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3 de dezembro de 2012

Conheça os filmes que vão estrear em 2013 e que foram baseados em livros famosos

Mais de 20 filmes que irão estrear em 2013 foram baseados em obras literárias. Algumas são adaptações exatas, outras apenas inspiradas, como João e Maria. Nesta galeria, conheça todos os filmes.

O primeiro é O Grande Gatsby, baseado na obra de F. Scott Fitzgerald. O livro, lançado em 1945, já foi adaptado outras vezes para o cinema. A nova versão tem Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan.

O novo filme de Tom Cruise, Jack Reacher – O Último Tiro, tem previsão de estreia para o dia 11 de janeiro e é baseado na obra de Lee Child. O longa conta a história de Jack Reacher, um policial convocado para participar de uma investigação de uma morte acidental.

Um dos clássicos da literatura russa, Anna Karenina foi novamente adaptada para o cinema. O filme tem no elenco os atores Keira Knightley, Jude Law e Aaron Taylor-Johnson.

Baseado no livro Sangue Quente, o filme homônimo conta a história de um romance entre um zumbi e uma humana. Longa conta no elenco com Nicholas Hoult, Teresa Palmer e Rob Corddry.

O presidente americano Abraham Lincoln estará nas telonas mais uma vez em 2013. O longa Lincoln conta a história do presidente americano baseado no livro Team of Rivals: The Genius of Abraham Lincoln, da vencedora do Pulitzer Doris Kearns Goodwin. 

Baseado no livro O Mágico de Oz, de L. Frank Baum, o longa Oz: Mágico e Poderoso, foi dirigido por Sam Raimi e terá no elenco atores como Mila Kunis, Michelle Williams, Rachel Weisz, James Franco, Abigail Spencer, Joey King, Zach Braff, Bill Cobbs, Martin Klebba e Ted Raimi. O filme, no entanto, contará uma história diferente do livro.

Baseado no clássico do terror Carrie: A Estranha, de Stephen King, o longa Carrie ganhará sua segunda versão em 2013. O filme tem no elenco a atriz Chloë Moretz.

Em 2013 teremos mais um filme baseado em histórias infantis, agora é o João e o Pé de Feijão. No longa, João ganhou o nome de Jack – O Matador de Gigantes.

Baseado no livro Alfred Hitchcock and the Making of Psycho, de Stephen Rebello, o filme Hitchcock conta a história do diretor tendo como pano de fundo as filmagens do Psicose

A saga Crepúsculo acabou. Porém as adaptações dos livros de Stephenie Meyer continuam. O longa A Hospedeira conta a história de humanos que se transformam em hospedeiros alienígenas que transformam a população em zumbis.

Baseado no clássico de Victor Hugo, o longa Os Miseráveis terá a direção de Tom Hooper e o elenco composto por Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Sacha Baron Cohen e Samantha Barks.

Mais um livro baseado nas histórias de Rick Riordan. Desta vez o título será Percy Jackson e o Mar de Monstros, com estreia prevista para 5 de abril.

Considerado o novo Crepúsculo, o longa Dezesseis Luas conta a história de um romance entre um humano e uma garota com poderes paranormais. O filme é baseado na obra Beautiful Creatures e terá no elenco  Emma Thompson, Viola Davis, Emmy Rossum, J.D. Evermore, Jeremy Irons, Alden Ehrenreich, Alice Englert, Kyle Gallner, Lance E. Nichols, Rachel Brosnahan, Thomas Mann, Tiffany Boone.

Baseado no livro Guerra Mundial Z, o longa homônimo  tem previsão de estreia para 28 de junho. O filme conta a história de um mundo em guerra contra os zumbis. O filme terá no elenco o ator Brad Pitt.

O longa 12 Anos de Escravidão, baseado no livro homônimo, tem previsão de estreia para setembro. O filme será dirigido por Steve McQueen e conta a história de um homem livre que foi enganado e se tornou escravo. A foto acima é dos bastidores das filmagens.

O longa Capitão Phillips é baseado no livro A Captain’s Duty: Somali Pirates, Navy SEALs and Dangerous Days at Sea que conta a história de um capitão que vê seu navio sequestrado por piratas. A foto acima é dos bastidores das filmagens e tem Tom Hanks no papel principal.

Tom Hanks também estrelará outro filme em 2013. E mais um baseado no livro de Dan Brown. Trata-se de Símbolo Perdido, continuação de O Código Da Vinci e Anjos e Demônios.

A nova animação da Disney será inspirada no livro A Rainha das Neves, de Hans Christian Anderson, publicado em 1845. A imagem acima, mostra como será um dos personagens.

A segunda parte do filme O Hobbit, baseado no livro homônimo de J.R.R Tolkien tem previsão de estreia para o final de 2013. A primeira parte deverá estrear em dezembro de 2012.


Fontes: R7 | Literatortura

26 de novembro de 2012

Casal realiza sonho e se casa em livraria!

O casal de economistas Laura Karpuscas e Marcos Ross realizaram um de seus sonhos ao se casarem em uma livraria! O estabelecimento que cedeu o espaço foi a Livraria Cultura, no Conjunto Nacional em plena Avenida Paulista. O cenário da cerimônia só contava com livros que ambos escolheram.


Da famosa lista de presentes, também houveram mudanças. Os tradicionais pedidos foram substituídos. Nada de máquina de lavar, panela, utensílios para a casa. A paixão pela literatura falou mais alto. Os itens da lista eram bem simples: livros desejados por ambos!  O casamento, obviamente, foi após o fechamento da loja, para não prejudicar os clientes. Todavia, duvido que seria um incômodo para qualquer bom comprador de livros. Pelo contrário, seria um momento a mais para se registrar.

Inusitado. Imagina se a moda pegar aqui no Brasil... 
E vocês, gostariam de se casar onde?

19 de novembro de 2012

O livro é um objeto sensual


O desejo de ver está presente na leitura. A capa, a encadernação de um livro são sua roupa. Indicam um nome, um título, um pertencer (a casa editora) que se propõem ao olhar e o atraem.


Quando o livro está na estante de uma biblioteca, seu acesso é fácil para o olhar em busca de prazer; quando está posto na vitrine de uma livraria, esta barreira transparente aumenta nossa curiosidade. Entramos na livraria pra ‘dar uma olhada’. Exceto no caso em que já sabemos o que queremos e pedimos ao livreiro, não gostamos de ser perturbados em nossa inspeção. Fuçamos até que, atraídos por um vago indício, seguramos um livro. Aí começa o prazer, quando o abrimos, tocamos, folheamos, sondamos aqui e ali. Se o livro não está com as páginas cortadas, às vezes somos obrigados a fazer uma pequena acrobacia ocular para ler uma página pregada por cima ou pelo lado, pois é justamente aquela passagem que nos interessa.

Enfim, é preciso escolher. Se a promessa de prazer nos parece que vai poder ser mantida, pagamos o preço do livro e partimos abraçados com ele. Dependendo de se não nos desagrada mostrá-lo em nossa posse ou se algum pudor nos leva a esconder a sua identidade, o mostraremos nu ou embrulhado. Para ler, precisamos nos isolar com o livro – em público ou em particular – e às vezes em lugares bem estranho e a priori pouco propícios a este tipo de exercício.

O que nos leva a ler? A busca de um prazer pela introjeção visual que satisfaz uma curiosidade.

***

Texto extraído de: André Green. Literatura e psicanálise: a desligação. In: Luiz Costa Lima (Org.). Teoria da literatura em suas fontes. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. p. 233-234.
(O título “O livro é um objeto sensual” não consta no original).

8 de novembro de 2012

Green Day, Crepúsculo e... ahn?!

Sim, o título foi bem a minha reação quando eu vi a nota oficial da banda Green Day (a qual sou fã, a maioria de vocês devem saber), que a música do disco que será lançado em dezembro, o  ¡Tré!, seria uma das oficiais do filme.
Minha reação foi bem do estilo: "WHAAAAAAAAAAAAAAAT? D:"

Nada contra a saga, nada contra a autora e os atores (odeio a saga, mas enfim...), só achei uma música fora de contexto para essa história melodramática do vampirinho purpurina com a garota sem-sal.

Como fã da banda, a música é maravilhosa (Billie Joe 4ever s2 - parei).
Enfim, deixo o resultado (o clipe oficial) pra que vocês tirem suas próprias conclusões....


7 de novembro de 2012

Pedreiro desempregado mantém biblioteca de 40 mil livros

"Depois de um dia de trabalho, Evando encontrou uma pilha de cerca de 50 livros. Ao levar os livros para casa, surgiu a ideia de criar uma biblioteca comunitária"



"Uma das maiores felicidades do pedreiro Evando dos Santos, 52, é a biblioteca comunitária Tobias Barreto de Meneses. Fruto do seu esforço pessoal, a instituição tem mais de 40 mil livros.

No entanto, a biblioteca virou uma dor de cabeça constante. A realidade de Evando é levantar cedo todos os dias para receber as pessoas e manter limpo o espaço. Tudo sozinho. Semanalmente ele lava os 280 metros quadrados do prédio dividido em três andares.

Para os custos com água e energia elétrica Evando conta com a ajuda financeira de amigos e da mulher, Maria José, companheira em seu sonho. “Eu me contagiei pelo entusiasmo do Evando. Eu era alérgica à poeira, mas essa alegria dele me fez não sentir mais nada. A biblioteca é um presente de Deus para nós”, afirmou.

Evando lamenta não ter dinheiro para enviar 3500 livros para a construção de bibliotecas comunitárias no interior da Bahia e de Pernambuco. Ou para oferecer cursos gratuitos utilizando as duas salas de aula, com 50 lugares cada uma.

Mas o homem de “intelecto lapidado”, como ele costuma dizer, não desiste do projeto. “Às vezes eu quero desanimar. Sem dinheiro, desempregado, mais duro que um coco. Mais uma voz me vem na memória e me diz ‘levanta!’ Eu, um nada, fiquei uma hora na casa do maior arquiteto do mundo, Oscar Niemeyer. Lembro da minha mãe, das medalhas. Homenageado pela Academia Brasileira de Letras pela escritora Nélida Piñon. Aí eu sacudo a poeira e, como uma águia, renovo as forças e fico a voar no mundo das ideias, criando, inventando e indo para a prática”, definiu.

Sem “burrocracia”
Criada em 1998, na Vila da Penha, subúrbio do rio de Janeiro, a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses tem mais de 40 mil livros e funciona em um prédio próprio, desenhado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

Nessa biblioteca, as regras para o empréstimo são simples: o leitor preenche um cadastro e pode ficar com o volume pelo tempo que achar necessário. “Se a pessoa não devolve o livro é porque precisa”, diz Evando dos Santos.

Cheio de orgulho, Evando diz que esse era seu sonho: uma biblioteca sem “burrocracia”, funcionando de domingo à domingo. Segundo ele, com livros que não se encontram na Biblioteca Nacional. Exemplo disso é uma gramática da língua bunda que era a falada pelos escravos."

Conforme a história de Evando foi ficando conhecida, as doações foram aumentando. Os livros, em maioria, eram colocados na garagem da humilde casa na Vila da Penha. Ele calcula ter reunido mais de 40 mil livros tornando a Tobias Barreto de Meneses, a maior biblioteca comunitária do país. 

5 de novembro de 2012

Brasileiro não gosta de ler?

"A meninada precisa ser seduzida. Ler pode ser divertido e interessante, pode entusiasmar, distrair e dar prazer."



"Não é a primeira vez que falo nesse assunto, o da quantidade assustadora de analfabetos deste nosso Brasil. Não sei bem a cifra oficial, e não acredito muito em cifras oficiais. Primeiro, precisa ser esclarecida a questão do que é analfabetismo. E, para mim, alfabetizado não é quem assina o nome, talvez embaixo de um documento, mas quem assina um documento que conseguiu ler e... entender. A imensa maioria dos ditos meramente alfabetizados não está nessa lista, portanto são analfabetos – um dado melancólico para qualquer país civilizado. Nem sempre um povo leitor interessa a um governo (falo de algum país ficcional), pois quem lê é informado, e vai votar com relativa lucidez. Ler e escrever faz parte de ser gente.

Sempre fui de muito ler, não por virtude, mas porque em nossa casa livro era um objeto cotidiano, como o pão e o leite. Lembro de minhas avós de livro na mão quando não estavam lidando na casa. Minha cama de menina e mocinha era embutida em prateleiras. Criança insone, meu conforto nas noites intermináveis era acender o abajur, estender a mão, e ali estavam os meus amigos. Algumas vezes acordei minha mãe esquecendo a hora e dando risadas com a boneca Emília, de Monteiro Lobato, meu ídolo em criança: fazia mil artes e todo mundo achava graça.

E a escola não conseguiu estragar esse meu amor pelas histórias e pelas palavras. Digo isso com um pouco de ironia, mas sem nenhuma depreciação ao excelente colégio onde estudei, quando criança e adolescente, que muito me preparou para o mundo maior que eu conheceria saindo de minha cidadezinha aos 18 anos. Falo da impropriedade, que talvez exista até hoje (e que não era culpa das escolas, mas dos programas educacionais), de fazer adolescentes ler os clássicos brasileiros, os românticos, seja o que for, quando eles ainda nem têm o prazer da leitura. Qualquer menino ou menina se assusta ao ler Macedo, Alencar e outros: vai achar enfadonho, não vai entender, não vai se entusiasmar. Para mim esses programas cometem um pecado básico e fatal, afastando da leitura estudantes ainda imaturos.

Como ler é um hábito raro entre nós, e a meninada chega ao colégio achando livro uma coisa quase esquisita, e leitura uma chatice, talvez ela precise ser seduzida: percebendo que ler pode ser divertido, interessante, pode entusiasmar, distrair, dar prazer. Eu sugiro crônicas, pois temos grandes cronistas no Brasil, a começar por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, além dos vivos como Verissimo e outros tantos. Além disso, cada um deve descobrir o que gosta de ler, e vai gostar, talvez, pela vida afora. Não é preciso que todos amem os clássicos nem apreciem romance ou poesia. Há quem goste de ler sobre esportes, explorações, viagens, astronáutica ou astronomia, história, artes, computação, seja o que for.

O que é preciso é ler. Revista serve, jornal é ótimo, qualquer coisa que nos faça exercitar esse órgão tão esquecido: o cérebro. Lendo a gente aprende até sem sentir, cresce, fica mais poderoso e mais forte como indivíduo, mais integrado no mundo, mais curioso, mais ligado. Mas para isso é preciso, primeiro, alfabetizar-se, e não só lá pelo ensino médio, como ainda ocorre. Os primeiros anos são fundamentais não apenas por serem os primeiros, mas por construírem a base do que seremos, faremos e aprenderemos depois. Ali nasce a atitude em relação ao nosso lugar no mundo, escolhas pessoais e profissionais, pela vida afora. Por isso, esses primeiros anos, em que se aprende a ler e a escrever, deviam ser estimulantes, firmes, fortes e eficientes (não perversamente severos). Já se faz um grande trabalho de leitura em muitas escolas. Mas, naquelas em que com 9 ou 10 anos o aluno ainda não usa com naturalidade a língua materna, pouco se pode esperar. E não há como se queixar depois, com a eterna reclamação de que brasileiro não gosta de ler: essa porta nem lhe foi aberta." (Lya Luft)

2 de novembro de 2012

Estímulo à leitura...


Sutileza é tudo, não?!

26 de outubro de 2012

Edição de colecionador de Harry Potter chega ao Brasil quase 400% mais cara

Anúncio da Warner deixou colecionadores e fãs da saga do bruxinho revoltados com o preço praticado no país.


No início do ano, foi anunciada uma edição especial voltada para os fãs de Harry Potter. O box Harry Potter’s Wizard Collection traz nada menos do que 31 discos contendo os 8 filmes (em DVD, Blu-ray e versões digitais), além de materiais bônus sobre os filmes, como documentários e making of. Outros itens incluem ainda um mapa de Hogwarts, artes conceituais e pôsteres, tudo isso acondicionado em uma espécie de estante.

O produto foi disponibilizado nas lojas norte-americanas por cerca de US$ 300 (o equivalente a R$ 600), mas já pode ser encontrado na Amazon do Reino Unido por 148 libras (o equivalente a R$ 464, já com frete incluído). Entretanto, o anúncio do preço do mesmo conjunto no Brasil, que será comercializado pela Warner, deixou colecionadores perplexos.

O produto entrou em pré-venda nas lojas brasileiras por nada menos que R$ 1.999,90 – valor quase 400% mais caro do que os similares internacionais. Caso você compre o box em outro país, por exemplo, mesmo pagando frete e todos os impostos ainda assim não atingirá a metade do valor cobrado por aqui.

Fonte: BJC | TecMundo

22 de outubro de 2012

Por que dói tanto cortar o dedo com papel?

Quem costuma mexer com muitas folhas de papel acaba inevitavelmente se cortando. E por incrível que pareça, aquele pequeno ferimento arde pra dedéu.

Quem trabalha em escritórios, papelarias ou qualquer outro ambiente que exija o manuseio constante de folhas de papel acaba, uma hora ou outra, cortando o dedo com elas. E por mais que o ferimento seja pequeno e inofensivo, ele costuma arder bastante e causando certo desconforto.
De acordo com o site Mental Floss, parte da razão para tanta dor está no fato de nossas mãos possuírem muitos nociceptores, instrumentos sensoriais que repassam informações sobre temperatura, dor e pressão para o nosso cérebro, mais precisamente, para o córtex somatossensorial. Caso esse pequeno corte tivesse ocorrido em uma área com menos nervos, como a perna, a ardência seria muito menor.

É fácil perceber a razão pela qual a nossa mão possui tantas terminações nervosas. Em entrevista para a ABC News, o chefe de dermatologia da Drexel University College of Medicine, Dr. Mark Abdelmalek, explica que essa é uma função de sobrevivência, um mecanismo que o corpo usa como forma de nos proteger.

Quando tocamos em algo muito quente ou afiado, são grandes as chances de que o façamos com as nossas mãos. Por isso, essa parte do nosso corpo é sensível a ponto de nos alertar sobre essas ameaças. “Se você cortar a coxa com papel, não doerá tanto, porque ela não merece tanta atenção do córtex somatossensorial”, explica o Dr. Abdelmalek.

Além disso, existe o fato de que as mãos são muito utilizadas por nós e, portanto, a pele que começa a crescer sobre o ferimento acaba se movimentando demais, o que prolonga o processo de cicatrização e, consequentemente, das dores sentidas.

Pior do que corte com lâminas.

Mesmo assim, resta um mistério: normalmente, cortes com faca não doem tanto quanto os feitos com folhas de papel, embora possam causar danos muito maiores. Há quem diga que o papel, por ser poroso, abriga mais bactérias do que facas ou estiletes e que isso faria o ferimento doer mais.

Porém, bactérias não causam dor. O que pode acontecer é o fato de elas provocarem uma inflamação, já que nosso corpo estaria tentando lutar com esses microinvasores. Porém, também não há dados científicos que comprovem a ideia de que páginas de sulfite, por exemplo, tenham mais bactérias do que facas de cozinha.

Mesmo assim, o papel faz parte do problema. As beiradas flexíveis e mal afiadas da folha de papel fazem com que o corte seja mais superficial. E, apesar de aparentemente cortes de pouca profundidade parecerem menos doloridos, os especialistas dizem que, no caso do papel, esse tipo de ferimento é pior.

O que piora a situação é o fato de que as bordas pouco afiadas do papel não cortam a carne do dedo, mas acabam rasgando-a, fazendo com que o dano microscópico seja maior. Além disso, essa lesão imperceptível aos olhos humanos atinge mais nervos, que enviam mais sinais de dor ao cérebro.


Quem diria que tanta ciência poderia estar por trás de um evento tão banal, não é mesmo?


17 de outubro de 2012

Experimento prova que julgamos os livros pelas capas


Será? Uma matéria bem interessante e curiosa, mostra o que acontece.


"Você provavelmente já ouviu falar de Cinquenta Tons de Cinza, o romance erótico que virou um tremendo sucesso do dia para a noite.
Apesar de tanta gente ler (e gostar) do livro, nem todos os críticos ficaram impressionados com a qualidade da sua escrita. Ainda assim, é um declarado best-seller que conseguiu arrastar outras literaturas eróticas ao topo com ele.
Brian Brushwood e Justin Young, anfitriões do NSFW Podcast, notaram essa tendência enquanto Brian estava tentando vender seu livro sobre truques de mágica, “Scam School Book 2: Fire”.
Olhando para o gráfico do iTunes, eles perceberam que o top 10 de livros mais vendidos era formado inteiramente por ficção erótica.
A primeira coisa que pensaram? “Nós poderíamos fazer isso”. E é assim que um experimento inteligente começou.
Eles pediram para seus ouvintes enviá-los capítulos do livro, com um personagem principal e muitas cenas de sexo mal escritas. Entã,o eles reuniram os capítulos, criaram uma capa muito parecida com a de Cinquenta Tons de Cinza, atribuíram o livro a uma escritora ficcional (Patricia Harkins-Bradley), e o postaram no iTunes por 0.99dólares (cerca de R$ 2).
Eles pediram a seus leitores para comprá-lo, e assim empurrá-lo um pouco nos gráficos, e aguardaram. Intitulado “The Diamond Club” (O clube do diamante, em português), o livro completamente escrito pela internet com um roteiro bagunçado e incoerente subiu para a 4ª posição de mais vendido no iTunes.
Por quê? Porque tinha uma capa inspirada em Cinquenta Tons de Cinza, personagens com trabalhos característicos que podem ser considerados “na moda”, como designer de cupcake, blogger, etc, e muito, mas muito sexo.
Isso é o suficiente para transformar um livro em um best-seller? Sim. Mesmo com as opiniões ruins de quem realmente leu o livro, só porque ele se parecia com qualquer outro romance erótico, vendeu como bala. Alegadamente, a dupla já ganhou mais de $20.000 (cerca de R$ 40 mil) com o romance.
Esta não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 1969, 24 jornalistas escreveram um romance (Naked Came the Stranger) cheio de sexo com uma trama incoerente, má escrita, diálogo sem sentido e mais um pouco de sexo, só para provar o quão profundo a cultura literária americana tinha afundado. E nem precisou que a internet os ajudasse: o livro também se tornou um best-seller." [retirado de Hype Science]


Que conclusão podemos chegar?
Não acredito que seja somente pela capa, mas sim, por envolver toda uma modinha de contos eróticos também.
Deixem suas opiniões nos comentários! ;D

15 de outubro de 2012

Melhores capas de livros

O Design Observer divulgou a sua lista dos indicados a melhor capa de livro de 2012. Tem bastante coisa bem massa por lá. Pra quem não viu ainda, também tem a lista das melhores capas de 2011. Abaixo estão algumas dessas ganhadoras, mas vale clicar pra ver que tem bem mais. (Niege Borges, no Ponto eletrônico).







8 de outubro de 2012

6 livros que viraram grandes (e lucrativos) negócios


Da venda de milhões de exemplares às licenças e filmes, obras de ficção alimentam negócios milionários.



Cinquenta Tons de Cinza
No mundo todo, já foram mais de 40 milhões de exemplares vendidos. Só no Brasil, foram 300.000. Onipresente nas livrarias, o livro “Cinquenta tons de cinza”, da britânica Erika Mitchell (ou simplesmente EL James), vem quebrando recorde atrás de recorde. Em junho, o título tirou de Harry Potter o posto de livro impresso mais rapidamente comercializado no mundo – seu lançamento aconteceu há pouco mais de um ano, em junho de 2011.
O sucesso vitaminou o faturamento da Bertelsmann, holding alemã que controla a Random House, editora do bestseller. Em boa parte calcado no fenômeno, o lucro do grupo subiu 31% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 353 milhões de libras. Descrito por muitos como um “pornô para mães”, “Cinquenta tons de cinza” conta a relação de uma jovem com um enigmático multibilionário, romance apimentado com doses de sadomasoquismo. “Cinquenta tons mais escuros” e “Cinquenta tons de liberdade” completam a trilogia. Em março, a Universal e a Focus Features desembolsaram 5 milhões de dólares pelos direitos de filmá-lo.

Trilogia Millenium
Aos 15 anos, Stieg Larsson testemunhou o estupro de uma jovem por uma gangue. Atormentado pela lembrança, ele resolveu abordar o tema da violência sexual em seus thrillers. Desta proposta, surgiram os livros “Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com o fogo” e “A rainha do castelo de ar”. Publicados entre 2005 e 2007, eles venderam 65 milhões de cópias até o fim do ano passado. Mas o escritor sueco não viveu para presenciar esse boom: Larsson morreu em 2004 de um ataque cardíaco.
Nas telonas, a chamada trilogia “Millenium” ganhou uma versão em 2009, pelas mãos da Yellow Bird. Em Hollywood, a empresa se associou à Metro-Goldwyn-Mayer e à Columbia Pictures para o lançamento de uma releitura americana. Estrelado pelo ator Daniel Craig e dirigido por David Fincher, o mesmo de “A rede social”, o filme teve um orçamento de 100 milhões de dólares. A editora sueca Norstedts Förlag é quem detém os direitos de publicação da obra.

Harry Potter
Livros, filmes, produtos licenciados e até um parque de diversões em Orlando, nos Estados Unidos. Quem olha para o sucesso comercial da série “Harry Potter” não imagina que o primeiro livro da trilogia foi recusado por nada menos que oito editoras. Mas a britânica Bloomsbury decidiu seguir em frente e publicar “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em junho de 1997. O resto da história mostra que ela não teve motivos para se arrepender.
Traduzidos para mais de 60 línguas, os sete livros venderam mais de 400 milhões de cópias. A autora amealhou uma fortuna de aproximadamente 1 bilhão de dólares. E a Warner Bros., que comprou os direitos para o cinema, viu a franquia lhe render nada menos que 7,7 bilhões de dólares em bilheteria – recorde absoluto para uma única série.

O Senhor dos Anéis
Um mundo fantástico, com criaturas e língua próprias ganharam as páginas da série “O Senhor dos Anéis”, escrita por J. R. R. Tolkien e publicada entre 1954 e 55. Ao contrário dos livros retratados até aqui, a obra de Tolkien demorou anos e anos para ser levada aos cinemas. Depois disso, no entanto, suas vendas foram turbinadas. Estima-se que 150 milhões de cópias do livro já tenham sido compradas, divididas nos volumes “A sociedade do anel”, “As duas torres” e “O retorno do rei”.
Também ao contrário de seus antecessores na lista, “O Senhor dos Anéis” nasceu de um pedido da editora. Depois do sucesso do livro “O Hobbit”, publicado em 1937, a George Allen & Unwin solicitou à Tolkien que escrevesse uma continuação. Além de quatro adaptações para o rádio, a obra foi levada ao cinema em dois momentos. O primeiro foi em 1978 – e não teve lá grandes repercussões. A mais conhecida versão foi dirigida por Peter Jackson e dividida em três filmes, lançados entre 2001 e 2003. O último deles ganhou 11 estatuetas do Oscar. Juntos, os títulos arrecadaram 2,9 bilhões de dólares.

Crepúsculo
Misturando o mundo dos vampiros com um romance adolescente, a americana Stephenie Meyer alçou os quatro livros da série “Crepúsculo” à fama global. Publicados entre 2005 e 2008 pela editora Little, Brown and Company, eles venderam mais de 120 milhões de cópias até agora. E a autora conseguiu um valor relativamente alto pelos textos, antes mesmo do sucesso retumbante nas livrarias: 750.000 dólares pela publicação dos três primeiros livros.
Como não poderia deixar de ser, os direitos de “Crepúsculo”, “Lua Nova”, “Eclipse” e “Amanhecer” também foram vendidos para uma produtora de filmes, a Summit Entertainment. O último livro da série foi dividido em duas partes – a adaptação final estreará este ano nos cinemas. Suas antecessoras alcançaram juntas uma bilheteria de 2,5 bilhões de dólares.

Jogos Vorazes
Uma sociedade apocalíptica que força os jovens a matarem uns aos outros em um espetáculo transmitido pela televisão. Fechando a lista das trilogias que viraram grandes negócios, “Jogos Vorazes”, da americana Suzanne Collins, vendeu mais de 50 milhões de livros desde que chegou ao mercado, em 2008. A série, que leva o selo da editora Scholastic, conta com três volumes.
Em 2009, a Lions Gate Entertainment entrou em acordo com a Color Force, que havia adquirido os direitos da obra, para a produção de uma versão para o cinema. Ao custo de 88 milhões de dólares, “Jogos Vorazes” vendeu quase oito vezes mais nas bilheterias. Na Amazon, a trilogia alcançou o posto de e-book mais popular de todos os tempos.

12 de setembro de 2012

Morar na casa do Harry Potter?! Eu quero!

Pois é, pessoal.  Já é possível morar na casa em que Harry Potter, o famoso bruxo criado pela J.K. Rowling, viveu seus primeiros meses de vida; aquela que ele ganhou a famosa cicatriz na testa.



"A casa que serviu de cenário do filme do bruxo mais famoso do mundo está a venda por 950 mil libras, cerca de R$ 3 milhões. A informação foi publicada no site Daily Mail.

A casa de campo do século XIV, foi usada para criar o local de nascimento do menino bruxo, na aldeia fictícia de Godric's Hollow, no filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I”. O local foi também o lugar onde os pais de Harry fez a sua atuação final, antes de ser morto por Lord Voldemort, eternizando a casa como cenário onde Harry recebeu sua cicatriz.

O edifício medieval fica em Lavenham – Suffolk, na Inglaterra e inclui uma sala de recepção, sala de estar, sala de jantar, cozinha, lavanderia, três quartos duplos, dois banheiros e um quarto no sótão.

Os atuais proprietários, que têm um filho de 15 anos de idade, viram a casa pela primeira vez há duas décadas, durante uma viagem de um dia para Lavenham. Desde que a compraram, a família tem restaurado a casa e os jardins cuidadosamente, descobrindo esculturas e pinturas medievais decorativas." [Retirado de InfoMoney]






Segundo outras fontes, essa casa é a segunda mais fotografada da Inglaterra, perdendo somente para a residência oficial do Primeiro Ministro.
Alguém se interessa? Se sim, por favor, não se esqueça de me convidar para vistar essa casa!



Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

10 de setembro de 2012

Clássicos da literatura nacional viraram games!

Algo inesperado? Pois é, muito! É nessas e outras que vemos o quão criativas as pessoas podem ser ao misturar os assuntos, mas isso é também, um grande incentivo à leitura de livros nacionais - que, convenhamos, há muitos que são ótimos, porém, não há aquele estímulo tanto quanto os mais recentes e geralmente, da literatura estrangeira.



Nisso, o projeto que está unindo os dois assuntos (o link estará no final do post), dará versões de games online para três clássicos: "Dom Casmurro", de Machado de Assis; "O Cortiço", de Aluísio Azevedo; e "Memórias de um Sargento de Milícias" de Manuel Antônio de Almeida. O responsável por essas adaptações é o escritor Toni Brandão.
A iniciativa surgiu diante da ideia de que a cultura digital possa ajudar no incentivo ao acesso dos jovens à literatura nacional. O jogo tem a intenção de aproximar o adolescente do clássico em questão. No portal do projeto, estarão disponibilizados, também, os livros originais digitalizados, curiosidades sobre a obra e informações sobre o autor. Aparentemente, no jogo, o roteiro é baseado na trama da obra, mas o desfecho pode ser escolhido pelo jogador, que interage com a história, conhecendo-a e redefinindo-a. Ao longo da brincadeira, trechos da obra são mostrados, para incentivar a leitura na íntegra.

O objetivo desse projeto é totalmente livre do comércio, diferente dos jogos de diversos livros que já ouvimos falar: Harry Potter, Senhor dos Anéis... 
Mesmo com uma atitude grandiosa dessa, devemos ter em mente que talvez esses joguinhos não "conseguirão trazer a emoção ou entretenimento" como nos outros jogos citados. São jogos simples, com gráficos simples. Mas não devemos depreciá-los por causa disso afinal, o jogo só tem a intenção de despertar a atenção de gamers, e, cim essa atenção garantida, deixar para os clássicos a tarefa de balançar seus corações.

A maioria dos estudantes - assim como eu -, que passaram ou estão passando pela época de vestibulares, com certeza tiveram acesso à esses clássicos e, como uma estudante que teve que ler muitos "por obrigação", sei o quanto é difícil ler algo que não chama tanto a atenção ou, então, não condiz com a nossa linguagem coloquial de hoje. Machado de Assis que me perdoe, mas até hoje eu não tenho vontade de tocar em Dom Casmurro. E o por quê disso? Acredito, também, que pela falta de estímulo que é dada aos estudantes. Se um professor não sabe "levar" seus alunos e fazê-los despertar o interesse em ler, é claro que a tarefa passará a ser metódica e chata. Muitas provas de literatura foram assim: livros lidos por obrigação somente para responder à dez míseras questões que, hoje, percebo que não fazem a menor diferença na minha vida. E o vestibular? Listas de 10 à 15 livros para a prova do ano. O aluno acabará lendo sem vontade, sem atenção necessário. É um sistema falho pois, ao invés de focar em 10 livros clássicos, deveriam rever conceitos e fazer uma prova que focasse somente em um livro ou no máximo - estourando - em quatro, para poder fazer com que o aluno não se sinta na obrigatoriedade de ter uma leitura metódica, e fazer uma prova metódica. Com certeza, a literatura brasileira deixaria de ser tachada como "chata", pela maioria dos alunos.


Sobre o Autor:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

27 de agosto de 2012

Livros podem manter você saudável: estude!


"Os livros agem como um tônico para o cérebro".


A neurocientista Susan Greenfield, sugere que a leitura ajuda a expandir a capacidade de concentração nas crianças: "histórias têm um começo, um meio e um fim - uma estrutura que encoraja nosso cérebro a pensar em sequência, a conectar situações, efeitos e significados", diz ela. "É essencial aprender essa habilidade quando criança, já que é quando o cérebro apresenta maior plasticidade; por essa razão, é tão importante que os pais leiam para os filhos. Quanto mais se faz isso, mais fácil desenvolver essa habilidade", ela acrescenta. 

Ler também ajuda a enriquecer nossos relacionamentos, acrescentando em nosso conhecimento o entendimento de outras culturas e nos ajudando a aprender a ter empatia, o Daily Mail aponta.

"Em um jogo de computador, você tem que resgatar a princesa, mas você não se importa com ela, seu único objetivo é vencer o jogo," explica Greenfield, "mas uma princesa em um livro tem um passado, um presente e um futuro; ela tem ligações e motivações. Podemos nos relacionar com ela, ver o mundo através dos seus olhos".

John Stein, professor emérito de neurociência do Magdalen College, de Oxford, diz que a leitura está longe de ser uma atividade passiva. "A leitura exercita o cérebro todo", explica ele. Ler histórias para crianças vai ajudar seus cérebros a desenvover capacidade de analisar a causa, efeito e significado dos acontecimentos.

Em 2009, um estudo de imagens cerebrais nos EUA, mostrou que a leitura sobre paisagens, sons, cheiros e sabores, ativa áreas do cérebro liagadas a essas experiências na vida real, criando novos caminhos neurais.Simplificando, os nossos cérebros simulam experiências reais, o que acontece quando você está assistindo TV ou jogando no computador. Também no ano de 2009, pesquisadores da Universidade de Sussex, mostraram como seis minutos de leitura podem reduzir os níveis de estresse por mais de dois terços, mais do que ouvir música ou sair para dar uma caminhada.

Fonte: Medindia




Sobre o Autor:
Priscila Guerra Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

13 de agosto de 2012

App oficial da Bienal do Livro SP 2012

Fala, galero! Como estão?

Como vocês sabem, a Bienal do Livro SP está rolando desde o dia 9 e vai até domingo, 19.
Nada melhor do que ir pra lá acompanhado de um assistente de bolso. Ainda mais se ele for oficial do evento.
O aplicativo da Bienal conta com várias ferramentas muito úteis, seja você um simples visitante ou um devorador de livros impiedoso.


Expositores, Programação e Autores: tudo com data e hora pra você não perder nada.
Favoritos: espaço pra você marcar os eventos que quer ver e não perder tempo procurando.
Planta: mapinha do Pavilhão (dá pra traçar rotas e tudo)
Check-in: mostre para todos os seus amigos onde você está, via Facebook.
Social: wall e timeline do evento com tudo o que acontece por lá.
Informações: sobre o evento, horários, rotas, registro de imprensa, compra de ingressos, visitação escolar, estacionamento, hotéis e linhas aéreas, etc.
Eu quero: espaço em branco onde você vai lotar de livros que você quer comprar. Nada de novidade.
Fotos: ...
Ingressos: (mais) informações.
Estacione: mapinha com check-in pra você que perde o carro até quando estaciona em casa.

O app está disponível para Android e iPhone. Gratuito.

A Priscila e eu estaremos na Bienal do Livro SP no dia 18. Apareçam lá ;)

10 de agosto de 2012

Os 100 melhores best-sellers da literatura YA

É meio clichê nesse momento falar que livros YA (young-adult) são só para os adolescentes em questão. Somente no ano passado a Associação de Editores Americanos (Association of American Publishers) ranquearam os livros infanto-juvenis e YAs como os que mais tiveram um grande crescimento no mercado editorial.
É por isso que ficamos um pouco surpresos ao ver a tremenda resposta que veio da votação deste verão: Melhor das Melhores Ficção para Jovens (Best-ever Teen Fiction) que teve um número colossal de 75,200 votos.

E agora, o resultado final está aqui. Não é nenhuma supresa ver a série Harry Potter e a trilogia de Jogos Vorazes no topo, assim como nessa mesma lista, destacam-se alguns escritores que não eram tão familiarizados. Um exemplo, John Green, autor do hit de 2012 (A Culpa é das Estrelas), apareceu cinco vezes nesse top 100.


'Vambora' para os 30 primeiros da lista?

1. Harry Potter - J.K. Rowling
2. Jogos Vorazes - Suzanne Collins
3. O Sol é Para Todos - Harper Lee
4. A Culpa é das Estrelas - John Green 
5. O Hobbit - J.R.R. Tolkien
6. O Apanhador no Campo de Centeio - J.D. Salinger
7. O Senhor dos Anéis - J.R.R. Tolkien
8. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
9. Quem é você, Alasca?* - John Green
10. A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak
11. Série The Giver - Lois Lowry
12. Série O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams
13. Vidas Sem Rumo - S.E. Hinton
14. Anne de Green Gables - L.M. Montgomery
15. Série Fronteiras do Universo - Philip Pullman
16. As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky
17. A Princesa Prometida - William Goldman
18. O Senhor das Moscas - william Golding
19. Divergente - Veronica Roth
20. Paper Towns* - John Green 
21. Série Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare
22. An Abundance Of Katherines* - John Green
23. Flowers For Algernon* - Daniel Keyes
24. Os 13 Porquês - Jay Asher
25. O Estranho Caso do Cachorro Morto - Mark Haddon
26. Speak* - Laurie Halse Anderson
27. Série Crepúsculo - Stephenie Meyer
28. Série Feios - Scott Westerfeld
29. Série As Peças Infernais - Cassandra Clare
30. Tuck Everlasting* - Natalie Babbit

(*) livros que não tiveram tradução ou ainda não foram lançados em português. 

Quer saber a continuação dessa lista? Só clicar aqui e conferir!

2 de agosto de 2012

22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo!


A Bienal está chegando e é com muita alegria que venho falar para vocês que o Tico e eu iremos nessa edição!
Com 3 anos de blog e nenhuma oportunidade para ir, esse ano foi diferente (hihihi). Consegui o Credenciamento de Blogueiro e estarei presente lá no dia 18, e provavelmente junto com a Amanda, do Confissões Femininas!

O evento vai do dia 9 até o dia 19 de agosto, e agora é um dos assuntos mais falados e esperados do momento! Então, quem quiser me encontrar, é fácil: uma gordinha, baixinha, de all star e cabelos meio avermelhados hehehe. Estarei a disposição para quem quiser me ver, conhecer, tirar fotos e pedir autógrafos (mentira, gente, brincadeiras à parte), mas ficaria muito muito muito feliz de conhecerem alguns de vocês! E estarei levando uns marcadores do blog para dar de presente! :D

26 de julho de 2012

Livro engarrafado

Para pessoas amantes de livros, nada melhor que o cheiro deles. Abrir o seu exemplar novo, folhear, sentir a textura e... sentir aquele aroma de livro novo! Esse aroma faz com que fiquemos mais animados, só de senti-lo!


Pois agora, saiba que essa fragrância pode te acompanhar sempre que quiser. Durante uma exposição em Milão no ano passado o editor alemão Gerhard Steidl lançou a ideia de um aroma ao revelar que seu perfume favorito era o de “um livro recém-impresso”. Depois de apresentar uma sensação semelhante a que deve acompanhar muitos outros leitores, foi uma parceria entre Geza Schoen e Karl Lagerfed que lançou o perfume “Paper Passion”, perfeitamente acomodado dentro de um livro, claro.

Dica da Jô!
Fonte: Julia Petit

18 de julho de 2012

Colares de livros em miniatura!

Livro é tudo de bom, né? Ao menos na minha opinião, naquelas horas em que a gente não tem muita coisa para fazer, um livro é a melhor companhia para as horas voarem.
Mas, um livro também pode ser um acessório indispensável para o seu look do dia! No site Etsy, achei vários modelos de colares com lindos pingentes de livros, um mais lindo e fofo que o outro!





Nem preciso falar que estou louca por um desses!
Quer conferir mais (e diversos) modelos? Só entrar no site da Etsy e se deliciar! ;)