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6 de fevereiro de 2013

Literatura dos games

Uma coisa que anda bem frequente nos dias de hoje é a mistura de dois mundos: o da literatura com o do mundo dos games. Reinos fantásticos, heróis, vilões e histórias instigantes e arrepiantes são os elementos principais para fazer sucesso entre a molecada. Cada vez mais as tramas complexas se tornaram grandes o bastante para invadir as estantes e ganhar páginas e mais páginas de seus próprios livros.

A expansão de um universo para outras mídias começou com a saga Star Wars, do senhor George Lucas, que já conta há anos com aventuras derivadas da trama original em títulos para games, literatura e histórias em quadrinhos. Agora, enredos dos populares World of Warcraf, Diablo, Assassin's Creed e Uncharted, entre outros jogos, encontram sobrevida em publicações nas livrarias.

"Os brasileiros estão conhecendo isso agora, mas já vem de algum tempo. É uma questão de se inserir essa ideia nova na cultura dos gamers daqui, pois os videogames estão cada vez mais presentes na vida das pessoas", analisa o produtor de televisão Makson Lima Júnior, de São Bernardo.


Acostumada a passar horas na frente do computador controlando seu avatar no mundo de 'World Of Warcraft', Fernanda Thieni Lima, de São Caetano, está conhecendo outras tramas que se passam no mágico universo Azeroth nas páginas de 'World Of Warcraft - Marés da Guerra', de Christie Golden. "No início, fiquei meio receosa pelo fato de um livro tão pequeno (com 350 páginas) poder desenvolver tantas coisas em relação a uma trama enorme. Vi que o livro te deixa mais ligada com o jogo. Conforme vai lendo, você se sente como se estivesse lá, ainda mais porque já conheço esse universo virtual", afirma.

A qualidade dos livros conta com reflexo direto em suas vendas. "Os livros baseados em games não atraem somente os jogadores, mas os fãs de fantasia, ficção científica, romances históricos. Se somarmos as vendas dos livros das nossas franquias, temos mais de 560 mil exemplares vendidos no Brasil", revela Ana Lima, editora executiva do selo Galera Record, principal editora do gênero. Para este ano, o grupo planeja trazer para o Brasil mais duas publicações ligadas a 'World Of Warcraft' e lançar o primeiro volume ligado à série 'Mass Effect'.

Abaixo, algumas opções
- 'World of Warcraft: Marés da Guerra' 
(Galera Record, 350 páginas, R$ 34,90 em média)

- 'God of War: A História Oficial Que Deu Origem ao Jogo'
(Leya, 384 páginas, R$ 29,90 em média)

- 'Assassin's Creed: Renascença'
(Galera Record, 350 páginas, R$ 34,90 em média)

- 'Halo: Cryptum - a Saga Dos Forerunners'
(Editora Planeta, 320 páginas, R$ 39,90 em média) 

- 'Diablo III: A Ordem' 
(Galera Record, 350 páginas, R$ 34,90 em média)

- 'Battlefield 3: O Russo' 
(Galera Record, 350 páginas, R$ 34,90 em média)

Por Priscila Guerra. Adaptado de: Diário do Grande ABC

10 de setembro de 2012

Clássicos da literatura nacional viraram games!

Algo inesperado? Pois é, muito! É nessas e outras que vemos o quão criativas as pessoas podem ser ao misturar os assuntos, mas isso é também, um grande incentivo à leitura de livros nacionais - que, convenhamos, há muitos que são ótimos, porém, não há aquele estímulo tanto quanto os mais recentes e geralmente, da literatura estrangeira.



Nisso, o projeto que está unindo os dois assuntos (o link estará no final do post), dará versões de games online para três clássicos: "Dom Casmurro", de Machado de Assis; "O Cortiço", de Aluísio Azevedo; e "Memórias de um Sargento de Milícias" de Manuel Antônio de Almeida. O responsável por essas adaptações é o escritor Toni Brandão.
A iniciativa surgiu diante da ideia de que a cultura digital possa ajudar no incentivo ao acesso dos jovens à literatura nacional. O jogo tem a intenção de aproximar o adolescente do clássico em questão. No portal do projeto, estarão disponibilizados, também, os livros originais digitalizados, curiosidades sobre a obra e informações sobre o autor. Aparentemente, no jogo, o roteiro é baseado na trama da obra, mas o desfecho pode ser escolhido pelo jogador, que interage com a história, conhecendo-a e redefinindo-a. Ao longo da brincadeira, trechos da obra são mostrados, para incentivar a leitura na íntegra.

O objetivo desse projeto é totalmente livre do comércio, diferente dos jogos de diversos livros que já ouvimos falar: Harry Potter, Senhor dos Anéis... 
Mesmo com uma atitude grandiosa dessa, devemos ter em mente que talvez esses joguinhos não "conseguirão trazer a emoção ou entretenimento" como nos outros jogos citados. São jogos simples, com gráficos simples. Mas não devemos depreciá-los por causa disso afinal, o jogo só tem a intenção de despertar a atenção de gamers, e, cim essa atenção garantida, deixar para os clássicos a tarefa de balançar seus corações.

A maioria dos estudantes - assim como eu -, que passaram ou estão passando pela época de vestibulares, com certeza tiveram acesso à esses clássicos e, como uma estudante que teve que ler muitos "por obrigação", sei o quanto é difícil ler algo que não chama tanto a atenção ou, então, não condiz com a nossa linguagem coloquial de hoje. Machado de Assis que me perdoe, mas até hoje eu não tenho vontade de tocar em Dom Casmurro. E o por quê disso? Acredito, também, que pela falta de estímulo que é dada aos estudantes. Se um professor não sabe "levar" seus alunos e fazê-los despertar o interesse em ler, é claro que a tarefa passará a ser metódica e chata. Muitas provas de literatura foram assim: livros lidos por obrigação somente para responder à dez míseras questões que, hoje, percebo que não fazem a menor diferença na minha vida. E o vestibular? Listas de 10 à 15 livros para a prova do ano. O aluno acabará lendo sem vontade, sem atenção necessário. É um sistema falho pois, ao invés de focar em 10 livros clássicos, deveriam rever conceitos e fazer uma prova que focasse somente em um livro ou no máximo - estourando - em quatro, para poder fazer com que o aluno não se sinta na obrigatoriedade de ter uma leitura metódica, e fazer uma prova metódica. Com certeza, a literatura brasileira deixaria de ser tachada como "chata", pela maioria dos alunos.


Sobre o Autor:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

19 de março de 2012

ME WANT! Plants vs. Zombies

Fala, galero! Como estão?
Já vou avisando: é um post sobre game de novo.

Estava eu vagando por aí pra encontrar um chaveiro novo pras chaves do carro e acabei encontrando mais que isso!
Todo mundo já deve ter ouvido falar do joguinho Plants vs. Zombies onde o jogador deve proteger sua casa de uma invasão de zumbis (óbvio).
Caso não conheça, o ano é 2012, seja bem vindo, sente-se veja o vídeo.




O game é simples, mas não é fácil como parece. Mas isso não vem ao caso, o post não é sobre o jogo em si e sim sobre produtos dos personagens!!! Vejam:




13 de fevereiro de 2012

ME WANT! Plush Om Nom (Cut the rope)

  Fala, galerinho! Como vão?
  Já vou avisando: se você baba por personagens fofos, ignore esse post ou morra de lombrigas. Sério.

  Om Nom é o personagem do joguinho Cut The Rope (que vou deixar os links pra Android e iPhone no final do post). Ele lembra um sapinho e faz umas caras apaixonantes lvl over 9000. O objetivo do game é fazer com que o doce chegue até a boca do Om Nom, pegando 3 estrelas pela fase. PARECE facil.

  Clica aí na imagem pra jogar uma prévia on-line.

  Assim como aconteceu com Angry Birds, o Om Nom também virou pelúcia! Coisa mais fofa, olha aí.




  São vários modelos, cada um com uma carinha diferente que ele faz durante o jogo. Ví semana passada pra vender aqui no Brasil, mas já esgotou. Agora só resta comprar na ThinkGeek. 

  Pra quem achar o frete um pouco salgado, pode montar esse papertoy.

  Por hoje é isso, gente! Espero que tenham gostado.
  Até a próxima ;)