transformação da fantasia em realidade. A expectativa é uma faca de dois gumes e a realidade pode não estar à altura. A tradição dos romances epistolares, compostos exclusivamente de trocas de cartas, é antiga na literatura ocidental. O primeiro livro com estas características, o espanhol Prisão de amor, de Diego de San Pedro, data de 1485. No século 18, o gênero se tornou popular, com clássicos como Ligações perigosas, de Choderlos de Laclos, Clarissa, de Samuel Richardson, e O sofrimento do jovem Werther, de Johann Wolfgang von Goethe. O austríaco Daniel Glattauer dá nova vida à tradição epistolar em @mor, primeiro de dois romances que exploram um relacionamento sustentado basicamente em trocas de e-mails. Romance de estreia de Glattauer e campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, o livro explora, sob roupagem moderna, sentimentos familiares a amantes de todas as gerações."






Estou super ansiosa para esse lançamento! E vocês?
Beijos! :*

4 de outubro de 2011

Coisas alheias #15

Vento úmido da manhã. Eu estava alheia de coisas necessárias. De coisas que eu precisava fazer nessa manhã. Olhava para a janela, como se eu fosse receber um sinal. Mesmo com o sol insistente, aquele vento fazia eu abraçar-me e olhar ao redor. Sentia falta de você. Imensa e irrevogavelmente. Às vezes parecia que eu amava por um, dois, três, ou quatro pessoas. Ou até mais. Era aquele amor grande, enorme, imenso. Não cabia no meu peito. E doía, ah como doía. Olhava as andorinhas brincando no ar, dançando com o vento junto com as folhas das árvores. 'O amor é como o vento, não podemos vê-lo mas podemos senti-lo'...
Só daria um segundo de minha vida, para que muitas coisas pudessem voltar ao tempo. Um segundo que se repetisse incansavelmente, para que você vivesse ao meu lado. Para que essa ausência e esse frio que me acompanham fossem embora, para que eu deixasse de ser uma criança amedrontada com medo do escuro por causa dos monstros que há dentro do armário.

1 de outubro de 2011

Music for my Soul #5

Olá, minha gente :)
Hoje terá um post especial! Dei espaço pra minha amiga Giovana, que foi ao show do Red Hot Chilli Peppers (em São Paulo e no Rock in Rio) e é fã fanática dos caras. Ela fez uma resenha pra postar aqui.
Sem mais delongas, vamos conferir :D

SHOW EM SÃO PAULO – 21/09/2011


Vinte e um de setembro de dois mil e onze. Meu dia começou às 4 horas da manhã, quando acordei, tomei banho e me arrumei para pegar o ônibus rumo à São Paulo que sairia de Araraquara às 5h30. Meu irmão me levou até a rodoviária, e lembro que fiquei com um aperto muito grande no coração, porque era a primeira vez que eu viajaria completamente sozinha e também voltaria sozinha, sem ter um lugar para ficar e só com algumas coisas de comer na mochila e 100 reais no bolso.
Após quatro horas de viagem e cerca de meia hora de trânsito, finalmente cheguei à rodoviária do Tietê, onde encontrei minha amiga Aline e juntas pegamos um táxi para a Arena Anhembi, local onde aconteceria o show. Logo que chegamos, tivemos de nos separar, pois ela iria na pista Premium e eu na pista comum, e as filas dos dois setores ficaram em locais opostos. Apenas não fiquei sozinha porque, tão logo cheguei, já encontrei meu amigo Wellington e o amigo dele, Carlos, que estavam guardando lugar para mim bem no comecinho da fila, uma vez que eles estavam lá desde as seis da manhã (eu cheguei ao local por volta das dez da manhã).
Algum tempo depois, minha outra amiga, Raquel, chegou ao local com o amigo dela, Maurício, que acabou virando meu amigão também, e vocês vão saber por que logo mais. Ele também foi para a fila da pista Premium e ela ficou na pista comum comigo. A espera para a abertura dos portões durou apenas seis horas; isso porque eles abriram os portões duas horas antes do que era previsto: deveriam ter aberto às 18h00 e abriram às 16h00, o que causou muito tumulto e muita gente perdeu várias coisas, principalmente alimentos – que foi o meu caso, pois tive que jogar fora um pacote de biscoitos recheados e uma garrafa de água ainda fechada. Isso me deixou revoltada depois, porque logo que entramos ninguém fez questão de revistar absolutamente nada; simplesmente deixaram a gente passar e só validaram os ingressos (nem carteirinha de estudante para meia-entrada eles conferiram). Lembro que passei um desespero muito grande, porque justo o meu ingresso estava tendo erro na máquina de leitura, e eu via todo mundo passar e sair correndo para pegar a grade e eu estava ali, empacada. Quase comecei a chorar. O fiscal percebeu meu desespero e acabou deixando eu passar mesmo assim. Corri o máximo que pude, e inicialmente fui para o lado esquerdo da arena, onde eu não teria conseguido pegar a grade, mas depois minha outra amiga Karina, com a qual eu me encontrei ainda na fila, me chamou e eu corri junto com ela para o lado direito, onde nós duas conseguimos pegar a grade.

6 de setembro de 2011

Coisas alheias #12



Era noite. Ela estava sentada na cama, olhando uma foto na tela do celular. E parecia que ela tinha a certeza, tanta certeza, num mundo cheio de controvérsias e coisas incertas. Ela gostava de viver no mundinho dela. Naquele mundinho cheio de livros, histórias, fantasias e músicas lentas. Ela olhava estática para a foto, uma simples fração de segundo, captada por uma câmera. Um sorriso, um momento, uma alegria. Ela olhava com os olhos cheios d'água. Mas não era de tristeza... era de uma alegria que não cabia dentro de seu peito. Era como se ela tivesse andado, andado, andado... e achado, no lugar mais improvável, mais incapaz a sua felicidade... ou grande parte dela. Aquele que necessitava e foi feito sob medida, um recorte perfeito, a peça que faltava, o sorriso que precisava pra seus dias. Os abraços, os beijos...
Ela se sentia tão repetitiva quando precisava falar o que sentia; sentia-se como um disco velho, tocando a mesma canção várias e várias e várias vezes. Mas, ao mesmo tempo, não se cansava da mesma canção. Da sua canção. A melodia que a enxia de vida, de vontade. A música que agradava seus ouvidos, acalmava sua alma. A mão que, delicadamente, contorna-lhe o rosto com os olhos fixos. Ela sabia. Ele sabia. Ela não queria deixar nenhum momento para trás, nenhum milésimo de segundo. Ainda olhando a foto. A música de fundo... sem companhia, mas ela sabia que, mesmo longe, ele estava com ela, em pensamento, em sentimento, em espirito. 

4 de setembro de 2011

Coisas alheias #11

Peguei minha caneca de café, que estava pela metade, e fui me sentar no sol, ignorando que ainda estava de pijama, ou o que eu classificava de pijama. 9h35min  da manhã, sendo que fui dormir as 4h. Uma noite regada de sonhos, preocupações e dores no estômago.
Porém, sentada e sentindo o calor daquela estrela radiante, fazendo com que o meus cabelos recentemente pintados de vermelhos reluzissem ainda mais, parei para pensar na cor vermelha. A cor da paixão. Como era boa. Sentir ela emanando de sua pele para a minha e saber que era tudo tão... verdadeiro. Olhar todas as vezes no celular e ter uma mensagem 'eu preciso tanto de você'. Poder ficar olhando você, tão frágil, deitado em meu colo, pensando que poderia passar o resto dos dias assim. Passando a mão em seus cabelos, olhando seu sorriso de menino. Tão frágil como uma criança que necessita de carinho e falar que não há nada a temer, como se, a qualquer instante, pudesse desmoronar. Mas, ao mesmo tempo, tão homem, tão capaz de me fazer sentir amada, sentir prazer, sentir segura. Tão cheio de si, capaz de botar um sorriso no rosto até quando parece ser impossível, mesmo que para que isso aconteça, seja eu olhar para seu rosto e perceber aquele sorriso bobo brincando em seus lábios. Aquela vontade de abraço. De carinho, afeto, carícias... O vento gelado da manhã me fez arrepiar toda. Eu me sentia um tanto quanto sozinha. Queria você perto com seu calor, e não apenas o calor do sol, ou da caneca quente de café. Era você que eu queria, você. Era você e mais ninguém.

31 de agosto de 2011

Refletindo #4

Percebi uma coisa. Às vezes não damos valor àquilo que realmente precisa.
Eu nunca fui muito de cachorros, mesmo tendo alguns durante minha vida. Tive dois quando era bem pequena, não me lembro muito bem - só lembro que um, eu queria que ele escovasse os dentes comigo, e então, acabei dando a minha escova de dentes pra ele. "Totó tem que ficá com os dentinhus limpinhus". Se minha mãe não tivesse visto, provavelmente eu teria pego a escova de novo e colocado na boca... ai, meus 4 anos de idade... enfim...
Depois de um tempo, e a maior parte de minha vida, não tive mais nenhum animal para cuidar. E não tinha muita vontade de ter. Na verdade, não que eu não goste, eu adoro, acho super fofo, mas pra mim não fazia tanta falta. Porém, há um ano atrás, de tanto que minha irmã queria um cachorro, arranjamos uma Poodle-micro (?), daqueles pequenininhos. E, parece que quanto menor o cachorro é, mais bagunça ele faz. Quando pegamos ela, dava pra segurá-la na palma da mão, de tão pequenininha que era. Lembro que vi ela começar a andar... começar a morder, entrar dentro de casa, destruir um tênis meu, um papertoy meu... aí, parei pra pensar que, se não houve mais ela nesses dias, não teria a mínima graça. Por mais que você não queira um cachorro, no fim, acaba criando um amor por ele. Li uma vez que, cachorros "sentem" quando há algo de errado, e vão pra perto da pessoa para fazer companhia, pedir colo... e acabei provando que é meio verdade isso. Por mais sozinho que você se sinta, sempre vai ter uma cabecinha com um par de orelhas bufantes pedindo carinho na barriga e um colo. Sempre vai ter aquela carinha de dó pedindo comida quando você estiver comendo, ou então mordendo a barra da sua calça para que você dê atenção e brinque, ao menos um pouquinho com ele. Sempre vai ter um sapato destruído, um tapete sujo, ou qualquer outra coisa mordida. Mas isso é tão pequeno em comparação ao bem que eles nos fazem sem pedir quase nada em troca...

29 de julho de 2011

Coisas alheias #8

Era noite. Fria e calada. Preenchida, às vezes, pelo som dos carros insistentes. Deitada e minha cama, coberta até as orelhas, olhava incansavelmente o relógio: 4h da manhã.
Não havia sono o suficiente que pudesse preencher a vontade que eu tinha. A vontade de sentir o calor emanado da sua pele se transferindo à minha. Em silêncio, lágrimas caíam de meus olhos. O porquê, eu não sabia. Só sabia que era preciso que elas saíssem. Algo doía, e eu também não sabia o quê era. Talvez fosse a vontade imensa de te trazer agora para perto de mim. De sentir suas mãos dedilhando minhas costas. De ver seu sorriso bobo, e sentir o seu cheiro da curva de seu pescoço. Talvez, no meio da noite, eu tenha virado uma criança, com medo, muito medo do escuro. Ou talvez um medo inexplicável de se perder algo que se ama muito. E que precisasse de um abraço, somente. Daquele abraço. Do seu abraço.

13 de junho de 2011

Refletindo #2

Esse dia dos namorados me fizeram refletir. Na totalidade, eu sempre tinha passado esse dia sozinha. Não que fosse algo muito diferente do que são os dias, mas o desse ano me fez repensar sobre.
Vi comentários que falavam "Dia dos Namorados pra quê? Um dia oficial pra se falar à uma pessoa que você a ama?", "Dia dos Namorados, e um domingo, solteira, quero mais o que?"...
E quando você está solteira, você se sente a pior pessoa do mundo, e parece que a todo lugar existem casais e que o universo está conspirando contra ti. Reflita: Existem pessoas em piores situações que você, que não tem um namorado. Pessoas que não tem um pai ou uma mãe nos seus dias respectivos. Foi pensando numa dessas que, agradeci por ter os dois, e parar e reclamar.
A realidade é, você não precisa de um dia especificamente para dizer à pessoa que a ama, precisa de um dia só para estar ao lado dela. Sentir a presença. O abraço, o cheiro e saber que ela está bem. Não precisa de muito, só a presença. Presentes são símbolos. O que eu queria mesmo é poder vê-lo todos os dias.
Mas o intuito desse post, não é lição de moral e viajar muito além. É simplesmente para agradecer àquela pessoa que me ajudou quando eu mais precisei, estendeu a mão, me notou, me ouviu, consolou. Àquele que, teve a santa paciência de esperar para me conhecer pessoalmente, que me fez e faz sentir falta das brincadeiras quando não estava/está por perto, que me conquistou e fez/faz amá-lo e muito, por causa de seu jeito, sua covinha do mesmo lado que a minha (hihihi) e claro, suas sardas. Àquele que me conhece melhor que muita gente que convive há bem mais tempo comigo, que sabe quando não estou bem. Que me completa e completa meus dias. Àquele que me arrepia com o toque de seus beijos. Àquele que encara a vida de um jeito diferente, que tem aquele jeito de menino arteiro, sonhador. Àquele que fica com cara de bobo, que me faz sorrir só de pensar, que sem ele, meus fins de semana não tem mais graça. Você não precisa ser perfeito. Ninguém é. Só precisa ser você. Só precisa ser assim... meu. Eu amo muito você, sardentinho. =)

Dedicado para o @bloody_brothers ;)

29 de maio de 2011

Coisas alheias...

Domingo ensolarado, e aquele frio que me faz querer um copo de chocolate quente e cobertas. Meias coloridas e reflexões. Ah, meus dias agora parecem que não são mais os mesmo se eu não leio a frase "vou pegar um café". Parece que não são mais os mesmos, se eu não tiver o seu apoio. Que preciso sentir o calor de suas mãos gélidas em minha pele, contornando a extensão de meu corpo, para que eu possa acreditar que isso é real. Preciso dos seus beijos, que apesar de calmos, são intensos e transmitem sua vontade. Preciso de abraços. Preciso sentir minha pele se arrepiando ao seu toque, minhas mãos puxando seus cabelos, minha boca brincando com a sua, o choque das línguas, e o desejo. Preciso ver seu olhar bobo, sua mão em meu rosto. Preciso de momentos de descontração. Preciso de coisas, que podem ser julgadas insignificantes, mas que completam meus dias, e que sem elas, estes são tão inúteis, demorados, cansativos, e parece que há uma lacuna, um espaço vazio quando não vejo seu sorriso. Ah, seu sorriso...

20 de maio de 2011

Pensando bem...

Sabe, nesses meses todos, eu aprendi que o amor pode ser conquistado. Que a saudade dói mais que se imagina. Que dificuldade, quando se tem alguém do lado dando apoio, passa a ser mais suportavél. Aprendi que temos que aproveitar cada mínimo detalhe, cada cada risada, cada sorriso, cada toque, cada beijo e cada simples momento. Aprendi que, quando a gente ama mesmo, não importa hora ou lugar, só se quer saber se a pessoa está bem. Que no frio, você só vai desejar alguém do seu lado para te abraçar; que em outros momentos, tudo que você quer sentir é ela. Vai desejar que, em cada conquista ela esteja do seu lado, e que – pode até parecer muita depência em uma pessoa mas, em momentos de derrota, você só vai desejar ela do seu lado para te consolar.
Aprendi que, o amor cresce. Nunca fui muito de acreditar, depois das minhas desilusões. Acreditei várias vezes que o amor existia, e que era para deixar as pessoas felizes. Mas, não é assim. O amor existe para a gente quebrar a cara, e nos preparar para o momento certo. Para a pessoa certa. Ela não vai ser exatamente como você sonhou. Ela não vai ser aquela pessoa que você estereotipada. Ela vai aquela que te surpreenderá em pequenas coisas, e que você ficará orgulhoso de falar ‘é meu/minha’. Que você vai amar cada simples detalhe nela, coisas inotáveis. E você vai amar o fato dela te fazer feliz e amar também, o fato de você fazer ela duas vezes mais feliz.
Engraçado esse negócio de amar. Não é sempre fácil, assim como um problema matemático, mas às vezes é tão simples como um sorvete de morango.