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12 de janeiro de 2014

Releitura: Harry Potter

Tudo começou em 2001, numa sala de cinema. Eu não me lembro bem dos detalhes, mas lembro daquele mundo mágico em que fomos inseridos. Aquele mundo mágico que, nem eu e nem você, sabíamos que iria ser um sucesso e acompanharia milhões de pessoas durante sua infância/adolescência.

Lá pros anos de 2004, li pela primeira vez o livro (que aliás, foi o primeiro livro "não obrigatório" que li; devorei), e a partir daí, nunca mais parei. Um vicio até então sustentado por livros emprestados, mas não era a mesma coisa que tê-los e chamá-los de meus.

Resolvendo reviver aquele momento da minha infância/adolescência (o último livro, li há quase 7 anos), percebo que muita volta à tona, e é como se eu tivesse resolvido reabrir um velho diário e relembrar velhas sensações. É tão bom...






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8 de outubro de 2013

Harry Potter pode virar série de TV

Pra quem é fã da saga, já pode dar pulinhos de alegria. Muitas boas notícias têm pipocado na internet nas últimas semanas para os fãs e aficionados pelo mundo de Harry Potter, o bruxinho que começou suas aventuras nos livros da escritora britânica J.K. Rowling e depois  seguiu para as telonas de cinema. Em 2011 foi exibido o oitavo e último filme da franquia do bruxinho, deixando órfãos milhares de fãs do menino que sobreviveu ao ataque de um poderoso bruxo das trevas. Mas as esperanças dos aficionados ressurgiram na última semana, com a possibilidade de ver novamente nos cinemas uma história que traz de volta o mundo mágico do bruxo mais famoso da atualidade.


Isso tudo porque a escritora J.K Rowling formalizou uma nova parceira com a produtora Warner Bros. para a produção de um novo filme, o Fantastic Beasts and Where to Find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), um spin-off de três livros que complementam a saga do bruxinho. Já pensando no futuro da franquia de Harry Potter, a Warner Bros também já garantiu os direitos dos outros livros, o Tales of Beedle The Bard (Contos de Beedle, o Bardo) e Quidditch Through The Ages (Quadribol Através dos Séculos).

Com isso, a Warner Bros deixa claro que quer perpetuar a história de Harry Potter e a criação de série de televisão pode ser um dos caminhos para isso. Caso a expectativa se concretize, a série pode acabar retratando uma parte do universo do bruxo que ainda não foi explorado nos filmes, e não o protagonista em si. Algumas das ideias de J.K. Rowling e da produtora é que o Quadribol e os mistérios de Hogwarts sejam o cenário das novas produções.

Esta não seria a primeira vez em que um sucesso das telonas se encontra com a produção da televisão, como o que já acontece com a série Agents of SHIELD, que é uma das apostas da ABC, que parte dos acontecimentos apresentador no filme Os Vingadores. Já que as obras já contam com livros, filmes, jogos e vários outros produtos, a televisão é agora um caminho natural para expandir o mundo mágico do bruxinho.

E aí, o que acharam desta notícia?

30 de setembro de 2013

As origens de 16 criaturas fantásticas de Harry Potter

Desde o primeiro livro de Harry Potter, incríveis criaturas, animais e monstros são apresentados a nós, leitores.  São tantas criaturas excêntricas, que J. K. Rowling lançou “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, um guia sobre esses animais, com dados como habitat, alimentação e periculosidade. Mas de onde será que Rowling extraiu tantas ideias? Ela, na maioria dos casos,  inspirou–se em seres mitológicas de vários cantos do mundo, para criar essas criaturas. Está curioso? Dê uma lida abaixo:

1. Acromântula (Aragogue)


Na mitologia grega, uma garota chamada Aracne afirmou bordar melhor do que a deusa Atena e acabou sendo transformada em aranha como punição. O termo "acromântula" é usado apenas em Harry Potter e, de acordo com o professor Slughorn, o veneno desses monstros é muito valioso.

2. Basilisco


Em A Câmara Secreta, esse monstro ultrapassava os 15 metros de comprimento. Na versão de Rowling, ele nasce quando um sapo choca um ovo de galinha. A criatura foi mencionada na Grécia Antiga e na Bíblia de várias maneiras, mas costuma ser menor e nasce de um ovo de sapo chocado por um galo. As duas versões têm um olhar mortal.

3. Centauro


Metade homens e metade cavalos, os centauros pertencem à mitologia grega. Eram considerados seres bestiais. Em Harry Potter, ao contrário, os centauros clamam ter inteligência superior à dos humanos e têm grande capacidade de interpretar as estrelas. Um deles é Firenze, que chega a dar aulas de Adivinhação em Hogwarts.

4. Dragão


Esses seres existem nas mais variadas culturas. Na Mesopotâmia já havia registros como Humbaba, guardião da montanha na Epopeia de Gilgamesh. Ele tinha patas de leão com garras de pássaro, corpo repleto de escamas e chifres.

5. Hipogrifo


A primeira menção escrita ao hipogrifo se dá nas Éclogas, do poeta romano Virgílio. Ele tem corpo de cavalo, mas possui asas e cabeça de águia. A diferença para o grifo é que essa outra criatura tem corpo de leão, não de equino.

6. Grindylow


Esse ser vive no lago de Hogwarts, tem pequenos tentáculos abaixo da cintura e uma cabeça grande. Na mitologia inglesa, os grindylows usam seus braços para sequestrar crianças que se aproximam demais da água.

7. Lobisomem 


Existem referências em várias culturas, mas a maldição é chamada de licantropia por causa da mitologia grega. A história conta que Licaonte sacrificou um bebê e o serviu a Zeus. Como punição, o deus transformou o mortal em lobo.

8. Fênix


Associada ao Sol, que sempre volta no dia seguinte, a Fênix aparece em diversas culturas. Há, por exemplo, benu, do Antigo Egito, e fenghuang, do leste asiático.

9. Elfo doméstico


Em parte, a raça de Dobby se assemelha ao brownie, criatura escocesa que ajuda em tarefas domésticas durante a noite. Sem se deixar perceber pelos moradores, esses seres aceitam comida como presente e abandonam o local se essas prendas forem chamadas de “pagamento”.

10. Duende


Em Harry Potter, eles administram o banco Gringotes, que reúne o dinheiro dos bruxos. Chamados na versão original de “goblins”, têm orelhas pontudas e estatura menor do que a de um ser humano. Aparecem em lendas inglesas, alemãs, francesas, japonesas, indianas e coreanas.

11. Trasgo


Gigantes e nada inteligentes, os trasgos são originalmente chamados de “trolls”. Surgiram no folclore escandinavo e são retratados como seres que gostam de viver em cavernas. Nas lendas originais, eles se transformam em pedra quando expostos à luz do dia.

12. Gigante


Com aparência humana, mas muito maiores, os gigantes aparecem no panteão de diversas culturas. Eles são descritos na Bíblia, antes da enchente para a qual Noé construiu a arca e na luta entre Davi e Golias. Há também gigantes na mitologia grega, os daityas do hinduísmo, os jotun nórdicos e até lendas de índios norte-americanos que mostram esses seres imensos como ruivos canibais.

13. Bicho-papão
Na versão original, é chamado de “boggart”. Essa palavra é usada na Grã-Bretanha para designar espíritos mal-intencionados que, assim como o nosso saci-pererê, azedam o leite e fazem objetos sumirem. Na franquia Harry Potter, o bicho-papão não tem forma fixa, transformando-se no maior medo de quem o vê. A descrição é semelhante à do Brollachan, criatura folclórica da Escócia.

14. Dementador


Rowling afirma que criou os dementadores por conta própria depois de passar por uma forte depressão. Esses monstros seriam uma metáfora para seu problema. No entanto, existem comparações entre os dementadores e os nâzgul, espectros que servem Sauron em O Senhor dos Anéis.

15. Testrálio


O testrálio em HP é a mistura de um cavalo com um dragão. Possuindo pouca quantidade de carne no corpo e escamas que o cobrem, a criatura é um pouco feinha, mas dócil e tímida. Dizem que apenas quem presenciou a morte pode vê-la. Há uma criatura celta chamada kestrel que se parece muito com o testrálio descrito por Rowling.

16. Fofo


Lembra do Fofo? Aquele cachorrinho grande com mau hálito e três cabeças, que guardou o local onde era armazenada a pedra filosofal? Pois bem, ele parece muito com Cérbero, o cão que guardava a entrada de Hades na Mitologia Grega.

13 de setembro de 2013

Warner anuncia nova série de filmes baseados no universo de Harry Potter

J.K. Rowling escreverá o roteiro de Animais Fantásticos e Onde Habitam estrelado pelo personagem Newt Scamander.


A magia de Harry Potter vai continuar nas salas de cinema. A Warner Bros. acaba de anunciar a produção de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (Fantastic Beasts and Where to Find Them), filme que dará início a uma nova franquia baseada no universo do famoso bruxinho.

O primeiro longa está sendo roteirizado pela própria J.K. Rowling, que deve supervisionar de perto essa nova série cinematográfica. O protagonista dessa nova empreitada pelo universo mágico será o personagem Newt Scamander, o autor dos livros que os estudantes de Hogwarts conheciam.

As aventuras de Newt se passarão 70 anos antes da história de Harry Potter, mas a nova série não deve ser compreendida como uma sequência, nem como uma prequel dos filmes do bruxinho. Rowling disse que as novas produções devem ser vistas como uma extensão do universo mágico que ela criou.


“Animais Fantásticos e Onde Habitam” deve trazer elementos conhecidos dos leitores, com regras e costumes semelhantes àqueles estabelecidos na história de Harry Potter. Não há qualquer previsão de lançamento, nem elenco ou diretor associados ao projeto ainda.

Esse novo filme baseado no universo de Harry Potter é apenas uma das novas parcerias de J.K. Rowling com a Warner Bros., que vai também distribuir a adaptação em minissérie de sua mais recente obra literária, o romance “Morte Súbita”.

11 de setembro de 2013

8 capítulos deletados que mudariam radicalmente o desfecho de grandes obras

Às vezes não é necessário mais que uma frase para mudar drasticamente o desfecho de um livro. Tirar um trecho do contexto geral de uma obra literária pode danificá-la de forma radical, de certa forma desvirtuando o significado original com que a obra foi concebida. Mas também é possível imaginar que, se alguns capítulos de algumas obras não houvessem sido omitidos, talvez certos livros nunca tivessem chegado às mãos do público. Segue abaixo uma lista de obras famosas que, de uma maneira ou de outra, não são a idealização original de seus criadores.

8 – O Drácula de Bram Stoker


Se há um livro que influenciou radicalmente o gênero de terror e tornou-se referência para gerações de escritores e leitores, muito provavelmente este livro é O Drácula de Bram Stoker. O livro conta a história da tentativa de Drácula de se mudar da Transilvânia para a Inglaterra e sua batalha com um grupo liderado por Abraham Van Helsing. Bram Stoker pode não ter sido o idealizador dos vampiros, mas definitivamente definiu o estilo de vampiro moderno.

O capítulo deletado:

O castelo do Drácula desmorona e ele morre, de modo a esconder o fato de que algum dia um vampiro viveu ali. Mas, talvez na intenção de escrever uma sequência para o livro ou estar preocupado em fazer um final muito semelhante ao de A Queda da Casa de Usher, de Edgar Allan Poe, Stoker cortou a cena.

Se não fosse deletado…

É muito provável que perdesse o caráter original e toda a importância da obra passasse despercebida por seu capítulo final ser demasiado semelhante ao de A Queda da Casa de Usher. Ou seja, Stoker seria mais um escritor que copiou Poe e jamais teria entrado para a história.

7 – O Retrato de Dorian Gray


O Retrato de Dorian Gray é a obra mais conhecida do escritor irlandês Oscar Wilde e é considerada um dos clássicos modernos da Literatura Ocidental. O livro conta a história de um jovem de rara beleza que tem seu retrato pintado e se deslumbra com a própria imagem. Apavorado com a efemeridade de sua beleza e seduzido pela possibilidade de uma vida guiada pelo prazer, Dorian então “vende” a alma para que o quadro possa envelhecer em seu lugar. Além de uma reflexão magistral sobre a juventude, o prazer e a suposta oposição entre beleza e inteligência, o livro é uma crítica mordaz aos costumes da Inglaterra Vitoriana do fim do séc. XIX.

O capítulo deletado:

A publicação do livro, em 1890, causou rebuliço entre os editores devido às diversas passagens onde eram descritas cenas sensuais entre homens. A homossexualidade estava longe de ser uma prática aceitável entre os ingleses da era Vitoriana, e a sugestão que Wilde recebeu de seu editor foi “diluir” o conteúdo homossexual em sete novos capítulos. Passagens com conteúdo mais explícito foram cortadas de vez e o livro foi um estouro. Wilde, porém, foi mandado para a prisão por sua preferência sexual.

Se não fosse deletado…

O mérito de O Retrato de Dorian Gray é ter sido o primeiro livro a falar de homossexualidade, ainda que não explicitamente, e ter uma repercussão gigantesca. Levando em conta que mesmo após a edição do livro Wilde foi acusado de pederastia, talvez fosse esse o caso de ignorar algumas sugestões do editor. Se o livro não houvesse sido tão brutalmente editado, poderia ter pavimentado o caminho para tolerância e aceitação mais cedo na história.

6 – Grandes Esperanças


Grandes Esperanças é um clássico da literatura Vitoriana que descreve, em primeira pessoa, a trajetória pessoal de Pip, um rapaz órfão que vive na primeira metade do século XIX. Pip recebe o privilégio de uma fortuna e torna-se membro da aristocracia sem, por um momento sequer, passar por trabalho duro. Ele conhece e liberta o fugitivo Abel Magwitch, que lhe retribui em dinheiro após ser deportado, porém sem que Pip tome conhecimento do fato. A realidade de Magwitch, marginalizado, preso e doente, vai em sentido contrario à de Pip. Grandes Esperanças é considerado por Dickens o seu melhor trabalho, e se foca na relação entre a sociedade e os homens.

O capítulo deletado:

O autor havia originalmente imaginado um final onde Pip encontra-se com sua amada, exausta e deprimida. Ela havia perdido o marido recentemente, e Pip estava sem um tostão. Pip diz que nunca poderia tê-la para si e que ele sabe que ambos têm corações imersos em trevas. A separação, nessa versão, não é nada amigável.

Se não fosse deletado…

Ao mostrar essa versão a alguns amigos, Dickens obteve a resposta de que ela era demasiado deprimente, de modo que acabou trocando-a por algo mais alegre. Enquanto alguns vêem o final feliz como uma recompensa pelo crescimento do caráter de Pip, outros, como o escritor George Bernard Shaw, apontaram o final original como mais coerente com a ideia geral do livro. Atualmente a crítica é dividida neste aspecto.

5 – Harry Potter e as Relíquias da Morte


A famosa saga escrita por J.K. Rowling entre 1997 e 2007 conta as aventuras do bruxo Harry Potter e seus amigos Rony Weasley e Hermione Granger na escola de Hogwarts, assim como sua missão de derrotar o bruxo das trevas Lorde Voldemort. Trata-se simplesmente da saga que mais vendeu na história, tendo vendido cerca de 450 milhões de exemplares e sido traduzida para 67 línguas diferentes, sendo que os últimos 4 livros estabeleceram recordes como livros mais rapidamente vendidos na história. Indiscutivelmente foi a série de literatura infanto-juvenil que mais marcou a geração de leitores nascidos nos anos 90.

O capítulo deletado:

Um jornalista, único amigo da autora que sabia do final alternativo, vazou a informação. Dois finais foram considerados pela autora J.K. Rowling para Harry Potter e as Relíquias da Morte. Ela escolheu a versão hoje conhecida: Voldemort morre e Harry salva a todos. O final alternativo não foi tão feliz. Na verdade, ele dá a entender que Voldemort passou a viver como uma estátua em Hogwarts.

Se não fosse deletado…

Rowling não queria que a informação fosse a público, mas podemos agradecer a seu amigo por fornecer uma alternativa a quem não se contentou com o final “felizes para sempre”. Além do fato de Voldemort poder ser uma estátua nos arredores de Hogwarts, Harry, agora o diretor e um homem velho, apaga as memórias de todos sobre Voldemort. Também é dado a entender que o próprio bisneto haveria de se tornar o próximo bruxo das trevas. Um final controverso, mas também prato cheio para quem ansiava por uma sequência para a saga.

4 – A Máquina do Tempo


Um dos primeiros romances de ficção científica e responsável pela popularização do conceito de viagem no tempo, a Máquina do Tempo, de H.G. Wells, conta a história de um inglês da era Vitoriana que inventa uma máquina do tempo e viaja 800.000 anos no futuro. Lá, ele conhece a realidade distópica onde convivem dois tipos diferentes de homens: os Eloi, hominídeos medrosos e frágeis que vivem na superfície, e os Morlocks, uma assustadora população relegada a desenvolver-se nas profundezas da terra, produzindo toda a infraestrutura necessária à vida dos Eloi ao longo de centenas de milhares de anos. O autor dá a entender que essas duas evoluções distintas da espécie humana resultam de uma divisão de classes.

O capítulo deletado:

O que poucos sabem é que, durante o estágio de edição do livro, com a intenção de demonstrar “a total degeneração” do homem, o editor de Wells pediu um capítulo extra. Nesta versão, o viajante conhece o futuro ainda mais distante dos Eloi e dos Morlocks. Ele descobre uma forma evoluída dos Eloi, que acaba matando por não tê-la reconhecido.

Se não fosse deletado…

Talvez, se não houvesse sido deletado, este capítulo teria feito o público odiar o livro e, por consequência, todo o gênero de ficção científica que seguiria depois.

3 – Alice através do Espelho


Nesta sequência de Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll decidiu fazer um livro ainda melhor que o primeiro. O novo livro se focava no jogo de xadrez que ajudou a popularizar Alice no País das Maravilhas, e os obstáculos são colocados como etapas de um jogo de xadrez, com a aparição de personagens marcantes ao longo da trama. Trata-se, em última análise, de uma ode à esperteza infantil e uma crítica à literatura moralista dirigida às crianças da época, desde cedo submissas à lógica aprisionante dos adultos.

O capítulo deletado:

Devido à falta de uma ilustração, um capítulo inteiro da obra foi cortado. O capítulo A wasp in a wig, ou A vespa de peruca, não entrou porque o ilustrador dos livros de Carroll afirmou não ser capaz de desenhá-la, por mais que tentasse.

Se não fosse deletado…

Possivelmente, seria mais um personagem fascinante para o livro, e que, infelizmente, não veio a público. Muitos dos personagens influenciaram a cultura popular (http://en.wikipedia.org/wiki/Category:Music_based_on_Alice_in_Wonderland), a exemplo da música “I am the Walrus”, dos Beatles.

2 – A Autobiografia de Malcolm X


A autobiografia de Malcolm X foi um dos livros mais importantes do século XX. Lançado em 1965 a partir de um trabalho conjunto de Malcolm X e o jornalista Alex Haley, o livro tem como base uma série de entrevistas conduzidas por Haley entre 1963 e o assassinato de Malcolm X, em 1965. Além do idealismo do orgulho negro e nacionalismo negro e das filosofias pessoais de Malcolm X, o livro se refere também a um processo de amadurecimento espiritual.

O capítulo deletado:

No entanto, curiosamente, três capítulos foram cortados do livro. Justamente estes três capítulos eram considerados os mais impactantes. Foram escritos durante os últimos meses de vida de Malcolm X e mostravam sua desilusão com a luta pelos direitos civis assim como sua batalha pessoal com a depressão. Haley também censurou prontamente material com teor antissemita que se encontrava na obra. Ele também demonstrava estar ciente de que sua própria morte se aproximava.

Se não fosse deletado…

Os capítulos foram removidos, mas, talvez, se houvessem permanecido, o sucesso comercial do livro certamente seria menor. Por consequência, talvez a causa de Malcolm X talvez não tivesse produzido um impacto tão grande na sociedade.

1 – A Fantástica Fábrica de Chocolate


O livro, do escritor britânico Roald Dahl, retrata as aventuras do jovem Charlie Bucket na fábrica de chocolate do excêntrico Willy Wonka. O livro nasceu com base nas experiências de Dahl em seus dias de escola, quando uma grande fábrica de chocolate enviava pacotes para testar a aprovação das crianças durante a década de 1920. A existência de uma fábrica rival e a possibilidade de espionagem da fabricação de produtos criou um sistema de segurança em ambas as fábricas, o que colaborou com o surgimento do mistério envolvendo a produção dos chocolates.

O capítulo deletado:

A versão original de A Fantástica Fábrica de Chocolate tinha um número maior de crianças em sua trama (na versão atual, são apenas cinco ganhadores), e um capítulo destinado ao último personagem deletado. O capítulo apresenta a filha de um diretor de escola que é muito dedicada aos estudos. A garota e seus pais ficam sabendo da existência de uma máquina que mistura cereais cuja ingestão causa pontos vermelhos no rosto da criança por uma hora, de modo que ela possa faltar à aula. A revolta é tanta que os personagens tentam sabotar a máquina.

Se não fosse deletado…

Talvez Dahl tenha considerado o desfecho sombrio demais para um livro infantil. Após descobrir o plano da família, Wonka diz, com seu humor característico, que eles próprios farão parte da mistura. Ele logo emenda dizendo que é apenas uma brincadeira, e que os Oompa-Loompas acompanharão a família para a saída. Mas pouco tempo depois os Oompa-Loompas voltam cantando sobre como os amigos de Miranda vão apreciar seu sabor lá na escola…

8 de agosto de 2013

Clássicos da literatura ganham edições fofas para colecionadores

Para quem gosta de literatura, sabe que existem algumas leituras que são, praticamente, obrigatórias - Alice no País das Maravilhas, Orgulho e Preconceito, O Retrato de Dorian Gray, Drácula... -, agora, melhor ainda é se essa leitura pudesse ser feita na língua original em um exemplar incrível!


Se você é que nem eu, e faz parte daquele time que é louco por livro e adora edições de colecionadores, você precisa conhecer as edições especiais da Barnes & Noble (a maior rede de livrarias dos EUA): são livros clássicos com capa dura de couro estampada com arte caprichada. Todos tem detalhes em tinta especial dourada ou prateada na capa, folhas douradas e estão à venda na Livraria Cultura por um preço justo.



Se você não domina o idioma inglês, não fique triste: editoras brasileiras também têm lançado obras bonitas e de qualidade. A Cosac Naify traduziu do original os clássicos Guerra e Paz, de Liev Tolstoi, Oblomov, de Ivan Gontcharóv, e Os Miseráveis, de Victor Hugo.


Assim como Harry Potter também ganhou um box exclusivo, da editoria Rocco, com os sete livros da saga criada por J. K. Rowling em capa dura com ilustrações inéditas.


É de ficar babando e querendo todos! *-*

5 de agosto de 2013

Capas comemorativas de 15 anos de Harry Potter!

Olá, leitores do Stuck!
Há alguns dias, a editora Scholastic liberou para o público todas as ilustrações das novas capas das edições comemorativas de 15 anos do lançamento do primeiro livro da série Harry Potter,  nos EUA, que tem data para relançamento no dia 27 de agosto. :)

Quem ficou com essa responsabilidade toda foi o escritor e ilustrador Kazu Kibuishi. Ele até deu uma entrevista contando como ele conseguiu esse trabalho e como foi o processo de fazer as novas capas. Segundo ele, chegou a desenhar 60 versões da capa de A Câmara Secreta, mas que no fim preferiu começar do zero para realmente conseguir captar o livro no desenho.

Mas, se você quiser a coleção completa mesmo, é melhor esperar até novembro, pois, neste mês, será liberada a Biblioteca Hogwarts. Esse conto contará com os livros Quadribol Através dos Séculos, Animais Fantásticos & Onde Habitam e o livro de histórias infantis, Contos de Beedle, o Bardo. Além, claro, dos setes livros que conhecemos e amamos!

Minha vontade de comprar mais essa coleção é grande, pois é uma capa mais linda que a outra! Bem que a Rocco poderia lançar aqui, né? #LançaRocco! E estou pensando seriamente em reler os livros...

Confira as capas novas:


Capa de fundo de Harry Potter e a Pedra Filosofal











E aí, o que acharam?! Lindas, não? *-*

19 de julho de 2013

Editora divulga 16 capas de “Harry Potter” nunca antes vistas

Mary Grand Pré é a ilustradora responsável pelas capas das edições americanas e brasileiras dos livros Harry Potter. Para fazer as capas dos livros, ela era uma das únicas pessoas que podiam ler a história antes de todo mundo, e assim selecionava trechos bem descritos, que pudessem ajudar a criar imagens ou cenas que simbolizassem o livro.

Obviamente ela não fazia um único desenho, mas vários para chegar a escolha final junto com o seu editor. O site Geekologie divulgou algumas ilustrações feitas para capas ou capítulos dos livros, que nunca foram usadas.

Confira! *-*