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12 de agosto de 2013

Livro de 2 cm² é descoberto nos Estados Unidos

Imagine qual seria a sua curiosidade ao se deparar com um livro de apenas 2 cm² e 1 mm de espessura. Certamente, você ficaria com muita vontade de descobrir o que está sendo dito nele — e não precisa se sentir culpado, pois a sensação seria a mesma para a grande maioria das pessoas. Mas como fazer para ler algo assim? Apenas com os olhos humanos seria impossível.


Na Universidade de Iowa (Estados Unidos), um livro com as dimensões que foram mencionadas anteriormente foi encontrado em uma biblioteca que reúne mais de 4.000 obras em miniatura. A bibliotecária responsável pelo encontro afirma que ele estava na caixa de “microminiaturas”, sendo ainda menor do que os outros itens que estariam na mesma coleção.

Só era possível identificar a capa, que mostra uma cruz dourada em meio a uma superfície vermelha. Com isso, havia grandes chances de o pequeno livro ser uma versão reduzida de uma bíblia, mas a bibliotecária Colleen Theisen queria ir além. Como informa o The Atlantic, Theisen recebeu a ajuda de Giselle Simón para colocar a obra em um microscópio da Biblioteca de Iowa, conseguindo identificar qual era a editora do livro.


Com isso, conseguiram chegar ao nome da Toppan Printing. Rastreando e cruzando informações, conseguiram descobrir que o livro foi lançado na Feira Mundial de Nova York de 1965. Mas ele não era uma obra independente, pois fazia parte de um conjunto com uma versão maior do mesmo texto: o primeiro capítulo do Gênesis (livro da Bíblia) escrito pelo Rei James para a igreja Anglicana.

28 de fevereiro de 2013

A primeira caneta com impressão 3D do mundo

Não sei vocês, mas eu, muitas vezes, imaginei meus desenhos saindo do papel. Sim, como se eles "ganhassem" vida. Pois bem, essa utopia já pode ficar no passado. O pessoal da Wobble Work desenvolveu um protótipo de uma caneta que é capaz de fazer impressões em 3D. Interessante, não? Agora, além de desenhar, você pode construir coisas como esculturas, retratos, desenhos e até brinquedos com essa caneta! A imaginação está literalmente em suas mãos!

“A ideia surgiu da vontade de criar um dispositivo de impressão 3D que pudesse ser usado em poucos minutos, sem a necessidade de qualquer conhecimento técnico de software ou computadores. Além de tornar um objeto acessível e divertido. ” – disse Peter Dilworth, co-fundador e CEO da Wobble Works.

A caneta tem o peso de uma maçã, mais ou menos, e a criação dos objetos se dpa a partir do aquecimento de um plástico ABS. A primeira caneta com impressão 3D do mundo está na plataforma do Kickstarter com a meta de US$30 mil e já arrecadou mais de um milhão de dólares!






Adaptado de: Hypeness


18 de janeiro de 2013

5 livros perdidos que você nunca poderá ler



Conheça 5 livros que, embora tivessem potencial para se tornarem clássicos, nunca chegaram a ser publicados. São livros, rascunhos e manuscritos perdidos ao longo dos tempos.


Os grandes clássicos da literatura ganham esse título por não possuírem idade. Isso significa que eles são atuais em qualquer que seja a época em que são lidos. No entanto, nem todos os bons livros alcançam o status de clássico. São obras com grande potencial, mas que acabaram esquecidas e desaparecidas ao longo dos anos, que tiveram seus rascunhos e manuscritos perdidos. Confira uma lista com 5 dessas obras.

1. Os livros perdidos da Bíblia
A Bíblia, em sua forma atual, nada mais é que o acordo canônico firmado entre a hierarquia eclesiástica, no caso do cristianismo, durante o Conselho de Trento (1545 – 36). Entretanto, a estes textos “autênticos” se opõem os “livros apócrifos”. Embora alguns destes tenham sido resgatados, grande parte deles se perdeu e hoje são conhecidos apenas por alusão indireta como um grupo de vinte livros irremediavelmente perdidos.

2. O encontro ignorado de Cervantes e Shakespeare
Trata-se de uma obra que supostamente esteve baseada na tragédia que Cervantes conta durante o livro Dom Quixote. Se o nome de Shakespeare, por si só, já impõe uma aura de cobiça no objeto perdido, essa peça se encontra ainda mais sugestiva, uma vez que nela se encontram, literariamente, dois dos escritores mais geniais de todos os tempos.

3. Um cartógrafo e viajante antes do Mercator
Mercator tem fama de ter traçado um dos primeiros mapas com projeção inovadora, que permitiu aos viajantes, em especial os navegantes, alcançar suas metas com maior precisão. No entanto, antes do cartógrafo flamenco se diz ter existido um monge que atravessou o oceano Atlântico até alcançar o Pólo Norte, descrevendo com precisão a geografia ártica em uma obra intitulada “Inventio Fortunata”, que poderia ser traduzido como “O descobrimento das ilhas da Fortuna”. Porém, a precariedade dos recursos empregados na confecção de livros no século XIV fez com que nenhuma das cinco cópias do tratado sobrevivesse, nem mesmo a que o próprio monge entregou ao rei Eduardo III, da Inglaterra.

4. O rascunho de O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde

Um dos episódios mais emblemáticos da literatura moderna, a dissociação entre o ser humano e a parte má que habita em qualquer um de nós, conheceu uma pré-versão. O autor da obra, o novelista inglês Stevenson, a produziu como um relato, quando foi alvo de um frenesi literário no qual escreveu cerca de 30.000 palavras em três dias. No entanto, essa primeira versão foi entregue à sua esposa, para que ela revisasse a obra. A mulher do autor, que não se sentiu convencida com a produção, sugeriu a ele que desse um tom mais moral à história, o que fez com que Stevenson jogasse o manuscrito às chamas.

5. A inestimável maleta de Ernest Hemingway
A incursão de Hemingway em alguns dos conflitos armados mais cruciais do século 20 é bem conhecida. No entanto, os relatos de fatos como as duas Guerras Mundiais e a Guerra Civil Espanhola só foram possíveis porque em 1922 sua esposa colocou em uma maleta centenas de manuscritos de Hemingway, com fragmentos de romances e outras anotações. Essa mala foi roubada ou perdida em uma rota ferroviária.


21 de novembro de 2012

7 livros difíceis de traduzir para o português

Se não fossem a experimentação, os neologismos e o universo fantástico de Guimarães Rosa, a obra do autor brasileiro não teria a mesma fama. Mas esta virtude também pode virar um problema para tradutores. Afinal, não é fácil traçar uma ponte entre duas línguas, transportar mundos e personagens para outros contextos e encontrar o sentido exato de expressões e analogias estrangeiras. E quanto mais inventivo for o autor da obra original, mais desafiadora é essa viagem linguística. Entre obras já desbravadas e aquelas que ainda aguardam por sua transposição para outro idioma, a SUPER listou 7 livros estrangeiros muito difíceis de se traduzir para o português:

1. Ulysses, de James Joyce (1918 – 1922)


Se quiser saber o segredo do sucesso de Ulisses, melhor não perguntar a Paulo Coelho. O escritor causou polêmica recentemente ao dizer que o clássico de James Joyce é “só estilo” e que, se dissecado, “dá um tuíte” - uma ofensa quase pessoal aos fãs que comemoram desde 1954 o Bloomsday, feriado literário dedicado a homenagear a obra do escritor irlandês. Não faltam pesquisadores e leitores para defender que Ulisses é mais que “só estilo”. Mas é verdade que suas mais de mil páginas são preenchidas pela ousadia linguística de James Joyce. Jogos de palavras, trocadilhos, citações e neologismos são apenas alguns dos recursos empregados pelo autor para narrar um dia na vida de Leopold Bloom que, em 24 horas – entre 15 e 16 de junho de 1904 -, vive aventuras parecidas com as de Ulisses na Odisséia, de Homero.
A obra, publicada em capítulos a partir de 1918 na revista americana The Little Review, não é facilmente transposta para o português. O primeiro a se aventurar nesta empreitada foi Antônio Houaiss (aquele do dicionário), em 1966. Depois foi a vez de Bernardina da Silva Pinheiro, em 2005. Mais recentemente, Caetano W. Galindo assinou a tradução lançada em 2012 pela Companhia das Letras, em que se optou por deixar de fora as inúmeras notas-referência da obra original. Uma opção defendida por apresentar a obra como ela é: “um romance, talvez o maior romance de todos, e não um quebra-cabeça exemplar”. Cabe ao leitor virar as páginas do livro e conhecer sua linguagem e seus personagens – como o Cidadão, com suas sardasmuitas, barbirsuta, boquimensa e ventasgrandes.


2. Bliss, de Katherine Mansfield (1918)

O famoso conto da escritora neozelandesa Katherine Mansfield, Bliss, acompanha a personagem principal, Bertha, em um dia de intensa e ingênua alegria. Poderia ser um texto simples, mas não é. Temos a impressão de estarmos na mente da personagem principal, mas ao mesmo tempo somos relembrados de que há um narrador externo que nos conta a história. “Este jogo de planos demanda que o tradutor seja sensível a como esse tipo de narrativa é construído em português por autores da literatura brasileira que também jogam com esses planos narrativos. O segundo desafio é lembrar que, ao longo do conto, há diferentes interações entre as personagens, nas quais as relações sociais demandam um tipo de linguagem diferenciado: a personagem principal fala com sua empregada, fala com a babá de sua filha, com seu marido e com seus convidados para o jantar que está oferecendo na sua casa. Também fala consigo mesma”, diz a professora e coordenadora da área de Tradução da Faculdade de Letras da UFMG, Adriana Pagano.
Traduzido para o português por cinco autores diferentes, o conto ganhou no país títulos também distintos: Êxtase, nas letras de Ana Cristina Cesar (1980); Infinita Felicidade, assinada por Edla van Steen e Eduardo Brandão (1984); e Felicidade, nas versões de Érico Veríssimo (1940), de Julieta Cupertino (1991), e de Maura Sardinha (1993).


3. Finnegans Wake, de James Joyce (1938)

"rolarrioanna e passa por Nossenhora d’Ohmem’s, roçando a praia, beirando ABahia, reconduz-nos por cominhos recorrentes de Vico ao de Howth Castelo Earredores."

É assim que tem início o Finnicius Revém do tradutor Donaldo Schüler. Difícil de entender? Fica pior.  James Joyce levou 17 anos para completar aquela que seria considerada uma das mais difíceis obras de ficção da literatura em língua inglesa e um marco da literatura experimental. No livro, o último publicado pelo autor irlandês, palavras do inglês e de outras línguas são fundidas, criando uma linguagem única. O resultado: múltiplos sentidos e um trabalho hercúleo para o leitor e para o  tradutor que aceita o desafio.

“Assim como Ulisses, Finnegans Wake impõe renovados hábitos de leitura. A linear não basta. Em cada parágrafo, em cada frase, em cada palavra, tocamos estratos sobrepostos, convite a trabalho de arqueólogo. Verticalidade e horizontalidade se entrecruzam espacial e cronologicamente. Surgem arqueoleitores”, explica Schüler na introdução de sua tradução da obra de Joyce, com um spoiler: não espere entender a obra por completo. Pode parecer um conselho esquisito vindo do tradutor que se debruçou por meses sobre o livro, mas é coerente com a ideia de que Finnicius Revém não é um livro para ser “desvendado”. O leitor deve embarcar nos jogos sonoros e no ludismo de imagens e ideias. Quem já o leu e traduziu promete que o texto explica-se a si mesmo. Aventure-se pelas páginas e tire a prova.


4. Infinite Jest, de David Foster Wallace (1996)


Uma família problemática, quadras de tênis, rehab, depressão, publicidade e reflexões sobre a maneira como o entretenimento domina nossas vidas – tudo se mistura no romance de David Foster Wallace, que se passa em uma versão futura (e absurda) da América do Norte. O extenso livro – são mais de mil páginas – conta com 388 notas de rodapé (sendo que algumas notas também têm notas de rodapé), um recurso que, segundo o autor, ajuda a quebrar a linearidade da história e, ao mesmo tempo, manter a coesão interna.

Infinite Jest é prestigiado por quebrar as regras e propor uma estrutura narrativa que foge do lugar-comum. “É um texto que todo mundo precisa conhecer. É um bicho muito estranho, muito incomum mesmo, uma mistura de épico porra-louca pynchoniano [referente a Thomas Pynchon] com romance filosófico-moralista tipo Thomas Mann. É um romance de ideias, e ideias profundas, com manadas de hamsters selvagens”, afirma o doutor em Linguística pela USP, Caetano W. Galindo, que está trabalhando atualmente na tradução do livro para o português. Caetano, que passou 10 anos trabalhando em Ulysses, deve terminar esta nova odisseia em 10 meses. Ele narra o processo de tradução de Infinite Jest no blog da Companhia das Letras – acompanhe por lá.


5. Mason & Dixon, de Thomas Pynchon (1997)

“Romance histórico” é um termo aplicável ao livro lançado por Thomas Pynchon em 1997, mas não traduz bem a grandiosidade de sua obra. Em Mason & Dixon, ao mesmo tempo em que faz referências históricas precisas, o autor estadunidense dá lugar a personagens fantásticos e a grandes vôos de imaginação. O livro conta a história dos cientistas Charles Mason e Jeremiah Dixon, que adentram o continente norte-americano do século XVIII explorando territórios indígenas. Para contar este conto não bastou a Pynchon ambientar a história no passado: a própria linguagem em que o livro é escrito recria o inglês setecentista.
Ao longo da narrativa, os pontos de vista da narrativa são alternados – os personagens em cena contam suas próprias versões para a história que se desenrola. O que “realmente aconteceu” é uma construção do que é dito pelos vários narradores. Ele brinca, assim, com a fragilidade de qualquer registro histórico e da História em si. Não é pouca coisa. Por tudo isso, o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto levou anos para realizar a tradução para o português de Madson & Dixon. A atualidade da obra lhe permitiu um privilégio: consultar o próprio Pynchon.

6. Cloud Atlas, de David Mitchel (2004)


Cloud Atlas, música composta pelo japonês Toshi Ichiyanagi, primeiro marido de Yoko Ono, inspira o título homônimo da obra de Mitchel (clique para ouvir).
Ainda sem tradução para o português (por que será?), Cloud Atlas é composto por seis histórias que levam o leitor por uma viagem no tempo e na linguagem. Do Pacífico Sul do século XIX a um distante futuro pós-apocalíptico, cada conto presente no livro é lido e observado pelo personagem principal da história seguinte. E tem mais: as cinco primeiras histórias são interrompidas em um momento chave da narrativa.
O livro, bem recebido pela crítica, foi comparado a um “perfeito jogo de palavras cruzadas”, desafiador e envolvente. Mas o que rendeu elogios a David Mitchel não foi apenas a ideia de tecer o livro com uma série de narrativas incompletas, um recurso já explorado na literatura – Mitchel diz ter se inspirado em Se um viajante numa noite de inverno, de Italo Calvino para escrever Cloud Atlas, inclusive. Seu toque especial foi colocar um “espelho” no centro do livro. Depois do sexto conto, cada uma das cinco histórias é revisitada e concluída – mas em ordem cronológica inversa. Pã. Você encaria essa ~viagem~ literária? Então se prepare para o filme:


7. The Tree of Codes, Jonathan Safran Foer (2010)


Nenhum livro é intraduzível, é verdade, mas The Tree of Codes certamente é um quebra-cabeças desafiador – principalmente, por sua forma. A obra, do mesmo autor de Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, é o que se pode chamar de livro-objeto - além de ser lido, ele pode ser experimentado como uma obra de arte visual.
A ideia nasceu da vontade do autor de criar um livro a partir de recortes, explorando a relação física entre as páginas e a maneira como isso poderia ser desenvolvido para criar uma narrativa. Para tornar isso palpável, Foer tomou como base o livro A Rua dos Crocodilos, de Bruno Schulz, e passou recortar e subtrair dele palavras, frases e parágrafos, esculpindo (literalmente) uma nova história. O trabalho artesanal foi elevado a uma publicação em grande escala e quem compra o livro pode folhear suas frágeis e poéticas páginas vazadas, como nas imagens acima. Como transpor essa mesma experiência (e seu processo) para outra língua?

29 de outubro de 2012

Papel de propaganda eleitoral daria para fazer 20 milhões de livros

Época de eleição já um ritual: além do barulho infernal provindo daqueles carros fazendo propagandas pela cidade, as ruas ficam inundadas com aqueles "santinhos" de políticos.


Um juiz auxiliar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez as contas de quanto se gasta com a propaganda eleitoral impressa, e chegou a uma conclusão: a propaganda eleitoral é cara e agride o meio ambiente. Só com combustível, até o primeiro turno das eleições, foram gastos 54 milhões de litros, o que significa quase 40 toneladas de gás carbônico a mais na atmosfera.

Nos quase três meses de propaganda eleitoral nas cidades, partidos e candidatos investiram alto em propaganda eleitoral impressa. Até a segunda parcial de contas apresentada ao TSE, mais de R$ 300 milhões haviam sido gastos só com papel e publicidade em jornais e revistas. O juiz auxiliar da presidência do TSE, Paulo de Tarso Tamburini, explica que isso equivale a mais de 20 milhões de livros ou cadernos que poderiam ser feitos, ou a mais de 20 bilhões de folhas tamanho A4. Ou, ainda, a 417 mil árvores cortadas.

Após a campanha, a propaganda eleitoral impressa é jogada no lixo ou nas ruas. Esse é um dos principais problemas que se vê no período eleitoral: a sujeira nas cidades. Só no dia do primeiro turno, foram coletadas na cidade do Rio de Janeiro 324 toneladas de lixo eleitoral, 30 toneladas a mais em relação ao mesmo período de 2008.

Esse problema não é uma exclusividade das capitais. O município de Novo Gama, em Goiás, a 40 km de Brasília, teve eleição para prefeito e para dez vereadores. A propaganda eleitoral, no dia da votação, deu trabalho para a limpeza pública, segundo o secretário de Obras de Novo Gama, Alessandro Barreiros. “O aumento foi muito grande, cerca de 500% ou mais. A nossa equipe diária de varrição é muito pequena. Diante do volume muito grande de material de campanha, nós tivemos que deslocar pessoas de outros setores para fazer essa varrição.”

O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), lamenta que não haja compromisso dos demais partidos com a limpeza das cidades e com o meio ambiente. Ele afirma que o PV fez com que os candidatos do partido a cargo majoritário assumissem o compromisso de governo e de campanha de usar material reciclável, de não jogar papel na rua e de não distribuir os chamados “santinhos”. Ele acredita que a maior parte dos candidatos do PV cumpriu esse acordo.

Sarney Filho defende uma mudança na legislação que evite cenas como as que ele viu em São Luís, capital do Maranhão. “No dia da eleição, tinha locais em que você não via o chão, de tanto papel, de tanto santinho.”

Para o presidente da Subcomissão de Resíduos Sólidos da Câmara e da Frente Parlamentar da Reciclagem, deputado Adrian (PMDB-RJ), falta fiscalização e punição para os partidos e candidatos. O deputado afirma que o País precisa evitar que o lixo eleitoral aumente e que as cidades fiquem mais sujas a cada eleição. “Nós temos que ter uma eleição limpa”.

O juiz eleitoral Paulo de Tarso Tamburini espera que o estudo sobre o impacto ambiental da propaganda eleitoral ajude os partidos e candidatos a mudarem a forma de fazer a propaganda eleitoral no Brasil. “Esse é o nosso objetivo, fornecer dados concretos e estatísticos para que se reflita como se pode alterar a propaganda eleitoral ou como se pode tratar a propaganda eleitoral de maneira que esse impacto ambiental seja diminuído.”

22 de outubro de 2012

Por que dói tanto cortar o dedo com papel?

Quem costuma mexer com muitas folhas de papel acaba inevitavelmente se cortando. E por incrível que pareça, aquele pequeno ferimento arde pra dedéu.

Quem trabalha em escritórios, papelarias ou qualquer outro ambiente que exija o manuseio constante de folhas de papel acaba, uma hora ou outra, cortando o dedo com elas. E por mais que o ferimento seja pequeno e inofensivo, ele costuma arder bastante e causando certo desconforto.
De acordo com o site Mental Floss, parte da razão para tanta dor está no fato de nossas mãos possuírem muitos nociceptores, instrumentos sensoriais que repassam informações sobre temperatura, dor e pressão para o nosso cérebro, mais precisamente, para o córtex somatossensorial. Caso esse pequeno corte tivesse ocorrido em uma área com menos nervos, como a perna, a ardência seria muito menor.

É fácil perceber a razão pela qual a nossa mão possui tantas terminações nervosas. Em entrevista para a ABC News, o chefe de dermatologia da Drexel University College of Medicine, Dr. Mark Abdelmalek, explica que essa é uma função de sobrevivência, um mecanismo que o corpo usa como forma de nos proteger.

Quando tocamos em algo muito quente ou afiado, são grandes as chances de que o façamos com as nossas mãos. Por isso, essa parte do nosso corpo é sensível a ponto de nos alertar sobre essas ameaças. “Se você cortar a coxa com papel, não doerá tanto, porque ela não merece tanta atenção do córtex somatossensorial”, explica o Dr. Abdelmalek.

Além disso, existe o fato de que as mãos são muito utilizadas por nós e, portanto, a pele que começa a crescer sobre o ferimento acaba se movimentando demais, o que prolonga o processo de cicatrização e, consequentemente, das dores sentidas.

Pior do que corte com lâminas.

Mesmo assim, resta um mistério: normalmente, cortes com faca não doem tanto quanto os feitos com folhas de papel, embora possam causar danos muito maiores. Há quem diga que o papel, por ser poroso, abriga mais bactérias do que facas ou estiletes e que isso faria o ferimento doer mais.

Porém, bactérias não causam dor. O que pode acontecer é o fato de elas provocarem uma inflamação, já que nosso corpo estaria tentando lutar com esses microinvasores. Porém, também não há dados científicos que comprovem a ideia de que páginas de sulfite, por exemplo, tenham mais bactérias do que facas de cozinha.

Mesmo assim, o papel faz parte do problema. As beiradas flexíveis e mal afiadas da folha de papel fazem com que o corte seja mais superficial. E, apesar de aparentemente cortes de pouca profundidade parecerem menos doloridos, os especialistas dizem que, no caso do papel, esse tipo de ferimento é pior.

O que piora a situação é o fato de que as bordas pouco afiadas do papel não cortam a carne do dedo, mas acabam rasgando-a, fazendo com que o dano microscópico seja maior. Além disso, essa lesão imperceptível aos olhos humanos atinge mais nervos, que enviam mais sinais de dor ao cérebro.


Quem diria que tanta ciência poderia estar por trás de um evento tão banal, não é mesmo?


17 de outubro de 2012

Experimento prova que julgamos os livros pelas capas


Será? Uma matéria bem interessante e curiosa, mostra o que acontece.


"Você provavelmente já ouviu falar de Cinquenta Tons de Cinza, o romance erótico que virou um tremendo sucesso do dia para a noite.
Apesar de tanta gente ler (e gostar) do livro, nem todos os críticos ficaram impressionados com a qualidade da sua escrita. Ainda assim, é um declarado best-seller que conseguiu arrastar outras literaturas eróticas ao topo com ele.
Brian Brushwood e Justin Young, anfitriões do NSFW Podcast, notaram essa tendência enquanto Brian estava tentando vender seu livro sobre truques de mágica, “Scam School Book 2: Fire”.
Olhando para o gráfico do iTunes, eles perceberam que o top 10 de livros mais vendidos era formado inteiramente por ficção erótica.
A primeira coisa que pensaram? “Nós poderíamos fazer isso”. E é assim que um experimento inteligente começou.
Eles pediram para seus ouvintes enviá-los capítulos do livro, com um personagem principal e muitas cenas de sexo mal escritas. Entã,o eles reuniram os capítulos, criaram uma capa muito parecida com a de Cinquenta Tons de Cinza, atribuíram o livro a uma escritora ficcional (Patricia Harkins-Bradley), e o postaram no iTunes por 0.99dólares (cerca de R$ 2).
Eles pediram a seus leitores para comprá-lo, e assim empurrá-lo um pouco nos gráficos, e aguardaram. Intitulado “The Diamond Club” (O clube do diamante, em português), o livro completamente escrito pela internet com um roteiro bagunçado e incoerente subiu para a 4ª posição de mais vendido no iTunes.
Por quê? Porque tinha uma capa inspirada em Cinquenta Tons de Cinza, personagens com trabalhos característicos que podem ser considerados “na moda”, como designer de cupcake, blogger, etc, e muito, mas muito sexo.
Isso é o suficiente para transformar um livro em um best-seller? Sim. Mesmo com as opiniões ruins de quem realmente leu o livro, só porque ele se parecia com qualquer outro romance erótico, vendeu como bala. Alegadamente, a dupla já ganhou mais de $20.000 (cerca de R$ 40 mil) com o romance.
Esta não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 1969, 24 jornalistas escreveram um romance (Naked Came the Stranger) cheio de sexo com uma trama incoerente, má escrita, diálogo sem sentido e mais um pouco de sexo, só para provar o quão profundo a cultura literária americana tinha afundado. E nem precisou que a internet os ajudasse: o livro também se tornou um best-seller." [retirado de Hype Science]


Que conclusão podemos chegar?
Não acredito que seja somente pela capa, mas sim, por envolver toda uma modinha de contos eróticos também.
Deixem suas opiniões nos comentários! ;D

15 de outubro de 2012

Melhores capas de livros

O Design Observer divulgou a sua lista dos indicados a melhor capa de livro de 2012. Tem bastante coisa bem massa por lá. Pra quem não viu ainda, também tem a lista das melhores capas de 2011. Abaixo estão algumas dessas ganhadoras, mas vale clicar pra ver que tem bem mais. (Niege Borges, no Ponto eletrônico).







8 de outubro de 2012

6 livros que viraram grandes (e lucrativos) negócios


Da venda de milhões de exemplares às licenças e filmes, obras de ficção alimentam negócios milionários.



Cinquenta Tons de Cinza
No mundo todo, já foram mais de 40 milhões de exemplares vendidos. Só no Brasil, foram 300.000. Onipresente nas livrarias, o livro “Cinquenta tons de cinza”, da britânica Erika Mitchell (ou simplesmente EL James), vem quebrando recorde atrás de recorde. Em junho, o título tirou de Harry Potter o posto de livro impresso mais rapidamente comercializado no mundo – seu lançamento aconteceu há pouco mais de um ano, em junho de 2011.
O sucesso vitaminou o faturamento da Bertelsmann, holding alemã que controla a Random House, editora do bestseller. Em boa parte calcado no fenômeno, o lucro do grupo subiu 31% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 353 milhões de libras. Descrito por muitos como um “pornô para mães”, “Cinquenta tons de cinza” conta a relação de uma jovem com um enigmático multibilionário, romance apimentado com doses de sadomasoquismo. “Cinquenta tons mais escuros” e “Cinquenta tons de liberdade” completam a trilogia. Em março, a Universal e a Focus Features desembolsaram 5 milhões de dólares pelos direitos de filmá-lo.

Trilogia Millenium
Aos 15 anos, Stieg Larsson testemunhou o estupro de uma jovem por uma gangue. Atormentado pela lembrança, ele resolveu abordar o tema da violência sexual em seus thrillers. Desta proposta, surgiram os livros “Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com o fogo” e “A rainha do castelo de ar”. Publicados entre 2005 e 2007, eles venderam 65 milhões de cópias até o fim do ano passado. Mas o escritor sueco não viveu para presenciar esse boom: Larsson morreu em 2004 de um ataque cardíaco.
Nas telonas, a chamada trilogia “Millenium” ganhou uma versão em 2009, pelas mãos da Yellow Bird. Em Hollywood, a empresa se associou à Metro-Goldwyn-Mayer e à Columbia Pictures para o lançamento de uma releitura americana. Estrelado pelo ator Daniel Craig e dirigido por David Fincher, o mesmo de “A rede social”, o filme teve um orçamento de 100 milhões de dólares. A editora sueca Norstedts Förlag é quem detém os direitos de publicação da obra.

Harry Potter
Livros, filmes, produtos licenciados e até um parque de diversões em Orlando, nos Estados Unidos. Quem olha para o sucesso comercial da série “Harry Potter” não imagina que o primeiro livro da trilogia foi recusado por nada menos que oito editoras. Mas a britânica Bloomsbury decidiu seguir em frente e publicar “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em junho de 1997. O resto da história mostra que ela não teve motivos para se arrepender.
Traduzidos para mais de 60 línguas, os sete livros venderam mais de 400 milhões de cópias. A autora amealhou uma fortuna de aproximadamente 1 bilhão de dólares. E a Warner Bros., que comprou os direitos para o cinema, viu a franquia lhe render nada menos que 7,7 bilhões de dólares em bilheteria – recorde absoluto para uma única série.

O Senhor dos Anéis
Um mundo fantástico, com criaturas e língua próprias ganharam as páginas da série “O Senhor dos Anéis”, escrita por J. R. R. Tolkien e publicada entre 1954 e 55. Ao contrário dos livros retratados até aqui, a obra de Tolkien demorou anos e anos para ser levada aos cinemas. Depois disso, no entanto, suas vendas foram turbinadas. Estima-se que 150 milhões de cópias do livro já tenham sido compradas, divididas nos volumes “A sociedade do anel”, “As duas torres” e “O retorno do rei”.
Também ao contrário de seus antecessores na lista, “O Senhor dos Anéis” nasceu de um pedido da editora. Depois do sucesso do livro “O Hobbit”, publicado em 1937, a George Allen & Unwin solicitou à Tolkien que escrevesse uma continuação. Além de quatro adaptações para o rádio, a obra foi levada ao cinema em dois momentos. O primeiro foi em 1978 – e não teve lá grandes repercussões. A mais conhecida versão foi dirigida por Peter Jackson e dividida em três filmes, lançados entre 2001 e 2003. O último deles ganhou 11 estatuetas do Oscar. Juntos, os títulos arrecadaram 2,9 bilhões de dólares.

Crepúsculo
Misturando o mundo dos vampiros com um romance adolescente, a americana Stephenie Meyer alçou os quatro livros da série “Crepúsculo” à fama global. Publicados entre 2005 e 2008 pela editora Little, Brown and Company, eles venderam mais de 120 milhões de cópias até agora. E a autora conseguiu um valor relativamente alto pelos textos, antes mesmo do sucesso retumbante nas livrarias: 750.000 dólares pela publicação dos três primeiros livros.
Como não poderia deixar de ser, os direitos de “Crepúsculo”, “Lua Nova”, “Eclipse” e “Amanhecer” também foram vendidos para uma produtora de filmes, a Summit Entertainment. O último livro da série foi dividido em duas partes – a adaptação final estreará este ano nos cinemas. Suas antecessoras alcançaram juntas uma bilheteria de 2,5 bilhões de dólares.

Jogos Vorazes
Uma sociedade apocalíptica que força os jovens a matarem uns aos outros em um espetáculo transmitido pela televisão. Fechando a lista das trilogias que viraram grandes negócios, “Jogos Vorazes”, da americana Suzanne Collins, vendeu mais de 50 milhões de livros desde que chegou ao mercado, em 2008. A série, que leva o selo da editora Scholastic, conta com três volumes.
Em 2009, a Lions Gate Entertainment entrou em acordo com a Color Force, que havia adquirido os direitos da obra, para a produção de uma versão para o cinema. Ao custo de 88 milhões de dólares, “Jogos Vorazes” vendeu quase oito vezes mais nas bilheterias. Na Amazon, a trilogia alcançou o posto de e-book mais popular de todos os tempos.

24 de setembro de 2012

7 coisas que inspiraram famosos livros da Literatura Mundial

Às vezes, buscamos inspirações em pequenas coisas para escrever, certo? Eu, por exemplo, às vezes preciso de um tempo nublado e de um pouco de tristeza para botar pra fora as palavras certas (o que anda bem enferrujado, ultimamente). Mas muitos escritores usam músicas, sonhos, conversas ou até alguma coisa despretensiosa. 
E foi sobre isso que a Revista Galileu publicou. Aqui está, então, a lista com 7 coisas que inspiraram obras da literatura mundial. Por exemplo, a de George Martín é tão descabida que chega a ser engraçada. Assim como a de Maurice. E se ele soubesse desenhar cavalos? Será que Onde Vivem Os Monstros seria o sucesso que foi?

(Clique nas imagens para elas ficarem maiores e, assim, ler as informações e curiosidades).









Conhece mais algum inspiração de algum autor: Não deixe de comentar! :D



Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

27 de agosto de 2012

Livros podem manter você saudável: estude!


"Os livros agem como um tônico para o cérebro".


A neurocientista Susan Greenfield, sugere que a leitura ajuda a expandir a capacidade de concentração nas crianças: "histórias têm um começo, um meio e um fim - uma estrutura que encoraja nosso cérebro a pensar em sequência, a conectar situações, efeitos e significados", diz ela. "É essencial aprender essa habilidade quando criança, já que é quando o cérebro apresenta maior plasticidade; por essa razão, é tão importante que os pais leiam para os filhos. Quanto mais se faz isso, mais fácil desenvolver essa habilidade", ela acrescenta. 

Ler também ajuda a enriquecer nossos relacionamentos, acrescentando em nosso conhecimento o entendimento de outras culturas e nos ajudando a aprender a ter empatia, o Daily Mail aponta.

"Em um jogo de computador, você tem que resgatar a princesa, mas você não se importa com ela, seu único objetivo é vencer o jogo," explica Greenfield, "mas uma princesa em um livro tem um passado, um presente e um futuro; ela tem ligações e motivações. Podemos nos relacionar com ela, ver o mundo através dos seus olhos".

John Stein, professor emérito de neurociência do Magdalen College, de Oxford, diz que a leitura está longe de ser uma atividade passiva. "A leitura exercita o cérebro todo", explica ele. Ler histórias para crianças vai ajudar seus cérebros a desenvover capacidade de analisar a causa, efeito e significado dos acontecimentos.

Em 2009, um estudo de imagens cerebrais nos EUA, mostrou que a leitura sobre paisagens, sons, cheiros e sabores, ativa áreas do cérebro liagadas a essas experiências na vida real, criando novos caminhos neurais.Simplificando, os nossos cérebros simulam experiências reais, o que acontece quando você está assistindo TV ou jogando no computador. Também no ano de 2009, pesquisadores da Universidade de Sussex, mostraram como seis minutos de leitura podem reduzir os níveis de estresse por mais de dois terços, mais do que ouvir música ou sair para dar uma caminhada.

Fonte: Medindia




Sobre o Autor:
Priscila Guerra Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

14 de junho de 2012

Blábláblá #17 - Playstation e ebooks

Você deve está se perguntando o que uma coisa tem a ver com outra, certo? A resposta é: tudo.


De acordo com o site MCV, a Sony está preparando uma aplicação que permitirá a leitura de ebooks na seu popular console de jogos. Intitulada de Storyteller, a aplicação oferecerá acesso e apresentação de documentos e ebooks, sobretudo de conteúdo infantil. Disponível tanto para  Playstation 3 como para o portátil PSP Vita, a Storyteller foi apresentada na E3 2012.

Fonte: Ler ebooks

11 de junho de 2012

Blábláblá #16 - De onde vem o cheiro dos livros?

É o argumento final dos indefectíveis do formato impresso: o cheiro do livro, que nunca poderá ser substituído pelo inodoro ebook. Mas afinal de onde vem o cheiro dos livros? É isso que nos explica o Richard do AbeBooks neste vídeo baseado numa pesquisa realizada pela University College London, em Londres.

Um livro de papel é feito de material orgânico que reage ao calor, à luz, à humidade e, sobretudo, aos químicos usados na sua produção. O cheiro é produzido precisamente pela reação do material orgânico a estes fatores.




Fonte: Ler ebooks

PS: Gente! O blog pode ficar sem atualização no decorrer dessa semana, devido ao fato que meu notebook ~resolveu~ parar de funcionar. Tentarei fazer o possível para atualizá-lo, mas nada garantido.
Sobre o resultado da promoção, se tudo der certo, será lançado amanhã de manhã.

4 de junho de 2012

Blábláblá #14 - Turma da Mônica conta a história de Steve Jobs


A história de Steve Jobs acaba de ganhar uma nova versão: desta vez, quem conta a trajetória do fundador da Apple é a Turma da Mônica. Jobs é protagonista do título da série Saiba Mais que acaba de chegar às bancas, sempre com o objetivo de explicar às crianças uma tema relevante da atualidade. Anjinho Conta a Vida de Steve Jobs para Mônica e Cebolinha custa 5,70 reais.

A ideia surgiu quando uma funcionária do estúdio contou ao cartunista Maurício de Sousa, criador da Turma, que estava lendo dois livros sobre Jobs. Souza, que monitorava o sucesso da biografia de Jobs escrita por Walter Isaacson, decidiu explorar o assunto. Oito profissionais de sua equipe foram destacados para a empreitada e mergulharam na vida de Jobs em busca de passagens interessantes para a revista infantil.

"Nossa filosofia é falar sobre assuntos do momento, que provoquem interesse e que despertem emoções. Fizemos uma grande pesquisa e, como proposta didática, colocamos nossos personagens convivendo com o executivo", conta Sousa, de 77 anos.

Ele concorda que não é fácil explicar às crianças a importância das inovações tecnológicas saídas da cabeça de Jobs. Mas aposta que a linguagem coesa própria dos quadrinhos permite que assuntos complexos sejam resumidos de forma adequada ao público infantil. Agora, o cartunista e seu time planejam os próximos títulos da coleção Saber Mais: código florestal e crise do euro. 

Para produzir a série, que hoje é usada como material didático nas escolas da China, a equipe avalia cuidadosamente o que deve ou não ser abordado na revista. "Focamos nas passagens positivas e exóticas. No caso de Jobs, não encontramos problemas em mostrar que ele não gostava de tomar banho, mas evitamos detalhar a fase de sua doença", diz Souza. Jobs morreu em outubro de 2011, após uma longa batalha contra um câncer no pâncreas.

O cartunista acredita que a história de Jobs pode ensinar muitas coisas ao público infantil. "Ele era uma pessoa cheia de ousadia e criatividade. Sua experiência de vida mostra como é possível quebrar paradigmas", diz.

2 de maio de 2012

Blábláblá #12 - Veja o nascimento dos livros!

O Telegraph, jornal britânico, publicou um vídeo de como se dá o nascimento dos livros! Com o título "Birth of a Book", em um pouco mais de um minuto, retratam os passos da fabricação de um livro de capa dura. Confira!



Fonte: Podler