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7 de agosto de 2013

Resenha: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith

Sabe aquele livro amorzinho, cheio de dramas e suspiros? É assim que descrevo este. Para falar bem a verdade, minha vontade inicial era de tacar o livro pela janela de tanto drama estagnado que a história tinha. Mas, de repente, tudo mudou.


O livro vai contar a história da dramática adolescente Hadley, que tem apenas 17 anos e não superou quando seu pai saiu de casa e deixou ela e sua mãe para trás. Desde então, ela vive com raiva dele e sempre se questionando porque tudo mudou. Mas, agora ela se encontra no aeroporto, para ir no casamento daquele pai que ela não quer ver na frente. Sente raiva, sente vontade de não ir. E quando tudo parecia ruim, ela consegue perder o voo por 4 minutos. Sim, por 4 minutos, ela deu de cara com o portão de embarque trancado. Sua vontade de chorar cresce, e tudo o que tem a fazer é esperar por 3 horas pelo próximo voo naquele local.

Mesmo tudo dando errado, talvez alguma coisa certa pode dar, né? É então que ela topa com Oliver, um estranho e misterioso garoto de 20 anos, nativo de Londres, que fala umas coisas sem pé nem cabeça. Eles criam uma afinidade logo de cara, parecendo que se conhecem logo de cara e que nunca deveriam se separar. E em menos de 24 horas, entre indas e vindas, eles irão ajudar um ao outro para superar problemas e obstáculos. Tempo é relativo e o o amor? Ah, há quem diz que amor à primeira vista não existe. Mas, qual é a probabilidade estatística disso acontecer?


Para falar a verdade, eu estava com vontade de tacar esse livro pela janela no começo. Sério, fiquei triste quando eu estava lendo e me "decepcionando" por achar que ele era ruim, e nada parecido com o que li de resenhas e opiniões. Mas, de uma hora parar outra, é como se a história sofresse uma reviravolta tão grande, que também me fez mudar de opinião. O mais difícil de crer é que a história se passa em um pouco mais de 24 horas e ver as mudanças tão drásticas dos personagens. No começo, eu estava achando Hadley uma adolescente mimada e dramática demais, mas ela acaba surpreendendo no final com sua mudança de atitude. Já Oliver é charmoso do começo ao fim (s2). Minha única crítica em relação ao livro foi as indas e vindas sobre um assunto: por exemplo, a autora fala demais sobre a partida do pai de Hadley, e continua batendo na mesma tecla... ao meu ver, ficou meio arrastado. Mas, tirando isso o livro é ótimo e super fofo! Dou-lhe 4 estrelinhas. :)

Minion do amor ataca novamente :P

2 de julho de 2013

Resenha: O Futuro de Nós Dois, Jay Asher e Carolin Mackler

Sabe quando você não tem nem palavras para descrever um livro? Então, é isso que aconteceu comigo e com O Futuro de Nós Dois. Esse era um dos livros que eu estava querendo muito. Rodei a cidade algumas vezes atrás dele e, quando o encontrei, não hesite em dar a chance de leitura logo de cara. Para minha alegria, não me arrependi. A história é simples mas tão envolvente, tão gostosa de ler, que 'devorei' o livro em 4 dias (e  isso, levando meu ritmo louco da faculdade + estágio + blogs pra atualizar, é bem pouco tempo de leitura tenho).

Classificação: ★★★★★
O ano de 1996 é o cenário. Josh e Emma estão no colegial, porém ele é um ano mais novo que ela. Emma tem uma melhor amiga, Kellan, e Josh tem um melhor amigo, o Tyson. Eles são um quarteto "inseparável". Apesar de Tyson e Kellan terem uma relação vai-e-vem, Josh e Emma costumavam ser bem próximos. Só que depois que Josh se declarou a Emma (e ela recusou), eles se afastaram.

Mas um imprevisto os uniu novamente: quando Josh dá a ela um CD da AOL, e lhe abre as portas para o mundo da Internet. O que ambos não sabiam, era que nesse novo mundo, o futuro lhes apareceriam de forma tão estranha e tão incerta. Ao se conectarem na Internet, Emma acaba descobrindo o Facebook, a nossa tão conhecida página, que para eles, estava mostrando como seria dali 15 anos...
Emma teme seu futuro e se ela vai ser feliz. Josh fica radiante ao descobrir o que a vida lhe reserva. Mas... será que a chave da felicidade dos dois não está ali, no presente, e eles não estão dando a chance de enxergá-la? Ficar mexendo em uma página desconhecida, pode gerar sérios efeitos. Eles só não devem esquecer de olhar para quem esteve sempre aos seus lados, nunca os abandonaram e claro, aproveitar o agora e deixar o futuro para depois.

Como já disse, é uma história bem leve, e os autores pegaram marcas essenciais dos anos 90 para ilustrar. Por exemplo, citaram bandas que estouraram naquela década, como o Green Day (s2s2s2s2), Oasis, Offspring... além de  citar o "começo" da propagação da Internet por meio de servidores... ah, viva a velha e boa (só que não) conexão discada.


Mas, a melhor parte do livro, ao meu ver, foi o jeito que os autores descreveram certos hobbies que os protagonistas têm. Parei para pensar e percebi que muitas daquelas coisas ficaram lá trás, e nosso maior passatempo, hoje, é a Internet.
Vejo por mim que passo, praticamente, o dia todo conectada. É algo que adoro fazer, fico procurando posts pro Stuck e pro Comunica, leio notícias, vejo dicas de decoração e fotografias... é fascinante ter um mundo todo em nossas mãos, conversar com várias pessoas, seja por computador, ou pelo iPod. Mas, parando para pensar, percebo que sinto falta de certos momentos bem simples, como saborear sem pressa um sorvete, ou dar uma boa gargalhada em momentos de descontração.
A mensagem do livro é de cara para aproveitar o momento e se "desconectar" um pouco. Se você tem um tempo livre, leia um livro, passeie, aproveite o sol, namore, saia. A vida é curta e se não aproveitar, certos momentos nunca vão voltar. 

É com certeza, um dos melhores do ano!

12 de março de 2013

Resenha: A Mediadora (série), Meg Cabot


A Mediadora 
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record

"Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.".

E quando eu pensava que já havia visto de tudo sobre "romances sobrenaturais", foi aí que me enganei. Não que eu vá comparar A Mediadora com Crepúsculo (mesmo porque eu adorei essa série da Meg). Mas, o que eu quero dizer é esses livros possuem praticamente a mesma essência.
Resolvi aproveitar minhas tão sonhadas e queridas férias para poder ler essa série que eu queria havia MUITO tempo. Só ouvia elogios de todas as partes e, por ser Meg Cabot, deveria ser extraordinária se formos seguir a linha de raciocínio sobre a série Princesa.

A Mediadora vai nos mostrar Suzannah, uma menina metida a durona que é mediadora, ou seja, ela é aquela que ajuda os mortos a seguirem em frente e descansarem em paz, ao invés deles ficarem aqui nesse mundo, vagando e assombrando outras pessoas. Só que ela é bem esquentadinha e qualquer simples motivo é a razão pra ela meter um soco nas fuças de um fantasma. Ah é, ela por ser mediadora, além de ver e conversar, pode tocá-los. Até aí a história seguiu morna. 
Na minha cabeça, Suzannah era uma menina simples, mas Meg a mostra como uma garota mimadinha que adora roupas de grife e faz de tudo para chamar a atenção de garotos. Esforços em vão, já que parece que nenhum liga pra ela, e como ressalta várias vezes, ela não é feia, tem um corpo bem curvilíneo, é loira com olhos verdes. Ok, seguindo...
Sua mãe casou-se pela segunda vez e de Nova York, ela teve que se mudar para o norte da Califórnia, numa cidade chamada Carmel, um verdadeiro "paraíso tropical", mas deixando para trás uma vida inteira, sua melhor amiga e claro, vários shoppings e liquidações. Suzannah agora possuía três meio-irmãos, os quais ela apelidou de Dunga, Soneca e Mestre bem carinhosamente. Brad, ou Dunga, começa a implicar com Suze desde o primeiro momento dela naquela nova casa. David, ou Mestre, é o que ela vai criar mais simpatia e Jack, ou Soneca, tem "pouco" destaque na história já que, segundo Suzannah, ele passa uma grande parte do dia dormindo. Como se não bastasse ter que aturar esses três novos irmãos, ela se depara com um fantasma do século XVIII no seu quarto, Jesse; aquele quarto foi o local de seu assassinato naquele tempo e, ele não abre a boca por nada para falar como aconteceu e quem o fez.
Basicamente esse é o resumo da história, a partir daí se eu me aprofundar, começarei a soltar muitos spoilers. Mas bem, nem preciso dizer que Jesse será par romântico de Suzannah, e que será uma história de amor inusitada, né?

Meg Cabot fez uma história de amor, mas também, não focou somente nisso. Ela conseguiu juntar vários fatos e interligá-los de uma maneira boa. Suzannah tem uma personalidade forte: ao mesmo tempo que ela é comunicativa e simpática, ela é bem durona e tem uma especialidade em se meter em encrencas (e das grandes!), mas ainda possui um jeito de menina romântica e sonhadora, acreditando no verdadeiro amor. E Jesse... é aquele tipo de personagem o qual a Meg capricha MESMO e faz com que todas as garotas sonhem em encontrar alguém assim, exatamente a mesma coisa que ela fez com Michael Moscovitz, na série Princesa.
Bom, a minha crítica maior é quanto a Suzannah "bate na mesma tecla" em TODOS os 6 livros. Eu sei que é uma série, mas nem por isso precisamos cair na monotonia, né, gente? Aliás, tem uma critica maior ainda: eu não lembro exatamente em que livro foi, mas, uma explicação que tava num livro, apareceu xerocada num outro. Eu não sou muito fã de quando os autores retomam fatos simples e ficam 3 capítulos explicando a mesma coisa em TODOS os livros (isso aconteceu em quase todos). E, também acho que o livro poderia ter mais suspense/terror, com um enredo mais complexo e misterioso. E que a protagonista fosse menos arrogante.
Mas, de uma maneira geral, gostei bastante da série e da desenvoltura dos personagens. Tanto que li 3 livros por semana, e acabei ela bem rápido em comparações com outras. Os livros possuem uma linguagem bem fácil, menos de 300 páginas, e as folhas amareladas ajudaram muito. Porém, pra mim e fazendo uma comparação com o estilo da autora, a série Princesa é ainda a minha preferida. ;P

PS: As capas antigas ainda são as melhores e têm bem mais a ver com a história do que essas novas.

Classificação: ★★★★

5 de fevereiro de 2013

Resenha: Maçãs Envenenadas, Lily Archer


Maçãs Envenenadas
Autora: Lily Archer
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Ano: 2012




"O que Alice Bingley-Beckerman, Reena Paruchuri e Molly Miller têm em comum é que todas são enteadas de madrastas horríveis, perversas e cruéis.E nenhuma delas vive feliz com essa situação. Embora pareça improvavel que sejam amigas, esse problema em comum poderá provar o contrário. Para impedir que os pais continuem enganados com as escolhas amorosas, as meninas se transformarão nas "MAÇÃS ENVENENADAS'.".

Sabe aquele livro pra se ler numa tarde bem preguiçosa de domingo? Pois é. Maçãs Envenenadas é desse tipo. Bem leve, com uma desenvoltura grande, a história flui de uma maneira muito boa.
O livro é narrado por três protagonistas, com vidas bem diferentes: Alice, Reena e Molly, mas acabam unidas num único destino. 
Alice é filha de um famoso escritor, Nelson, e depois da morte de sua mãe, ele acabou conhecendo uma famosa atriz teatral, a tal da  R. Klausenhook, e... acabou se apaixonando por ela, para o horror da pobre menina. A partir de então, seu pai mudou, vendeu a casa no Brooklyn para morar no minúsculo apartamento da sua nova mulher que fica em Upper West Side. A "solução" foi mandar Alice para um internato em Massachusetts, o Putnam Mount McKinsey.
Reena é filha de um famoso e rico cirurgião cardíaco indiano. Ela vive em Los Angeles e não poderia ter uma vida melhor. Até o momento em que foi parar numa aula de yoga (mas somente para acompanhar uma de suas amigas) e aí, segundo ela, foi onde o seu inferno começou. Seu pai acabou conhecendo a tal da Shanti Shruti (a professora de yoga que é loira e branca que nem folha sulfite, fanática por artefatos e crenças indianas). Um ano depois, seu pai anuncia o divórcio com sua mãe, alegando que estava apaixonado por Shanti. Sua mãe entra em desespero... e Reena e seu irmão Pradeep foram parar naquele estranho internato em Massachussets, já que não havia condições de morarem com sua mãe e estavam, momentaneamente, odiando seu pai.
E, ainda tem Molly, a garota nerd, cheia de espinhas que adora ler e que ama incondicionalmente o Dicionário Oxford de Inglês. Seus pais se separaram depois de um longo período de brigas. Num dia, Molly percebeu o silêncio e o quanto o ambiente estava estranho. Eles anunciaram o divórcio. Seu pai foi morar com Candy Lamb, garçonete de seu restaurante e mãe de gêmeas. Tudo até que iria bem, quando sua mãe foi parar num conjunto habitacional para tratamento, ou melhor, num "hospício" como Molly e sua irmã Spencer chamavam. Molly queria uma vida melhor, queria um lugar melhor para estudar. E a pressão de sua mãe internada em um lugar estranho, e ela sendo ignorada por seu pai, a fez ir atrás de um exame de bolsa para ingressar na tão sonhada escola Putnam, o internato.

Elas irão passar por muitos obstáculos, principalmente o da aceitação, tanto da situação familiar, quanto o da aceitação das novas colegas e da nova vida. E claro, a busca de um amor e dos meninos dos seus sonhos, sempre está no meio. Mas as maçãs envenenadas são muito mais que menininhas não contentes. Será, até, uma lição de vida, uma questão de superação.

Achei o livro tão fofinho. Mesmo que tratando de certos assuntos de maneira superficial, conseguiu mostrar exatamente os dilemas que passam na cabecinha de uma menina de 14/15 anos e sua nova vida no colegial.
E elas tem que aprender a deixar a face de criança, e encarar uma nova realidade, amadurecer e enfrentar a nova vida que está vindo. 
Gostei muito da escrita da autora... ao mesmo tempo que ela foi detalhista, ela foi sucinta e, ainda, conseguiu deixar o livro bem leve! ;D

Classificação: ★★★★

15 de janeiro de 2013

Filme de bolso: Footloose

Eu adoro musicais. E adoro musicais antigos. Mas, melhor ainda é quando relançam um musical, e as músicas fazem até você começar a remexer sentado na cadeira. E nada melhor que um filme animado pra animar uma tarde desanimada, né? :P
Hoje, resolvendo mudar um pouco os ares, acabei criando essa coluna nova no blog, na qual vou falar de filmes que deram origem a livros. Sendo assim, resolvi falar de um filme que assisti umas 15 vezes já e que acabou virando livro (lançado pela Galera Record em 2011- e estou desejando ele até hoje): Footloose.

O filme vai contar a história na cidade de Bomont, onde proibiram música e danças por causa de um acidente de carro envolvendo o filho do reverendo da cidade. A filha do pastor é Ariel, e desde a morte de seu irmão Bobby, rebelou-se. Sua melhor amiga, Rusty, não aprova esse comportamento.
Ren MacCormick, é o novo "boy" da cidade. Ama música alta, rock e dança, e agora ele estava preso numa cidade que  nada disso era permitido. Ele vai tentar mudar essa situação, e além de tudo, conquistar Ariel.

No filme de 2011, eles fizeram umas adaptações, coloraram algumas cenas a mais e mudaram um pouco a história. Não vou contar o que exatamente foi mudado pra não soltar um spoiler danado, né?
Mas, na minha linda opinião, gostei mais da adaptação de 2011 do que o filme original de 1984... e não me matem por isso! Kevin Bacon fez um ÓTIMO papel, mas Kenny Wormald virou meu Ren favorito.
Quanto à Ariel... ainda acho ela meio irritante... mas cabe a vocês falaram o que acharam e se gostaram!

O livro, lançado em 2011 pela Galera Record, é um romance de Rudy Josephs baseado no roteiro de Dean Pitchford e Craig Brewer para o remake de Footloose – Ritmo Louco, exibido em 1984.



'Bora entrar nesse ritmo? ;)





27 de dezembro de 2012

Resenha: Cidade dos Anjos Caídos, Cassandra Clare


Cidade dos Anjos Caídos
Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 362
Ano: 2012




A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace começa a se afastar sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo. 

Como de praxe, Cassandra Clare fez uma história envolvente, porém, ainda não é o melhor livro da série.
Vamos em partes. Eu estava MUITO ansiosa para ler Cidade dos Anjos Caídos. Esperei quase o ano inteiro para tal.
O livro gira em torno de Simon e vampiros, caçadores de sombras... Clary e, claro, Jace.
Simon está bem indeciso. Ele se sente deslocado, perdido como se não pertencesse a nenhum lugar. Além de tudo anda saindo com Isabelle e Maia ao mesmo tempo e não sabe com qual das duas ele quer ficar. Num dos seus encontros com Isabelle, a famosa vampira Camile lhe faz uma proposta para que ele se junte a ela, e que juntos, eles seriam invencíveis. Ela dá um prazo de 5 dias para ele pensar e se ele não a procurar, ela irá atrás dele. E durante esse prazo, Simon conhece um novo cara: Jordan, que além de ser ex-namorado de Maia, passará a ser seu "protetor".
Enquanto isso, Clary e Jace vivem no limite: uma hora estão se amassando em cantos, outra hora estão virados um com o outro. É a parte mais cansativa da história, porque fica naquele "chove e não molha". Ambos se desejam, mas eles não fazem nada em relação para melhorar. Jace, nesse livro, se demonstra um tanto quanto "durão" quando o assunto é Clary: ele a ama, mas quer ficar longe dela para não a ferir. E isso tudo graças a uma coisa que está dominando sua mente. E nessas ignoradas de Jace, Clary vai descobrindo segredos sobre os demônios, e o que eles andam fazendo com bebês.
E é na festa dos Grilões (e junto com ela, a festa de noivado de sua mãe), que a história de Simon e os pesadelos de Jace se juntam, mostrando que é somente uma pessoa que está no poder dessa vez, e que o pior ainda está por vir.

Esse livro é MUUUUUUUUUUUITO descritivo. Sério, a Cassandra peca pelo excesso nas descrições. Nos momentos Clary e Jace é tudo muito lindo, mas tem momentos de pensamentos do Jace, do Simon, que ela fica andando em círculos e achei um pouco cansativo.
Mas a história desse livro em si, é cansativa. O começo é monótono, no meio melhora, e o final surpreende  o que te faz querer logo o próximo volume da série.
E por favor, Cassandra, faça com que Jace e Clary saia desse chove e não molha!

23 de outubro de 2012

Resenha: Anjo Mecânico - Cassandra Clare

Anjo Mecânico 
Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 392
Ano: 2012


Anjo mecânico apresenta o mundo que deu origem à série Os Instrumentos Mortais, sucesso de Cassandra Claire. Nesse primeiro volume, que se passa na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia. Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo. 


A história passa no ano de 1878, primeiramente mostrando uma Nova York antiga, a qual Tessa está deixando para trás depois da morte de sua tia, para viver com o seu irmão Nathaniel. Ou era isso que ela esperava.
Ao chegar em Londres, ela se deparou com  duas irmãs, as Irmãs Sombrias, que a arrastaram para aquele casarão em que elas viviam. Para a surpresa de Tessa, elas a mantiveram e cativeiro, a torturando e fazendo com que ela "fosse treinada"; isso a fez descobrir um poder que ela não fazia ideia que existia. As Irmãs Sombrias falavam que queriam ela vivia para se casar com o Magistrado.
Quando Tessa pensava que não podia mais suportar, já que estava presa num quarto, ela ouve barulhos e Will aparece para resgatá-la. Um belo clichê: um mocinho salvando uma mocinha.
Mas essa história não tem muito mais clichês, já que caçadores de sombras, vampiros (ok, isso até é) e anjos estão envolvidos na história do resgate de Tessa e na procura de procura de seu irmão.
Will é mil vezes mais arrogante que Jace, o protagonista de Os Instrumentos Mortais, mas algumas semelhanças e comparações são invitáveis, como por exemplo a personalidade em si. Já Tessa é uma menina que, apesar de ser quieta e amar livros (*-*), ela tem uma personalidade forte, que é bem desenvolvida durante a trama. E claro, não posso esquecer de mencionar aqui o fofíssimo do Jem... aiai.

Estava morrendo de vontade de ler Anjo Mecânico, porque adoro os livros da Cassandra. Mas, algo nessa série, no decorrer do livro, não me prendeu tanto a atenção quanto Os Instrumentos Mortais. Porém,  é perceptível a mudança para melhor na escrita da autora e no desenvolvimento dos personagens, fora toda a criação no cenário antigo. Uma mistura de antiguidade, sentimentos, terror, suspense.... bem ao estilo Cassandra. ;)

2 de outubro de 2012

Resenha: Menina de Vinte, Sophie Kinsella

Menina de Vinte
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Galera Record
Páginas: 496

"Lara Lington sempre teve uma imaginação fértil. Agora ela começa a se perguntar se está ficando maluca de vez. Meninas normais de vinte poucos anos não veem fantasmas, né? Pelo menos era o que ela pensava até o espírito da tia-avó Sadie, que foi uma jovem dançarina de Charleston com ideias avançadas sobre moda e amor, aparecer misteriosamente com um último pedido: Lara precisa localizar um colar que foi dela por mais de 75 anos. Só assim tia Sadie poderá descansar em paz. Além de encontrar a joia, Lara tem que lidar com probleminhas do dia a dia: a sócia foi curtir um romance em Goa, sua empresa está afundando e ela acabou de ser abandonada pelo homem “perfeito”. Nesta divertida história, Lara e Sadie são duas meninas de vinte bem diferentes que vão aprender a importância dos laços familiares e da amizade."

Lara Lington sempre foi meio maluca e hiperativa. Com ideias mirabolantes e sempre extrovertida, ela não esperava que um certo acontecimento poderia tirar sua vida do eixo.
E aconteceu justo no velório de sua tia-avó Sadie Lancaster. Aquela tia-avó que ela nunca tinha visto, que sua família nunca tinha dado moral mas, agora estavam lá, todos reunidos por causa dela, inclusive aquele seu tio, o Bill Lington, dono da famosa rede de café Lington, trazendo com ele um monte de jornalistas para o velório para eles reportarem sua "dor".
E por falar em defunto, Lara não consegue esquecer o seu ex, Josh, e continua mandando mensagens de texto adoidadas, até que ele sumiu do mapa e não quis saber mais dela. Mas até aí, uma história normal e chichê, certo?
Até que, no meio do velório, ela começa a ouvir vozes. Alguém gritando desesperadamente a procura de um colar. Mas... ninguém mais estava ouvindo. Estaria, ela, louca? Além de abandonada, ela estava ouvindo vozes. Ou melhor: vendo uma fantasma  de sua tia-avó, com 23 anos a procura de seu colar.
A partir desse momento, além de tentar fazer com que o velório seja adiado, ela vai começar uma aventura atrás do tal magnífico colar de Sadie. Numa jornada cheia de descobertas, embalada com ritmo dos anos 20, Lara e Sadie vão formar uma dupla e tanto, abalando estruturas, quebrando barreiras e, o mais importante, descobrindo coisas que nenhuma das duas faziam ideia!

Bom, acho que já deixei bem claro minha opinião sobre chick-lits, né? Eu simplesmente adoro! 
Nunca havia lido nenhuma obra da Sophie Kinsella e, acho que comecei com uma grande obra. Menina de Vinte me arrancou boas risadas, principalmente depois da aparição de Sadie. Com uma escrita super fácil, uma leitura leve, Sophie fez com que os leitores se "encontrassem" com as personagens e se identificassem.
Se esse livro está indicado? Muito mais que isso! Ele está entre os melhores do ano! ;)

17 de setembro de 2012

Um conto de fadas moderno


Já faz uns dias que está rolando a notícia, mas agora é oficial!

As best-sellers americanas Meg Cabot ("O Diário da Princesa") e Lauren Kate ("Fallen") se juntam às brasileiras Paula Pimenta ("Apaixonada por Palavras") e Patrícia Barboza ("As Mais") em projeto de livro que já nasce com público garantido.
Elas aceitaram convite da Galera Record para recontar as histórias de quatro princesas. Cabot escolheu "A Bela e a Fera"; Kate, "A Bela Adormecida"; Pimenta, "Cinderela"; e Barboza, "Rapunzel".
A mineira Paula Pimenta, a única a não publicar romances pelo Grupo Record --seus títulos, com quase 150 mil exemplares vendidos, saem pela Autêntica--, foi a primeira a embarcar na ideia do livro, programado para maio.
O desafio, diz, é criar uma Cinderela moderna que não se pareça com tantas outras do cinema ou da literatura.

Abaixo, um tweet da Meg Cabot mencionando a autora Paula Pimenta:


E a reação que a autora brasileira postou em seu facebook:

"Como se não bastasse a minha alegria por vocês terem gostado do projeto do livro das princesas, ontem à noite eu quase tive um piripaque quando a Meg Cabot falou sobre isso no twitter e me mencionou. É indescritível a sensação de estar no mesmo livro que uma das principais responsáveis por eu ter tido vontade de me tornar escritora também... ♥"

E aí, qual é a sua opinião sobre esse encontro? Na minha opinião, será fabuloso!



Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.