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26 de março de 2013

Resenha: O Noivo da Minha Melhor Amiga, Emily Giffin

O Noivo da Minha Melhor Amiga
Autora: Emily Giffin
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 352
Ano: 2005

Classificação: ★★★★★

Sinopse: "O noivo da minha melhor amiga, conta a história de Rachel, uma jovem advogada de Manhattan. A moça sempre foi reconhecida por si mesma e seus amigos mais próximos como a certinha e a boa moça, mas tudo isso muda subitamente em seu aniversário de 30 anos, durante a festa oferecida por sua melhor amiga, Darcy.
Meio deprimida por chegar aos 30 sem o marido e os filhos que imaginava ter a essas alturas da vida, Rachel bebe demais e termina a noite na cama com Dex, seu grande amigo de faculdade e noivo de Darcy. E agora, após uma noite com o noivo da melhor amiga, Rachel acorda determinada a esquecer para sempre o fatídico encontro, mas acaba descobrindo que sempre amou Dex.
E, apesar da amizade a Darcy, começa a perceber que ela não é exatamente o que se espera de uma melhor amiga."

Sabe aquele tipo de livro que você não sabe ainda qual é o seu sentimento por ele? Pois então.
O Noivo da Minha Melhor Amiga é um livro narrado em primeira pessoa: a visão de mundo de Rachel, a protagonista e melhor amiga de Darcy. Aliás, o livro é narrado pela Rachel, mas praticamente gira em torno de Darcy.  Mas, vamos em partes.

O livro começa contando a noite de 30º aniversário de Rachel, e como ela é bem sucedida na sua vida profissional mas não tem sorte alguma no amor. Ok, quem acaba roubando a cena no aniversário de Rachel,  claro, é Darcy, coisa que ela sempre fez em sua vida. Além de ficar bêbada e dançar que nem uma louca, Darcy faz um discurso para anunciar o noivado com Dex, um amigo de longa data de Rachel.
Nessa mais aquela, Darcy vai embora super bêbada, acaba esquecendo s sua bolsa no bar, então Rachel e Dex acabam voltando ao lugar, sozinhos, para procurar a bolsa. Conversa vai e vem, eles acabam indo ao outro bar, mais algumas bebidas abaixo, um táxi dividido e um beijo é selado. E de um beijo para amassos na casa de Rachel, e de amassos a uma noitada. Rachel foi pra cama com o noivo de sua melhor amiga. Ai. Meu. Deus.
A partir daí, que a história começa a (des)enrolar definitivamente. O que Rachel não fazia ideia era de como seria tudo mais complicado: um sentimento antigo envolvido, uma amizade antiga envolvida, um novo amor, encontros, fossa e afins. Será que Rachel vai deixar de ser aquele menininha boazinha e encarar a sua melhor amiga? Será que agora, sendo uma mulher madura, ela vai conseguir deixar seus desejos e vontades à frente das vontades de outras pessoas?

Esse livro, além de ser um típico chick-lit clichê, também fala de superação. Por que? Rachel é uma mulher madura, mas muitas vezes, ainda age como se tivesse 20 anos de idade, com medo de errar e de se apaixonar por causa de um coração partido. E não só isso, mas ela abaixa a cabeça pra muitas situações, as quais mostram claramente que Darcy passa a perna, pisoteia e samba na cara de Rachel e ela simplesmente... concorda, abaixa a cabeça e diz que sim. A superação vai mostrar a personagem dando a volta por cima, e fazendo com que seu desejo (além de ser uma mulher determinada) passe por cima dos de outras pessoas.
Eu queria MUITO ler esse livro, antes de pegar pra ler Presentes da Vida. Já ouvi gente falando que não são continuação, mas que tem um pouco a ver um com o outro, então, dei preferência. Nunca havia lido nada da Emily Giffin, e posso dizer que me surpreendi bastante porque não esperava algo tão bom. Na verdade, eu até estava com um pézinho atrás. Mas bem, acho que esse livro superou minhas expectativas, e apesar de ficar em vários momentos a história ficar um pouco repetitiva e cansativa, o livro em si é gostoso e bem leve. Super recomendado. =)

Assisti o filme logo depois, e posso dizer que ele manteve bem a essência do livro. Claro, houve umas alterações aqui e outra acolá, mas nada que mudasse totalmente a história (como é o caso de vários filmes). Recomendado também! :)

9 de março de 2013

Caixa de correios #38

Boa tarde, pessoal!

Essa semana vou mostrar mais umas comprinhas que fiz. Aliás, está faltando um livro dessa compra, porque tive um sério problema com o Submarino, vou falar disso mais pra frente.
Bora lá?


Comprei mais alguns volumes da série Princesa, da Meg Cabot numa promoção no Submarino... a velha conhecida "3 livros por 30 reais". Ok, vocês devem estar se perguntando CADÊ o terceiro livro. Pois bem, está está...


... assim. Era o novo volume da série, o Princesa Mia. Pois é, veio cheio de traça/cupim e todo detonado. Nem acreditei na hora que abrir. Fiquei muito decepcionada, porque não esperava receber um livro nesse estado. Já recebi vários amassados, alguns meio sujos, mas receber um livro comido e com bichinhos de presente, foi a primeira vez. Pra terem uma noção, frequento um sebo e nunca encontrei nada assim lá (e olha que têm livros velhos pra caramba!). Fiz uma reclamação no Reclame Aqui, e em menos de 3 minutos depois que postei ela, o Submarino me ligou e garantiu a troca. Isso foi na segunda-feira (04/03). Ainda estou no aguardo do livro. Para quem quiser ver a reclamação, é só clicar aqui.


E por fim, comprei da Ana Paula, através do Sanca Book (um grupo no Facebook de venda e troca de livros daqui de São Carlos) o livro O Noivo da Minha Melhor Amiga, da Emily Giffin. Eu queria esse livro fazia MUITO tempo, e como tenho Presentes da Vida e falaram que é uma "certa continuação", gostaria muito de ler O Noivo da Minha Melhor Amiga antes. hihihi :3


***
O que li:
Série A Mediadora - Meg Cabot (resenha terça-feira!)

O que vou ler:
Sangue Quente - Isaac Marion
***

Bom, pessoas, foi isso. Ainda estou chateada pelo livro do Submarino e pela bela sorte que tenho. hahaha
Enfim, espero que gostem e claro, não deixem de comentar!
Um super beijo pra vocês! :*


29 de novembro de 2012

Novo livro de J.K Rowling, “Morte Súbita” chega ao Brasil na próxima semana


Livro mais bem vendido no Reino Unido em 2012 e que dividiu a opinião da crítica especializada, “Morte Súbita”, novo romance da autora da saga Harry Potter, J.K. Rowling, chega ao Brasil na próxima semana, com tradução em português.


Editado pela Nova Fronteira e com cerca de 500 páginas, o livro é situado em Pagford, uma cidade aparentemente idílica no sudoeste da Inglaterra e começa com a morte de um vereador local. Essa morte faz com que uma parte dos moradores comece a planejar um esquema para encontrar um substituto que simpatize com a sua causa: libertar a classe média da convivência com um sórdido conjunto habitacional.

O livro aborda questões como a dependência de heroína, prostituição, família monoparental, desejos adolescentes e a religião Sikh, que a autora precisou estudar para escrever. O primeiro capítulo é introduzido por Charles Arnold-Baker, responsável pela Administração dos Conselhos Locais explicando a morte do político. A partir daí, a história da família de três adolescentes começa a ser introduzida.

Rowling explicou em evento para os fãs em Nova York que sua principal preocupação é que as pessoas entendam a moral da trama. “Quero que quando as pessoas comprem este livro, elas entendam porque antes da cena final, estes personagens tomam as decisões que tomam”, conta com suspense.

A autora diz que “continuará matando pessoas” no romance. “Tenho um tipo de obsessão com a morte. Este livro mostra a mortalidade de diferentes pontos de vista. Mas não quero fazer ninguém chorar com ele”, comenta.

“Minha mãe morreu muito jovem, foi uma experiência muito intensa. Minha família era de aristocratas ingleses e velhos, morria gente o tempo inteiro, foi algo que vivi com muita frequência. Este livro fala sobre o externo e o interno. No fim, não é a família o mais importante, mas a mistura da sua religiosidade e moralidade”, conclui a autora.

Romance adulto da autora de “Harry Potter” divide opiniões dos críticos
“‘The Casual Vacancy’ não é uma obra prima, mas não é de todo ruim: inteligente, esforçado, e muitas vezes engraçado”, disse Theo Tait, no britânico Guardian. “O pior que se poderia dizer a respeito, realmente, é que ele não merece o frenesi midiático que o cerca. E quem hoje em dia acha que mérito e publicidade têm algo a ver um com o outro?”

Publicidade, aliás, é o que não faltou no primeiro trabalho de Rowling após os sete volumes da série “Harry Potter”, que venderam 450 milhões de exemplares no mundo todo. Em Londres, muitas livrarias abriram antes do normal para atender à demanda, e nos EUA o livro saiu com uma tiragem inicial estimada em 2 milhões de exemplares.

Andrew Losowsky, do Huffington Post, disse que o romance merecia ser publicado, mas talvez não esteja à altura da expectativa que gerou. “Será que esse livro seria publicado se não fosse pelo nome na capa? Quase certamente (sim). Será que alguém prestaria muita atenção a ele e à sua mensagem? Provavelmente não.”

Mas ele também disse que Rowling, de 47 anos, deveria insistir na ficção adulta, embora a autora já tenha dito que seu próximo trabalho provavelmente será infantil.

“Embora algumas sequências pareçam estar a algumas versões de ficarem prontas, outras são escritas com uma fluência e uma beleza que sugerem que poderia haver mais e melhores obras vindo da sua pena.”

Boyd Tonkin, do Independent, opinou que Rowling se sai melhor na descrição dos personagens mais jovens, ao passo que seus pais às vezes parecem caricaturais. “Toda a turbulência social e hormonal que os últimos volumes de ?Potter’ precisavam cobrir com eufemismos de fantasia aparecem plenamente à vista aqui.”

O conservador Daily Telegraph criticou o tratamento dado à classe média no livro. “Enquanto Rowling dá o devido respeito aos personagens mais pobres e maltratados, subindo na escala social ela fica ocupada entalhando (personagens) grotescos”, escreveu Allison Pearson, que deu três estrelas ao livro.

Rowling é considerada a primeira escritora (ou escritor) a fica bilionária com a venda de livros e direitos para o cinema, mas ela começou a carreira literária, na década de 1990, num momento de dificuldades financeiras, como mãe solteira e desempregada, dependente de benefícios sociais. Ela é uma tradicional apoiadora do Partido Trabalhista.

Mas talvez a crítica que mais desagrade à autora tenha sido a de Monica Hesse, no The Washington Post. “Ao longo de ‘The Casual Vacancy’, eu não conseguia deixar de ter um pensamento dominante, que a devotada fã que existe em mim odeia partilhar, já que tenho certeza de que é o que Rowling mais detesta escutar: esse livro seria um pouco melhor se todo mundo tivesse uma varinha de condão.”.

Fonte: UOL