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12 de março de 2013

Resenha: A Mediadora (série), Meg Cabot


A Mediadora 
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record

"Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.".

E quando eu pensava que já havia visto de tudo sobre "romances sobrenaturais", foi aí que me enganei. Não que eu vá comparar A Mediadora com Crepúsculo (mesmo porque eu adorei essa série da Meg). Mas, o que eu quero dizer é esses livros possuem praticamente a mesma essência.
Resolvi aproveitar minhas tão sonhadas e queridas férias para poder ler essa série que eu queria havia MUITO tempo. Só ouvia elogios de todas as partes e, por ser Meg Cabot, deveria ser extraordinária se formos seguir a linha de raciocínio sobre a série Princesa.

A Mediadora vai nos mostrar Suzannah, uma menina metida a durona que é mediadora, ou seja, ela é aquela que ajuda os mortos a seguirem em frente e descansarem em paz, ao invés deles ficarem aqui nesse mundo, vagando e assombrando outras pessoas. Só que ela é bem esquentadinha e qualquer simples motivo é a razão pra ela meter um soco nas fuças de um fantasma. Ah é, ela por ser mediadora, além de ver e conversar, pode tocá-los. Até aí a história seguiu morna. 
Na minha cabeça, Suzannah era uma menina simples, mas Meg a mostra como uma garota mimadinha que adora roupas de grife e faz de tudo para chamar a atenção de garotos. Esforços em vão, já que parece que nenhum liga pra ela, e como ressalta várias vezes, ela não é feia, tem um corpo bem curvilíneo, é loira com olhos verdes. Ok, seguindo...
Sua mãe casou-se pela segunda vez e de Nova York, ela teve que se mudar para o norte da Califórnia, numa cidade chamada Carmel, um verdadeiro "paraíso tropical", mas deixando para trás uma vida inteira, sua melhor amiga e claro, vários shoppings e liquidações. Suzannah agora possuía três meio-irmãos, os quais ela apelidou de Dunga, Soneca e Mestre bem carinhosamente. Brad, ou Dunga, começa a implicar com Suze desde o primeiro momento dela naquela nova casa. David, ou Mestre, é o que ela vai criar mais simpatia e Jack, ou Soneca, tem "pouco" destaque na história já que, segundo Suzannah, ele passa uma grande parte do dia dormindo. Como se não bastasse ter que aturar esses três novos irmãos, ela se depara com um fantasma do século XVIII no seu quarto, Jesse; aquele quarto foi o local de seu assassinato naquele tempo e, ele não abre a boca por nada para falar como aconteceu e quem o fez.
Basicamente esse é o resumo da história, a partir daí se eu me aprofundar, começarei a soltar muitos spoilers. Mas bem, nem preciso dizer que Jesse será par romântico de Suzannah, e que será uma história de amor inusitada, né?

Meg Cabot fez uma história de amor, mas também, não focou somente nisso. Ela conseguiu juntar vários fatos e interligá-los de uma maneira boa. Suzannah tem uma personalidade forte: ao mesmo tempo que ela é comunicativa e simpática, ela é bem durona e tem uma especialidade em se meter em encrencas (e das grandes!), mas ainda possui um jeito de menina romântica e sonhadora, acreditando no verdadeiro amor. E Jesse... é aquele tipo de personagem o qual a Meg capricha MESMO e faz com que todas as garotas sonhem em encontrar alguém assim, exatamente a mesma coisa que ela fez com Michael Moscovitz, na série Princesa.
Bom, a minha crítica maior é quanto a Suzannah "bate na mesma tecla" em TODOS os 6 livros. Eu sei que é uma série, mas nem por isso precisamos cair na monotonia, né, gente? Aliás, tem uma critica maior ainda: eu não lembro exatamente em que livro foi, mas, uma explicação que tava num livro, apareceu xerocada num outro. Eu não sou muito fã de quando os autores retomam fatos simples e ficam 3 capítulos explicando a mesma coisa em TODOS os livros (isso aconteceu em quase todos). E, também acho que o livro poderia ter mais suspense/terror, com um enredo mais complexo e misterioso. E que a protagonista fosse menos arrogante.
Mas, de uma maneira geral, gostei bastante da série e da desenvoltura dos personagens. Tanto que li 3 livros por semana, e acabei ela bem rápido em comparações com outras. Os livros possuem uma linguagem bem fácil, menos de 300 páginas, e as folhas amareladas ajudaram muito. Porém, pra mim e fazendo uma comparação com o estilo da autora, a série Princesa é ainda a minha preferida. ;P

PS: As capas antigas ainda são as melhores e têm bem mais a ver com a história do que essas novas.

Classificação: ★★★★

29 de setembro de 2012

Caixa de correios #26

Bom dia, pessoal!

Hoje é pouca coisa que tenho pra mostrar. E, finalmente, minhas aulas voltaram! Só espero que meu ritmo de leitura não despenque e que dê tempo de atualizar o blog sempre.
Mas chega de conversa e vamos lá!

◦ Compras:


- Comprei a séria A Mediadora, da Meg Cabot numa promoção do Submarino! De 129 reais, paguei 59 reais. Achei o preço bem acessível (e dessa vez consegui esperar  para pegar uma promoção antes de comprar uma série pelo preço cheio, como aconteceu com HP).



- Pois é, acabei comprando o mangá Solanin,do autor Inio Asano, por indicação da Amanda, do Confissões Femininas. Não sei o que acabou me chamando a atenção para esse mangá (já que eu não lia um desde meu 2º colegial...), mas achei bem fofinho e interessante. Semana que vem, sem falta irei comprar o volume 2! 
Só não sei se postarei resenha aqui... Então fica por conta de vocês: Querem resenha do mangá Solanin aqui no blog?
*** 

O que li:
Menina de Vinte - Sophie Kinsella (resenha terça-feira!)
Solanin - Inio Asano

***

Promoções!
◦ 1200 Curtidas!
◦ Promoção "PS: Eu te amo"
◦ Promoção "Cinquenta Tons de Cinza"

***

Bom, as novidades fora essas! Espero que gostem e não deixem de comentar! :D
Beijo e até mais! :*



Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

30 de agosto de 2012

Batalha de Capas: A Mediadora, Meg Cabot

O livro escolhido de hoje é outro da Meg Cabot: A Mediadora.
Já ouvi muita gente falar que essa é a melhor série dela, e a cada dia que passa, quero ainda mais comprar hehe.

"Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?
Com muito humor, a série A mediadora de Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada, é claro, na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.
No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance, confirmando o nome de Meg Cabot (da série O Diário da Princesa) como uma das maiores escritoras teen da atualidade."


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E ai, qual capa você prefere?




Sobre o Autor:
Priscila Guerra Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.