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28 de julho de 2012

Gargalhando Em Cena: Dexter, A Mão Esquerda de Deus

O nosso querido assassino Dexter está prestes a voltar com a 7ª temporada, sua penúltima temporada. Creio que a maioria conheça a história, mas não custa tentar relembrar, não é mesmo?


Dexter é, hoje, um especialista sanguíneo da homicídios de Miami, cargo estratégico e muito útil para seu estranho hobby: matar velhinhas. Tô brincando, Dexter apenas persegue, mata e esquarteja seus iguais, ou seja, assassinos. Sua infância não foi nada normal, viu sua mãe ser esquartejada dentro de um container onde ficaram (ele, seu irmão e hmm algumas partes de sua mãe) por alguns dias até todos serem resgatados rapidamente por Harry, digo, Dexter e seu irmão, porque a mãe né, saiu em partes...


O serial killer constrói, com a ajuda de Harry, seu pai adotivo, uma vida camuflada. Dexter aprende como se comportar em sociedade, controlar seus impulsos e a fingir que se importa com qualquer coisa que não seja uma veia pulsando sangue, aprende inclusive a manter um relacionamento e amar incondicionalmente sua irmã. Bom aluno ou ator ainda não conseguiu descobrir.


Tirando a parte romântica da história, a série explora a psicologia dos serial killers, muito complexa por sinal, de forma bem fiel à realidade e o que poucas pessoas sabem é que a série é baseada em livros. Apenas li A Mão Esquerda de Deus, que equivale à primeira temporada e posso dizer com todas letras que é extremamente fiel! Para aqueles que têm preguiça de assistir a uma temporada inteira e preferem a leitura, este livro é fundamental.


Vamos torcer para a próxima temporada ser tão boa quanto as primeiras e melhor do que as últimas, afinal de contas, onde mais poderíamos encontrar um assassino tão amado?

  
Para saber mais sobre Dexter acesse o Gargalhando PorDentro.

14 de julho de 2012

Gargalhando Em Cena: Let's Breaking Bad!



Muitos são os privilegiados por acompanhar a fantástica série Breaking Bad. A série retorna neste domingo com sua quinta e ansiosamente esperada temporada. Mas Breaking Bad é sobre o que mesmo?

Vamos começar pelo começo (tchanã).

Walter White é um químico genial, ganhou até prêmio nobel, mas devido às peças da vida acabou como um simples professor de ensino médio (sem preconceitos) e servindo de piada para os queridos alunos adolescentes. Uma vida normal, de um homem normal, em uma cidade normal, até o segundo episódio.


O nosso protagonista, logo no início da trama, descobre que possui câncer de pulmão, devido às constantes exposições a produtos químicos. Com o problema de saúde, Walter percebe que não deixará nenhum legado a sua família, pelo contrário, se seguir o tratamento, deixará dívidas. Neste momento que surge a brilhante ideia de produzir metanfetamina (uma cadeia de carbono, hidrogênio e nitrogênio, coisa básica) em parceria com o sr. Pinkman, seu ex aluno.

No início, Jesse (Pinkman) e Mr. White são meio atrapalhados, confusos, medrosos, ou seja, inexperientes, mas a necessidade de manter a família com dignidade após sua morte, leva Walter a engolir o medo e clarear as ideias. Bom, quanto ao atrapalhado, não há milagre que mude. Jesse pouco evolui, é, como quase sempre é dito, apenas um drogado com alguns bons contatos e nenhuma responsabilidade.


A parceria entre professor e aluno vai longe, apesar das constantes brigas e o apoio de um novo investidor faz com que o negócio deslanche. Mas como tudo na vida tem um preço e o mundo do crime não cobra barato pelo aluguel da ilicitude, Mr. White e Jesse acabam colocando em risco suas vidas e as de seus amigos e familiares.

A coisa começa a ficar tensa, há o envolvimento de um cartel mexicano com a produção da droga. Detalhe, o cartel é investigado por Hank, cunhado de Walter e membro da DEA (Força Administrativa de Narcóticos). Cada vez mais o cerco começa a se fechar ao redor de Walter e Jesse, e dupla terá que colocar o cérebro para funcionar, digo, Walter terá.


Resumos e pulos à parte, podemos considerar a série como uma das que possui um dos enredos mais inteligentes e como dizem popularmente, não dá ponto sem nó. Todos os acontecimentos são meticulosamente planejados, traçados com uma incrível lógica e quem assiste à série está exposto a incríveis experiências de tensão e ansiedade, além é claro, de receber constantes lições de como produzir metanfetamina, digo, lições de química, claro. 

Como uma série altamente recomendada, Breaking Bad dá um show de desenvolvimento técnico e ainda conta com um elenco formidável de atores pouco conhecidos no mundo do cinema. Motivos não faltam para começar a assistir, tá esperado o que? 

Gostou? Então acesse GARGALHANDO POR DENTRO!

7 de julho de 2012

Gargalhando Em Cena: Harry Potter e A Pedra Filosofal

No último dia 26, o primeiro livro da série que embalou a infância, a adolescência e a vida adulta de muita gente, completou nada mais nada menos do que 15 anos de sua primeira publicação. Como curiosidade, no Brasil o livro apenas foi publicado no dia 1º de janeiro de 2000. 


Para homenagear a mágica história, nada melhor do que relembrar do primeiro filme que foi lançado nos cinemas em 16 de novembro de 2001, sete dias antes do que no Brasil. Novidade.


A história começa com o nosso querido Harry sendo deixado, por Dumbledore, Minerva e Hagrdi, na rua dos Alfeneiros nº 4, a casa dos terríveis tios (Valter e Petúnia) e do mimado primo (Duda). Neste endereço, Harry passará os próximos 10 anos sendo tratado como um estranho e sendo obrigado a dormir no armário embaixo da escada.

Quando a data do 11º aniversário de Harry se aproxima, coisas estranhas começam a acontecer: gatos e corujas estranhas começam a circular pela vizinhança e Harry começa a receber cartas que são incansavelmente destruídas pelos tios. Na véspera do aniversário de Harry, Tio Válter tem um ataque de loucura devido às cartas que não param de chegar e decide levar a família inteira para um local isolado e de difícil acesso. Já na ‘nova casa’, quando o relógio marca meia noite, uma criatura gigante derruba a porta e conta a Harry sua verdadeira história.

Harry Potter, filho de Tiago e Lílian, havia sobrevivido à fúria de Lord Voldemort (aquele-que-não-deve-ser-nomeado), sorte que seus pais não tiveram e desde então passou a ser conhecido como aquele que sobreviveu, símbolo do fim da era das trevas no mundo bruxo.

O gigantão, mais conhecido como Hagrid (um cara super gente fina) leva Harry para conhecer o Beco Diagonal, centro comercial bruxo, onde ele compra toda a extensa lista de materiais necessários para cursar a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. No mesmo passeio, Harry conhece seu primeiro professor, Quirrell, que leciona Defesa Contra As Artes das Trevas (recomendo).


Na sequência, Harry conhece os Weasley na Estação King’s Cross, onde conta com a ajuda dos novos amigos a encontrar a plataforma 9 ¾. Já dentro do trem, Harry conhece Rony e Hermione, seus fiéis escudeiros, e mais tarde conhece Neville, que está à caça de seu sapo, Trevo.

Chegando em Hogwarts, os novos alunos são conduzidos por barcos até o castelo. Lá chegando, os alunos são selecionados para as quatro casas que compõe a escola: Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa (nomes dados em homenagem aos quatro fundadores). Harry, Rony e Hermione são escolhidos para Grifinória. Saliento que a escolha é extremamente justa, o chapéu seletor nunca falha.

A segunda parte da missão Hogwarts é conhecer os professores: Snape, Minerva,, Madame Hook,  Dumbledore e Flitwick. Quirrell e Hagrid já são conhecidos de Harry.


Ao longo da história, o trio parada dura enfrentará muitas aventuras, com direito a trasgo, cachorro de três cabeças e Voldemort. Oh, wait! É , isso mesmo, Voldemort à lá fênix, ressurge, porém, seu principal objetivo é encontrar a Pedra Filosofal.

A pedra filosofal foi criada por Nicolau Flamel e pelo mestre Dumbledore. A pedra é mágica, produz o elixir da vida e torna quem o bebe, imortal. Sacaram porque o Lord das Trevas precisa do elixir? Tá chique esse menino.

Quando o querido trio, descobre o plano mirabolante daquele-que-não-deve-ser-nomeado, trata logo de caçar a pedra, mas para isso terão que enfrentar o Fofo, aquele cachorro de três cabeças que eu havia falado. Fofo vencido, digo, adormecido, a tchurma tem que descobrir como vencer a terrível planta ‘visgo do diabo’. Relaxem, Hermione sabichona cuida dos guris. Na próxima etapa, Harry terá que pegar uma chave, dentre tantas, usando uma vassoura voadora, para abrir uma porta, porém não contava que as chaves fossem ataca-lo. Mais uma vez, o trio vai para a próxima e última fase, ilesos. Por fim, há um jogo de xadrez, jogo bruxo e perigoso. Rony admiravelmente vence o jogo, o que leva Harry a encontrar a Pedra Filosofal e Voldemort.

No primeiro encontro de Harry e Voldemort após a tragédia que tornou Harry famoso, os dois já se estranham: brigam, blefam e muitos detalhes da história de Harry são revelados. Ah! Ironias e estranhesas a parte, Voldemort está na careca de Quirrell. Não tente imaginar, veja o filme. Após a luta corporal (ui), Harry sai vitorioso, Voldemort mais uma vez é obrigado a se refugiar em outro lugar e a pedra filosofal é salva.


Assim termina, mais do que resumidamente, o primeiro filme, dando uma amostra daquilo que está por vir, muitas aventuras, criaturas mágicas, mistérios e lições de amizade. Reviver a história de Harry Potter é sempre mágico porque apesar de sabermos que ela termina logo ali no 7º livro e de já sabermos de cor, é sempre como se estivéssemos conhecendo pela primeira vez. 

Acesse Gargalhando Por Dentro.

26 de maio de 2012

Gargalhando em Cena: Kick Ass


Por que não existem super heróis como nos quadrinhos? Existem tantos que nem tem super poderes e mesmo assim salvam o mundo. Este foi o questionamento que levou Dave, um nerd norte americano, a tentar a fazer a diferença e lutar pelos seus iguais.

Assim nasce Kick Ass, um herói sem super poderes, cheio de boas intenções, munido de contas em redes sociais e uma fantasia cafona.


A luta contra o mal começa e acidentalmente o nosso novato herói sai vitorioso e se torna um verdadeiro sucesso, conquistando assim, o posto de primeiro super herói fora do mundo dos quadrinhos.  Então, já que “grandes poderes vem grandes responsabilidades” (na realidade grandes responsabilidades vêm de graça, nem precisa ter grandes poderes), Kick Ass fica visado no mundo do crime e com a ajuda de Hit Girl e Big Daddy pela primeira vez o mal estará sob ameaça.

Kick ass é um filme que mostra os defeitos e os bastidores de um super herói, a pura e simples realidade de um adolescente disposto a fazer a diferença. Além disso, o filme é bem sangrento e exagerado, não esperem assistir a um filme estilo ‘avengers’ e sim, a um filme estilo Tarantino.


Portanto, peguem as suas fantasias (nenhuma será pior do que a usada por Dave, tenho certeza), arregacem as mangas, coloque a pipoca no micro-ondas, aperte play e divirtam-se com Kick Ass.

Obs: se você tem estômago fraco, esqueça a parte da pipoca.



12 de maio de 2012

Gargalhando em Cena: American Pie: O Reecontro


Sempre tive um preconceito bobo com American Pie embora nunca tivesse assistido efetivamente e por causa do novo filme, fui obrigada a assistir a “trilogia clássica” e cheguei a uma conclusão: gostei pra $%#&@$*!


Obviamente american pie não é um filme culto ou de alto nível intelectual mas é incrivelmente bem feito, diálogos limpos, diretos e, dentro do possível, inteligentes. Ainda possui uma ótima direção e uma trilha sonora marcante e contagiante.


Neste último filme, nós temos o reencontro da turma de formandos de 1999: Jim, Kevin, Oz, Paul, Stifler e todos os outros. Como se passaram 13 anos, vemos uma assombrosa diferença nos personagens (nos créditos finais do filme são mostradas inúmeras fotos comparando o antes e o depois de cada personagem). Sério, é assombrosa.


Jim, como sabemos, está casado com Michelle e possuem um filho chamado Evan. Kevin também está casado e não é com a Vicky (A-CRE-DI-TEM). Oz é apresentador de um programa de esportes, mora e L.A e ficou famoso por participar de um concurso de dança (daqueles cafonas). Paul continua sendo uma incógnita, tudo que sabemos é que tem uma queda pela mãe do Stifler. Stifler, bem, o Stifler continua sendo o Stifler só que agora está empregado, o que não muda muita coisa.


Não é preciso imaginar muito para chegar a conclusão de que a reunião se torna uma bagunça completa. Inúmeras confusões acontecem e os personagens chegam a várias conclusões depois de muitos momentos forçados de reflexão, porém, no fim e acima de tudo, o que permanece é a forte amizade dos piores melhores amigos que poderiam existir.

Visite: Gargalhando por Dentro.

28 de abril de 2012

Gargalhando em cena: Filmes de Mulher x Filmes de Homem


Há quem diga que existem filmes de mulher e há quem diga que existem filmes de homem, eu, por exemplo, sou uma dessas pessoas que simplesmente não acredita nesta classificação (eu, criando polêmicas since 1992).

Explicar-me-ei (aposto que está errado).

Acredito que existem filmes sensíveis e filmes brutos, o que, no mundo em que vivemos hoje, não são sinônimos de mulher e homem, certo? Eu (adoro me usar como exemplo) gosto de filme de macho, digo, filmes brutos, mas não posso mentir e dizer que nunca chorei assistindo titanic ou p.s. eu te amo, por exemplo, e ouso dizer (isso mesmo, ouso) que essa é a realidade de muitos homens, se não de todos, mas que por orgulho ou medo de, sei lá desmacholizar (ato ou efeito de deixar de ser bagual, ou seja, homem), não assumem.


No meu ponto de vista é praticamente impossível comparar filmes de gêneros diferentes, logo, também é praticamente impossível criar estas categorias que estamos discutindo, ou será que você consegue comparar Pulp Fiction com Uma Linda Mulher? Se você consegue, eu mesma te entregarei um prêmio, pessoalmente.

Posso dizer que defendo com unhas e dentes a não existência de filmes de mulher e filmes de homem, até porque todos os filmes no fundo no fundo tem alguma coisa que agrada os dois sexos, tornando-se assim, meramente filmes e sem restrição ou preconceito. E, de boa galera, já era essa palhaçada de fingir que não gostou só porque o filme é violento de mais ou sensível de mais, não acham?
Então que tal soltar a franga ou o seja lá o que estiver preso no corpitcho de vocês, abrir a mente e curtir o melhor do cinema, tipo assim, sem preconceitos? 




21 de abril de 2012

Gargalhando em cena: O Animado Sr. Waldisney

O acesso ao cinema está cada vez mais garantido pois o velho hábito está cada vez mais vivo e se tornando praticamente um componente genético, ou seja, a magia é transmitida de pai para filho e quase instantaneamente!

Nos jovens, o primeiro contato se dá com as maravilhosas animações que muitas vezes encantam mais os pais que os filhos, anyway, este primeiro contato é fundamental, pois é através dele que as portas da 7ª arte se abrirão ao longo de suas vidas.

É inegável o fato de que os maiores filmes derivem do país das maravilhas criado por Walt Disney e, para abrir com chave de ouro, esta que será a minha primeira participação aqui no Stuck, que tal colocar a cuca para funcionar e relembrar os clássicos que o velho Waldisney nos preparou há 10 bilhões de anos atrás?

Comecemos com A Branca de Neve e Os Sete Anões, filme de inegável sucesso e repercussão, afinal, quem não conhece a história da princesinha que tem sua morte encomendada pela rainha má, é salva pelo caçador e abrigada por sete anões? Ah! E tem o príncipe no final (sempre tem o príncipe no final, mas é segredo) além da clássica frase “viveram felizes para sempre”. Acreditem ou não, este filme que de vez em quando ainda passa na sessão da tarde foi feito em 1937, um tapa de luva na cara dos preconceituosos.


A segunda animação mais antiga é Pinocchio, aquela que conta a história do boneco de madeira que queria ser menino de carne e osso e que quando mente o nariz cresce. Ah! Nesse não tem o príncipe no final, mas tem uma fadinha e um grilo (consciência). Supimpa. Para os curiosos, o filme foi feito em 1940 (plaft*).

Acredito que a animação mais polêmica seja o mega clássico Fantasia, mas por quê? Simples. Praticamente não há diálogos e todo o ritmo do filme e dado através de música clássica. Nada mais poderia combinar com um filme deste porte e de 1940, certo? Este filme também é, se não me engano, um dos únicos a ter uma sequencia oficial: Fantasia 2000, que, A-CRE-DI-TEM, foi lançado em 1999.


Para finalizar, sim, só vou comentar alguns filmes se não vou ficar aqui nesta postagem por 30 anos, temos o Rei Leão (sinônimo de boa infância para 97,3% das pessoas da nossa geração). Esse sim, se tornou um clássico sem ser tão antigo, foi lançado há apenas 16 anos. É um filme muito triste embora exale hakuna matata - it’s your problem freeee, filosophyyyy hakuna mataataa (8)-, e voltando à realidade, é o perfeito equilíbrio e a melhor lição de moral que a Disney poderia encaixar em um filme.

Perceberam o quanto as histórias são bobinhas e mesmo assim cativaram e cativam gerações e gerações? É o que podemos chamar de magia e não é qualquer um pra conseguir fazer isso não, galerinha, por isso agradeço ao sr. Waldisney por ter compartilhado seu dom e, teorias conspiratórias a parte, por ter construído um império tão sólido usando histórias puras que embalam a infância de milhões de crianças (e adultos). 

* sonoplastia: tapa de luva.

E ai, curtiu? Então acessa lá GARGALHANDO POR DENTRO ;)