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21 de agosto de 2013

Top 10: Os melhores vilões da literatura

Na idade média, vilão era todo aquele que não pertencia à nobreza, aqueles que habitavam as vilas. Modernamente a palavra passou a se referir a todos aqueles que não praticam atos nobres, como o roubo, ou homicídio.

No incrível mundo da literatura, o vilão é a encarnação do próprio mal, cumprindo o papel de antagonista. Por isso, confira uma lista dos 10 melhores vilões da literatura.


10°: Medeia
Uma mulher capaz de tudo por amor. Medeia matou seu irmão para despistar seu pai, com o intuito de fugir com Jasão. Logo depois o herói protegido de Hera casa-se com Glauce, filha do rei Creonte. Indignada Medeia presenteia Glauce, anonimamente, com jóias e um lindo vestido que pega fogo. A versão de Eurípides, conta que ela, antes de fugir para Atenas, mata seus filhos, que teve com Jasão, por pura vingança. Em outros relatos diz que a vilã deixou os filhos por não poder levá-los juntos consigo e estes foram apedrejados, até a morte, pela família de Creonte.


9°: A Marquesa de Merteuil
A marquesa, que pode matar vidas apenas escrevendo cartas, possui uma mente maquiavélica capaz de arquitetar os mais mirabolantes planos. A trama de As Ligações Perigosa, de Pierre Choderlos de Laclos, trás a Marquesa de Merteuil que por vingança pede ao seu amigo, o Visconde de Valmont, para seduzir a filha de sua prima que fora pedida em casamento por seu antigo amante. A obra teve sua adaptação ao cinema com indicações ao Oscar como melhor filme, além de seis outras categorias.


8°: Joffrey
Com grande semelhança a Patrick Batemen, Joffrey não passa de um garoto mimado com grandes poderes em mãos. Com impulsos sádicos evidentes, o jovem rei sente prazer em ver o sofrimento e a humilhação de seus subordinados.


7°: Lorde Voldemort
Um dos melhores vilões de sagas literária, Lorde Voldemort, nascido como Tom Marvolo Riddle, é o arqui-inimigo de Harry Potter. Conhecido como o bruxo das trevas mais poderoso de todos os tempos, Voldemort não se limita quando o assunto é poder e crueldade. Na série de livros da autora J.K Rowling, o bruxo é tão temido que, quase, todos os chamem de Você-Sabe-Quem, ou Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado.
Voldemort aparece em quase todos os livros da saga, exceto em Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban.


6°: Enfermeira Ratched
A antagonista principal do livro Voando sobre um Ninho de Cucos, de Ken Kesey, é uma sadíca e tirana enfermeira que controla seus pacientes severamente e, caso for contrariada por algum deles, de forma sutil, usa seus métodos de humilhação como punição. Outras formas de agir são o uso de terapia de choque e lobotomia. Sua maldade se eleva com a chegada do protagonista Randle McMurphy que chega ao hospital psiquiátrico para revolucionar o modo com que os pacientes são tratados.


 5°: Annie Wilkes
A grande vilã do romance Misery, de Stephen King, é uma ex-enfermeira psicopata que faz da vida do escritor Paul Sheldon um verdadeiro inferno. Ela fica louca ao saber que Paul irá matar a sua personagem favorita no próximo livro, então o mantém encarcerado fazendo com que ele reescreva o livro.


4°: A Bruxa Má do Oeste
Esta é, sem dúvidas, uma das piores vilãs dos contos infantis, e que aterrorizou não só Dorothy e seus amigos, mas também muitos leitores do livro O Mágico de Oz, de L. Frank Baum. A Bruxa do Oeste foi descrita como uma mulher tirana, com três tranças e um tapa-olho. L. Frank Baum explicou que ela só tinha um olho, mas que este era tão poderoso quanto um telescópio, permitindo que a bruxa visse tudo que acontecia em seu reino. Na versão para o cinema ela tem pele verde, nariz e queixo pontiagudos, e usa um vestido longo preto com um chapéu. Esta representação da bruxa malvada tornou-se um padrão mundial para a aparência das bruxas.


3°: Professor Moriarty
O Professor Moriarty é o arqui-inimigo de Sherlock Holmes, e controla quase toda rede do crime de Londres. Mencionado em vários contos, Moriarty participou efetivamente apenas de dois, em um deles, O Problema Final, ocorre um duelo entre o vilão e o herói, que após um combate violento caem agarrados do topo das Cataratas de Reichenbach, mas no conto A Casa Vazia, Holmes reaparece e explica que somente Moriarty havia caído, e como tinha outros perigosos inimigos, ele havia simulado sua morte para poder investigá-los melhor.


2°: Conde Olaf
É o vilão de uma das minhas séries de livro favoritas, Desventuras em Série. O Conde Olaf  é o perfeito exemplo de um vilão multifacetado, que movido por vingança resolve matar o casal Baudelaire, e por ser um parente próximo deles, assume a guarda dos seus filhos, Klaus, Violet e Sunny, assim podendo por as mãos na grande fortuna dos Baudelaire.
Olaf é um assassino frio que faz com que suas vítimas tenham uma morte perfeitamente calculadas, para parecer um mero acidente, e se aproveitando de sua arte como ator para criar inúmeros disfarces, que consegue enganar a todos, exceto os órfãos


1°: Norman Bates
Norman Bates é sem dúvida o melhor vilão psicopata de todos os tempos. Ele foi criado pelo escritor Robert Bloch, e é o protagonista do romance Psicose, com adaptação cinematográfica dirigida pelo cineasta Alfred Hitchcock. 
Norman cresceu ouvindo os exageros de sua mãe que dizia que nenhuma mulher, exceto ela, prestava. Após a morte de seu pai, Norman assassina sua mãe e assume a sua personalidade. Cuidando do hotel de sua família, o Hotel Bates, Norman, mata todas as mulheres pelo qual se interessa.

Norman foi inspirado no assassino Ed Gein. e foi o motivo de pesadelos de muitos leitores e telespectadores da obra, principalmente em seu lançamento na década de 60 e 70. O livro foi relançado pela editora DarkSide e ganhou um seriado, lançado em março deste ano, o Motel Bates, pela A&E, baseado na história de Norman. Na série o nosso vilão é interpretado pelo o autor Freddie Highmore, e tem sua segunda temporada confirmada.

25 de fevereiro de 2013

‘Sick-lit’, a nova e polêmica literatura para adolescentes

Doenças graves, depressão, anorexia, tentativas de suicídio e outros problemas que a fantasia costumava ignorar povoam o estilo.



O mundo da leitura teve uma revira-volta e muitos perceberam. Na lista de livros infanto-juvenis mais vendidos dos EUA e da Inglaterra, se engana quem pensar que estão neles os lobisomens, vampiros, fadinhas, hobbits ou detetives. No topo, encontram-se livros como "A Culpa é das Estrelas", do autor de John Green (lançado aqui pela editora Intrínseca) no qual, a protagonista é uma menina com câncer avançado, e em segundo lugar, encontra-se "As Vantagens de Ser Invisível" (Editora Rocco), do autor Stephen Chbosky, falando de um adolescente depressivo cujo melhor amigo cometeu suicídio e que, dependendo de como forem as coisas no colégio em que ele frequenta, pode ir pelo mesmo caminho.

Esse tipo de história para adolescente e com personagens envoltos com doenças graves - anorexia, depressão, tentativas de suicídio, e outro problemas bem realista que a fantasia costumava ignorar - está sendo rotulado como sick-lit, algo como "literatura enferma" se traduzido para o português. É um termo de conotação negativa e que muitas vezes está ignorando a qualidade dos livros, mas tem gerado polêmicas e pode começar a indicar uma nova tendência.

De carona no fenômeno
A relação de títulos associados ao sick-lit inclui “Antes de morrer” (Agir), de Jenny Downham, uma trama que acaba de ser adaptada para o cinema sobre uma jovem doente que quer aproveitar seu pouco tempo para atividades como perder a virgindade. Inclui, ainda, “Red tears”, de Joanna Kenrick, sobre uma garota que se automutila, e “Never eighteen”, de Megan Bostic, sobre um adolescente doente que vai atrás das pessoas importantes de sua vida para se despedir, ambos ainda não lançados no Brasil. Os exemplos vão além, com livros como “Extraordinário” (Intrínseca), de R. J. Palacio, sobre um menino que nasceu com uma deformidade facial; e “Como dizer adeus em robô” (Record, previsão de publicação no Brasil para abril), de Natalie Standiford, uma história melancólica que envolve a morte de um adolescente.

"A adolescência é uma fase mais down, em que os jovens sempre se cercaram de temas como esses. Não acredito que faça algum mal específico para o leitor. E não acho que o livro seja a única forma de contato dele com o assunto", afirma Julia Schwarcz, editora dos selos infantis e juvenis da Companhia das Letras. "Mas acho que existe uma diferenciação. Há livros muito bons, como o do John Green, que trata de sofrimento, mas tem uma história de superação. Só que alguns vieram na esteira, tentando se aproveitar do sucesso dos outros, e abordam a temática de forma mais gratuita. O segmento juvenil cresceu muito nos últimos anos, e vários autores tentam seguir a onda.".

O debate sobre o efeito dessa sick-lit ecoou com mais força no mês passado, quando o jornal britânico Daily Mail publicou uma reportagem sobre o que chamou de “fenômeno perturbador”. “Enquanto a série ‘Crepúsculo’ e seus seguidores são claramente fantasia, esses livros de sick-lit não poupam detalhes ásperos sobre a realidade de doenças terminais, depressão e morte”, dizia o texto.
Na sequência da reportagem do Daily Mail, a editora de infanto-juvenis do jornal “Guardian”, Michelle Pauli, escreveu um artigo intitulado: “Evidentemente a ficção jovem é muito complexa para o ‘Daily Mail’”.
"Não acredito que um livro paute as escolhas de um leitor. As pessoas já têm as tendências delas, independentemente da história que vão ler. E, além do mais, sick-lit é um termo muito ruim. Parece uma piada" diz Danielle Machado, editora da Intrínseca.

Essa discussão sobre o efeito dos livros nos leitores tem um rastro na História. No fim do século XVIII, Goethe teve seu primeiro grande sucesso literário com “Os sofrimentos do jovem Werther”, romance epistolar narrado por um artista, num tom melancólico e depressivo. As autoridades da época ficaram preocupadas com o livro, por conta de sua abordagem do suicídio.
Recentemente, outra trama de suicídio gerou debate, desta vez nos EUA, por conta do premiado “Os 13 porquês” (2007, lançado no Brasil pela editora Ática), de Jay Asher. Nele, uma menina deixa fitas cassete para os amigos explicando como cada um deles ajudou em sua decisão de se matar. A polêmica era inevitável.

"O que um livro pode fazer é antecipar um sentimento que já está dentro da pessoa. Mas o livro não é a causa de uma depressão", avalia o psicanalista Luiz Fernando Gallego. "A postura do “Daily Mail” nessa história é higienista. É a coisa de quem busca uma causa única para todos os males e tenta expurgá-la."
Gallego pondera, ainda, se a aceitação dessas tramas tem mais a ver com qualidade do que com estratégias comerciais de autores e editoras.  "Uma questão para se debater é se esses livros são boa ou má literatura. A boa literatura pode abordar o tema que for. Mas, quando se faz proselitismo acerca de um assunto, seja nazismo, homofobia ou suicídio de jovens, aí não se está fazendo boa literatura. A culpa não é do tema, e sim do autor que faz uma literatura ruim", diz. "Minha grande dúvida é se esses livros fazem sucesso porque são bons ou se é do interesse do mercado que eles sejam feitos. Esse público é suscetível a seguir tendências e pode estar sendo levado por uma novidade."

O que está em jogo, assim, é o rumo de um mercado que, pelo menos nos últimos 15 anos, foi dominado por histórias fantásticas, de “Harry Potter” a “Crepúsculo”. Se essa sick-lit — com esse nome terrível mesmo — pegar, haverá espaço para muitas polêmicas nos próximos anos.
"Eu acredito em bons livros. E os bons livros serão lidos, seja de qual gênero forem", afirma Eduardo Spohr, sucesso junto ao público infanto-juvenil com obras como “A batalha do Apocalipse” (Verus Editora). "Já sobre a influência de um livro num jovem, eu me lembro que “Christiane F.” não formou uma geração de viciados. Quem leu costuma dizer que aprendeu muito e nunca tocou numa droga."

Fonte: O Globo

20 de fevereiro de 2013

A menina que odiava livros

Ao estilo de desenhos antigos, A Menina que Odiava Livros, é um curta que conta a história de Nina, uma menina que vivia rodeada de livros, mas que odiava todos eles e a presença deles. Certo dia, ela se entrega aos encantos da leitura, e descobre uma realidade paralela, uma realidade inventada, e que pode ser uma delícia vivenciá-la!


18 de fevereiro de 2013

Tatuagens literárias #1

Quando o assunto é tatuagem, sempre gera polêmica (ainda). Há quem ame, quem ache fofo, quem adore, mas também há que repudie e ache a coisa mais feia do mundo. Sou daquelas pessoas que acham super fofas e que, ao mesmo tempo que quer fazer uma, morre de medo também.
Resolvi, então, mostrar tatuagens literárias, mas como achei várias fotos, trouxe 15 fotografias de tatuagens diferentes, e na semana que vem, posto o restante. Espero que gostem e, claro, não deixem de comentar qual vocês mais gostaram!

1- Senhor dos Anéis

2 -Alice

 3 - Don Quixote

31 de janeiro de 2013

Os fantásticos livros voadores

Após um devastador furacão, o escritor Sr. Morris Lessmore se encontra desamparado e sem rumo, até que um livro aparece em sua vida.  O curta metragem dá vida aos livros de uma biblioteca e explora temas como recuperação, superação e cuidado mútuo. Ele nos remete à clássicos como “O Mágico de Oz”, filmes mudos e antigos musicais da MGM. “Sr. Morris Lessmore”, de William Joyce e codiretor Brandon Oldenburg, ganhou diversos prêmios, incluindo o Oscar® de melhor curta metragem, em sua 84ª edição.


31 de dezembro de 2012

Mulheres são destaque na literatura em 2012


Se na antiguidade as mulheres eram mantidas bem longe dos livros, em muitos casos analfabetas, hoje elas estão mais próximas da literatura do que nunca. Atualmente, não só são leitoras mais assíduas – 53% contra 47% dos homens, de acordo com a pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro (IPL) no Brasil – como também tiveram um grande destaque na produção de sucessos literários durante 2012.


Além do fenômeno Cinquenta Tons de Cinza, escrito pela inglesa E.L.James, tivemos muitos outros destaques femininos, confira só:


Hilary Mantel: A escritora britânica ganhou pela segunda vez em 2012 o Man Booker Prize, mais importante prêmio literário de língua inglesa do mundo, com seu livro Bring up the Bodies. A publicação é a segunda parte de sua trilogia histórica sobre Thomas Cromwell, um dos homens de confiança do Rei Henrique VIII. O foco neste segundo volume é a trama que acabou resultando na morte de Ana Bolena, segunda mulher do monarca inglês. A escritora foi a primeira mulher a ganhar duas vezes o prestigiado prêmio de melhor livro do ano.


Louise Erdrich: A americana ganhou este ano o National Book Award de ficção, um dos mais importantes prêmios do universo literário nos Estados Unidos. A obra, The Round House, conta a história de um filho que quer vingar a mãe, uma nativa-americana da tribo Ojibwe, que foi violada. A publicação também foi nomeada para o famoso prêmio Pulitzer.



Almudena Grandes: a escritora espanhola teve seu último romance El Lector de Julio Verne eleito como o melhor livro do ano pelo respeitado jornal espanhol El País. A publicação conta as percepções de Nino, filho de um guarda civil, sobre as leis que regem uma guerra e a relação que o garoto estabelece com a literatura.

Fonte: Marie Claire

24 de setembro de 2012

7 coisas que inspiraram famosos livros da Literatura Mundial

Às vezes, buscamos inspirações em pequenas coisas para escrever, certo? Eu, por exemplo, às vezes preciso de um tempo nublado e de um pouco de tristeza para botar pra fora as palavras certas (o que anda bem enferrujado, ultimamente). Mas muitos escritores usam músicas, sonhos, conversas ou até alguma coisa despretensiosa. 
E foi sobre isso que a Revista Galileu publicou. Aqui está, então, a lista com 7 coisas que inspiraram obras da literatura mundial. Por exemplo, a de George Martín é tão descabida que chega a ser engraçada. Assim como a de Maurice. E se ele soubesse desenhar cavalos? Será que Onde Vivem Os Monstros seria o sucesso que foi?

(Clique nas imagens para elas ficarem maiores e, assim, ler as informações e curiosidades).









Conhece mais algum inspiração de algum autor: Não deixe de comentar! :D



Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

20 de setembro de 2012

Sabonetes baseados em Clássicos da Literatura!

E quando você pensa que já viu de tudo... sempre aparece uma novidade! É a lei da vida.
Imagine um dia, você acorda e fale: "hoje estou inspirado, vou tomar um banho com Shakespeare"; ou então, numa conversa casual: "Hoje estou com um 'Q' de Jane Austen". Parece meio estranho, mas já é possível.


O interessante feito foi realizado pelo austríaco Wolfgang Laderhass, ex-professor de filosofia. Ele deixou a docência para partir para outros ares [literalmente]. Sua grande inspiração partiu de clássicos do país vizinho: a Alemanha. Wolfgang baseou-se em livros icônicos do país para dar odor aos seus sabonetes. 

Ele diz:

“A indústria cosmética muitas vezes é superficial. Eu queria me aprofundar e entregar mais aos consumidores. [...] Literatura não é só sobre leitura, é sobre estética. Eu queria fazer algo tangível dela, para as pessoas conseguirem respirá-la”, contou Lederhaas.”

O sabonete, logicamente, não é tão acessível. A caixa com seis, custa aproximadamente US$ 100 e tem sido vendido em livrarias e farmácias. Não há ninguém de muitíssimo notável, que conheçamos facilmente entre os homenageados, mas, entre os prováveis mais populares estão: , ”Undine”, de Friedrich de la Motte Fouque, “Heinrich von Ofterdingen”, de Novalis e “Hyperion”, de Friedrich Hoelderlin.


Já que os clássicos brasileiros viraram games, imagina se virassem sabotes? Dom Casmurro teria qual cheiro? Iracema, sem dúvida, teria um cheiro adocicado como mel... só prefiro não imaginar o cheiro de O Cortiço...


Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.