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8 de maio de 2013

Hotel de Lego usa mais de 3 milhões de peças pra fazer fantásticas esculturas

Para quem AMA Lego, posso garantir: o paraíso existe. Chegou a vez de a Califórnia receber o Legoland Hotel, num espaço totalmente preenchido por Lego.

Com mais de 3500 modelos de Lego espalhados pelo espaço, o hotel tem 250 quartos, cada um decorado com um tema alusivo a piratas, aventuras ou realeza. Pra isso, foram usadas mais de 3 milhões de peças e o resultado não desilude – esculturas de grandes dimensões como é o caso do dragão na entrada, olhando os hóspedes que vão chegando, com o qual foram gastas 400 mil peças.
O Legoland Hotel fica mesmo ao lado da entrada principal da Legoland na Califórnia. Os preços começam por volta dos 339 dólares por noite (cerca de 678 reais).

Confira o vídeo que mostra um tour pelo espaço.













Fonte: Hypeness

7 de maio de 2013

1010 maneiras de comprar (um livro) sem dinheiro

No dia 23/04 foi o Dia Internacional do Livro. A comemoração nasceu há quase 90 anos na Catalunha (Espanha) e mais tarde foi instituída como efeméride mundial pela UNESCO, por ter sido o dia de morte de grandes escritores, como o espanhol Miguel de Cervantes e o inglês William Shakespeare. Na Europa, a data costuma ser celebrada com ofertas e descontos em livrarias. Mas, na Catalunha, há três anos surgiu uma iniciativa que promove a leitura e dá valor ao livro de outra forma que não pelo dinheiro: 1010 Ways To Buy Without Money* (1010 Maneiras de Comprar Sem Dinheiro, em inglês).


Comprar livros sem dinheiro. Parece incoerente, não? Só que isso não significa que o livro é grátis. A ideia é vender livros em troca de ações que devem ser realizadas e comprovadas pelos clientes. Valem ações do tipo:
- ligar para a sua mãe e dizer que você a ama;
- montar uma playlist alegre e compartilhar com seus amigos;
- doar sangue;
- deixar de fumar; ou
- tornar-se um doador de órgãos.

Os 1010 preços seguem uma lógica. Eles devem significar uma ação positiva para a pessoa que realiza, proporcionar um valor para a coletividade, gerar algum tipo de utilidade ou despertar a reflexão sobre consumo e sustentabilidade.

A proposta é da agência de publicidade Carlitos e Patricia, de Barcelona. Uma equipe de 20 voluntários trabalhou por algumas semanas para catalogar todos os livros e atribuir seus preços. As obras foram doadas por escolas, associações, editoras, autores, amigos e desconhecidos.

Na semana passada, quando se comemorou o Dia Internacional do Livro, a mesma equipe esteve no espaço do projeto, montado na Plaza Real de Barcelona, para vender as obras e ajudar as pessoas nesta compra diferente. Alguns “pagamentos” podiam ser feitos à vista e, para isso, havia um fotógrafo registrando as ações. Mas em boa parte das compras, as pessoas se comprometeram a enviar uma prova de que a ação foi cumprida. O sucesso da iniciativa está na confiança: “Se não fizer nada em troca, é como se a pessoa roubasse o livro”, explicou uma das voluntárias.

Esta terceira edição do 1010 Ways To Buy Without Money contou com eventos simultâneos em outras cidades do mundo, como Madrid, Amsterdam, Buenos Aires e Montevidéu. Em breve, o site do projeto* será atualizado com imagens e vídeos de todas as edições e com orientações para organizar e divulgar seu evento de venda sem dinheiro. A expectativa da agência é de que, num futuro próximo, o projeto realize eventos com outros objetos, além de livros.

No vídeo abaixo, você pode ver um pouquinho da edição do ano anterior, em Montevidéu:


*1010 Ways To Buy Without Money

2 de maio de 2013

Jogos e Seriados estão matando os livros?

Uma campanha da Associação de Editores de Madrid, sugere que atividades como jogos e séries de TV estão tirando a vez dos livros e matando-os. As ideias das representações são que quanto mais tempo você passa jogando ou assistindo TV, menos tempo terá para se dedicar a um livro.
Nas representações a seguir, verão um passarinho do Angry Birds derrubando um moinho em cima de Dom Quixote; em outra, é uma mistura de entre o Call of Dutty e o livro Pequeno Príncipe, onde este teria sido atingido por uma bala; e a baleia Moby Dick, do livro homônimo de Herman Melville, encalhada na ilha de Lost.

E o que vocês acharam dessa campanha? Além de muito bonita, achei bem impactante. Tanto pelas formas, quanto pelas expressões. A representação que mais gostei foi a do Pequeno Príncipe. 
E abrindo um parênteses, acredito que séries e jogos não devem ser os "culpados" de matar os livros; se houver um equilíbrio, tudo irá muito bem, obrigada. Eu sou uma leitora assídua, adoro séries (acompanho um monte!) e jogo de vez em quando (bem de vez em quando mesmo), além de trabalhar, estudar para as matérias da faculdade e manter esse blog. Ou seja, é tudo questão de adaptação e equilíbrio. 

25 de abril de 2013

Editora vende livros em triciclo em forma de carrinho de sorvete

Venda de livros alternativos acontece nos ‘points’ da cidade, e roteiro é divulgado pelo Facebook.

Desde que fundou no Rio uma editora alternativa com foco em “narrativas visuais”, a escritora Rachel Araújo sabia que não seria fácil formar seu público. Aos poucos, no entanto, foi ampliando os domínios d’A Bolha. Para atrair os leitores até a sede-livraria, no alto da antiga fábrica Bhering, no Santo Cristo, bolou eventos culturais de fim de tarde, com cinema e jazz, organizou feiras de arte impressa e montou até uma piscina de plástico no terraço para quem quisesse levar as crianças. A ideia agora é levar os produtos exclusivos da editora — que tem no catálogo títulos como “O Babaca”, primeira obra do quadrinista punk americano Gary Panter publicada no Brasil, ou “Gigantes do jazz”, biografias ilustradas de músicos do gênero, assinadas pelo historiador americano Studs Terkel — para toda parte. Para isso, as sócias Rachel e Stephanie Mauer compraram um carrinho de sorvete, batizaram a minilivraria de A Bolha Móvel e encheram a caçamba de livros.


A partir deste fim de semana, A Bolha Móvel estará em algum lugar da cidade às quarta-feira, aos sábado e aos domingo. Sempre com muito humor, como se vê pelos condutores de máscaras nas fotos acima. O local exato será divulgado na página da editora no Facebook, mas pode ser na Rua Joaquim Silva, na Lapa; nos jardins do MAM, no Aterro; na Praça Paris, na Glória; ou na orla de Copacabana…

— O importante é repensar estruturas tradicionais de distribuição. Se os leitores não chegam até o Santo Cristo, nós chegamos até eles — diz Rachel, que lançou a ideia há alguns dias, numa versão itinerante da livraria, montada na loja da estilista Isabela Capeto, em Ipanema. — Vamos usar as redes sociais para indicar nossa localização, como fazem aqueles food trucks americanos. Quem sabe não conseguimos levar essa ideia para Brasília e São Paulo? — aposta Rachel, que lança este mês “Shrimpy e Paul”, do cartunista canadense (e nonsense) Marc Bell, e acaba de produzir o lançamento de “Cartas de um sedutor”, da escritora Hilda Hilst, para lançamento nos Estados Unidos em coedição com a renomada Nighboat Books.

— É o projeto “Obá obá”, como a gente diz, para combater a inexistência da literatura brasileira na América do Norte.

Fonte: O Globo

24 de abril de 2013

Desenhe a foto de alguém e ganhe uma ilustração sua feita por um estranho

E mais um projeto que já tem rendido resultados bem divertidos, é o Selfless Portraits, no qual, pessoas de todo o mundo, desconhecidas entre si, desenham com maior ou menor rigor as fotos de perfil da rede social uma das outras.
Se também você quer entrar na iniciativa, que tenta aproximar cidadãos de todo o mundo e humanizar as relações online, basta entrar no aplicativo e enviar sua foto do Facebook. Mas antes você também precisa escolher a foto de alguém para desenhar.
Os resultados vão pra galeria do site (que tem autênticas relíquias) e pra sua própria página de fotos. Vale fazer quantos quiser.

Veja alguns:

Fonte: Hypeness

Série de fotos mostra o que as pessoas lêem no metrô

Hoje, vos mostro uma série fotográfica que une metrô + pessoas lendo livros em Nova York, um trabalho da fotógrafa Ben-Haim. Ela disponibiliza, periodicamente, seu trabalho num site próprio para o projeto: Underground New York Public Library.

Ben sofre de um mal que qualquer viciado em leitura sofre por aí: descobrir o título do livro que fulano está lendo: seja no metrô, no ônibus, na faculdade ou em alguma praça. A própria fotógrafa admite que quando não consegue descobrir qual o livro, ela simplesmente pergunta e mata a curiosidade.

Confira algumas fotos do projeto:



22 de abril de 2013

Banidos, proibidos e queimados na fogueira

Não precisa de nenhum grau de clarividência para adivinhar que uma trilogia de apelo jovem que fala de sadomasoquismo e bate recordes de venda, no mínimo, levantaria sobrancelhas em semblantes mais conservadores. De fato, Cinquenta Tons de Cinza, da escritora britânica E L James, está dando o que falar. Os livros contam a história de um relacionamento de submissão/domínio entre uma estudante e um bilionário. Grupos de diversos lugares já se manifestaram contra a obra, e uma entidade de auxílio às mulheres que ajuda vítimas de violência doméstica anunciou uma queima de exemplares da obra no dia 5 de novembro.


Mas não são só livros de conteúdo sexual que foram banidos, proibidos, queimados e repudiados pela sociedade. Bruxaria, crítica religiosa, comportamento subversivo e outros temas (além do uso de expressões chulas, mesmo que dentro de um contexto) também já foram vítimas de censura, que armam fogueiras para os títulos, proíbem a existência deles nas bibliotecas públicas e condenam as escolas que incentivam sua leitura. Foram dezenas e dezenas de casos. Relembre alguns mais emblemáticos e que comece a caça às bruxas!


Saga Harry Potter, de J. K. Rowling – Livros que envolvem bruxaria enfrentam preconceito e não é pouco. Os religiosos mais fervorosos, que colocam no mesmo balaio os feitiços de Hermione e rituais que sacrificam recém-nascidos, caem em cima. E a regra é, quanto mais o sucesso literário, mais intensa é a caçada a ele, de forma que a American Library Association (Associação Americana de Bibliotecas) divulgou uma lista com os livros mais banidos do século e a série de Rowling estava em primeiro lugar.


Ratos e Homens, de John Steinbeck – O clássico de 1937, escrito pelo autor vencedor do Nobel John Steinbeck, conta a história trágica de George Milton e Lennie Small, dois homens simples e deslocados que migram de um lugar para o outro atrás de trabalho na área rural. A história se passa na Califórnia durante a Grande Depressão. A obra faz parte da lista de leituras obrigatórias de muitas escolas, mas desde aquela época é alvo frequente de censores, que repudiam a vulgaridade e a linguagem racial ofensiva do texto. A acusação principal é de que o livro promove a eutanásia (sem detalhes para não fazer spoiler). Foram 54 objeções ao título desde que ele foi publicado.


As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain – O livro saiu no Canadá, Reino Unido e Estados Unidos em 1885. Desde então, os norte-americanos encrencam com ele. Foi banido de muitas bibliotecas, recebendo críticas a respeito de como a linguagem era chula, obscena e, em geral, muito deselegante. Fosse hoje em dia, essa crítica viraria meme. Seu “livro-irmão” As Aventuras de Tom Sawyer passou pelos mesmos apuros.


O Apanhador no Campo de Centeio, de JD Salinger – Poucos livros trazem histórias tão curiosas em seus bastidores como esse, cujo autor se tornou notoriamente recluso posteriormente (e até o fim da vida), que nunca pôde virar filme e foi acusado até de ter tido influência no assassinato de John Lennon. Retratando a angústia juvenil de forma única, foi publicado em 1951 e sofreu críticas logo de cara. Entre 1961 e 1982, foi o livro mais censurado em escolas e bibliotecas em todos os Estados Unidos. Em 1960, uma professora foi demitida por dar o livro como leitura de classe, gerando comoção – ela foi recontratada, posteriormente. Em 1981, foi tanto o livro mais censurado, quanto o segundo título sobre o qual mais se deu aulas nas escolas públicas norte-americanas. Ele figura constatemente na lista anual da American Library Association até hoje. Os protestos dizem respeito, na maior parte, à linguagem vulgar usada pelo protagonista, Holden Caufield, referências sexuais, palavrões e o questionamento de códigos morais e valores familiares, bem como o “encorajamento da rebeldia” e o incentivo ao mundo de bebidas, cigarro, promiscuidade etc. A perseguição chegou a causar o efeito contrário – havia listas de espera para pegar o livro emprestado, em alguns momentos da história.

Um elemento que não ajudou a causa do livro foi quando Mark David Chapman, o assassino de John Lennon, foi preso logo após o crime e tinha com ele uma cópia da obra de Salinger. Robert John Bardo, que perseguiu e matou a atriz Rebecca Schaeffer, e John Hinckley, Jr., que atentou contra a vida de Ronald Reagan, também eram grandes fãs do romance.


Crepúsculo, de Stephenie Meyer – Se os bruxinhos teen caíram nas garras da proibição, que chances tinham as criaturas mortas e chupadoras de sangue de escaparem ilesas? Os “problemas” com a saga, de acordo com a ALA, giram em torno dos mesmos tópicos de sempre: “explícito sexualmente” e “inapropriado para a idade do público alvo”. Os livros aparecem na lista da ALA desde que o primeiro volume chegou ao mercado mas, curiosamente, nenhuma das obras da saga está no ranking mais recente, de 2011.


Lolita, de Vladimir Nabokov – Sexo? Sim. Incesto? Sim. Menor de idade com apelo sexual? Sim. O autor russo caprichou nos conteúdos socialmente proibidos em seu livro mais conhecido. Tanto que ele nem estava conseguindo publicar a obra na Rússia. Encontrou uma editora na França que topou o desafio, em 1955. A obra foi logo considerada pornografia pura. Ainda assim, se espalhou pela Europa e alcançou os Estados Unidos três anos depois. Em cada país que chegava, sofria algum tipo de censura.


Catch-22, de Joseph Heller – O romance satírico se passa no final da Segunda Guerra Mundial. Ele começou a escrevê-lo em 1953, mas a obra só foi publicada oito anos depois. A expressão “Catch-22” entrou para a cultura pop, posteriormente, como sinônimo de uma “situação problemática para qual a única solução é negada pelas circunstâncias inerentes ao problema ou por alguma regra”. Mal traduzindo e simplificando, é um belo de um beco sem saída. A primeira grande razão para ele ter sido banido foi o uso constante da palavra “puta” para se referir às mulheres.


Versos Satânicos, de Salman Rushdie – A obra literária do escritor britânico de origem indiana Salman Rushdie saiu em 1988, retrata uma versão dele do Islã e faz críticas veladas a várias religiões. O autor foi acusado de “abusar da liberdade de expressão”, foi jurado de morte em fevereiro de 1989 em uma fatwa (edito religioso) do aiatolá Khomeini, dirigente espiritual do Irã. Rushdie acabou vivendo dez anos na clandestinidade.


Por favor Não Matem a Cotovia, de Harper Lee – Publicado em 1960, foi inicialmente contestado em 1977 (e temporariamente banido) por causa do uso das palavras “maldito” e “mulher puta”. Depois disso, foram mais dezenas de contestações de bibliotecas e escolas, tanto por causa de expressões específicas, quanto por causa do conteúdo. Retratando um acontecimento marcante em uma cidade sulista na década de 30, o livro de fato traz um retrato doloroso do racismo e muitas das expressões usadas não são nada politicamente corretas. Mas fazem parte do retrato que a autora pinta de uma sociedade terrivelmente imbuída de preconceito.

19 de abril de 2013

Exposição de Guerra dos Tronos em São Paulo

E, os fãs de Guerra dos Tronos, vai uma notícia boa: entre os dias 25 a 30 de abril haverá uma exposição internacional em São Paulo, no Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia).


A exposição vai apresentar figurinos, acessórios e objetos de cena utilizados pelos principais personagens das casas Stark, Lannester, Targaryen, Baratheon e Greyjoy. São mais de 70 peças originais vistas na produção da série da HBO nas duas primeiras temporadas (e com alguns itens da terceira). Entre as peças que poderão ser apreciadas pelos visitantes estão vestidos, armaduras, armas (como punhais, espadas, besta e flechas), coroas, joias e outros acessórios criados por Michele Clapton. O visitante também terá a oportunidade de ‘participar’ da batalha de Blackwater, em uma experiência interativa. Mas talvez o ponto alto do evento seja a réplica do Trono de Ferro, na qual mesmo quem não é fã da série poderá se sentar para tirar uma foto.
A entrada é gratuita, sendo que os ingressos já estão disponíveis. Confira a página no Facebook para saber mais.




Fonte: Babi Dewet

17 de abril de 2013

Artista cria ilustrações com Kit Kat derretido

Chocolate é uma preciosidade, e quase todo mundo concorda com isso. E poucos chocolates causam tanta comoção quando os Kit Kat. Não contente, a Nestlé da Austrália criou uma edição limitada feita de chocolate branco (ahhhh, eu quero *-*). Então, para "imortalizar" essa edição, a empresa resolveu "salvar" a última caixa do chocolate e chamar o ilustrador Mike Watt para ter aquele trabalho de derreter cada um dos chocolares e fazer 50 diferentes pôsteres em um fundo vermelho, usando como única matéria-prima o Kit Kat branco, e assim, preservar a edição.

Essencialmente, as obras ficaram muito bonitas, mas fiquei pensando na tentação que foi derreter todas essas barrinhas e não poder comer nenhuma lasquinha. Ô vida dura!
Vejam o vídeo dele preparando os quadros:













Para ver todo o restante do projeto, clique aqui.

Fonte: Hypeness