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18 de junho de 2013

Resenha: O Diário de Bridget Jones, Helen Fielding

Classificação: ★★★★★
Esse livro não é novo e nem meu exemplar é, comprei no sebo daqui da minha cidade. O livro ficou durante quase um ano na minha estante sem ser lido e, como eu estava querendo ler um chick-lit, ele foi o escolhido da vez.

Posso dizer que O Diário de Bridget Jones não foi nada surpreendente, segue aquele estilo de chick-lit. Uma mulher que tem problemas na vida amorosa e não consegue arranjar um namorado decente, que está preocupada com a idade e está infeliz com seu emprego. A mulher, no caso, Bridget, é engraçada, preocupada com seu peso (ela controla as calorias e se pesa diariamente) e com a quantidade de bebida alcoólica que ingere e adora sexo. Também é apaixonada por Daniel, o seu chefe e, com isso, faz de tudo para chamar a atenção dele, mesmo odiando seu emprego e chegando quase todos os dias atrasada. Mas, como todos bem sabem, a protagonista de um livro chick-lit sempre tem uma mãe que faz um papel super importante e cômico, o que não é diferente com Bridget. Sua mãe faz o papel essencial para a trama toda: é uma mulher de meia idade, cansada da vida de casada, buscando novos horizontes (ou melhor, novos parceiros para ter relações sexuais). Sua mãe é desinibida, cara de pau e consegue tudo o que quer... literalmente, já que com sua lábia ela até arranja um bico num canal de TV!


Mas, além de tudo isso, a família de Bridget sempre a critica por estar solteirona e na casa dos trinta e poucos (o livro não cita a exata idade dela) e claro, sempre tem aquela tia casamenteira que quer empurrá-la para um conhecido: Mark Darcy, um advogado cheio da grana, que Bridget nem sequer sonha em ficar no mesmo cômodo que ele. Mas, talvez, ele não seja tão ruim assim, né? E, talvez, Daniel não seja lá aquelas maravilhas em que ele demonstra ser no trabalho e o que ela idealizou...
Bridget na casa dos trinta, vai abrir seu diário para nós, durante um ano inteirinho, e nos mostrar que idade não quer dizer nada sobre aprender com os erros, já que a vida pode nos surpreender, e nem a mais experiente das mulheres vai escapar de cometer alguns deslizes...

Como eu falei, o livro segue naquela linha natural e tênue de todo bom e velho chik-lit. Um livro leve, engraçado, de leitura rápida. Eu sempre me identifico com eles, dependendo das situações que são tratadas. No caso, toda mulher já sofreu por um amor e já pensou que fosse o fim, mas claro, não é. Gosto da maneira que esses livros nos envolvem com a história, com o cotidiano da personagem e o nosso cotidiano. Simplesmente demais. ♡
E uma coisa é certa: agora preciso ver o filme que foi baseado no livro! :D

12 de fevereiro de 2013

Resenha: Quando em Roma, Gemma Townley


Quando em Roma...
Autora: Gemma Townley
Editora: Record
Páginas: 332
Ano: 2004


"Encontrar o ex-namorado é uma das ocasiões mais delicadas na vida de uma mulher. Ainda mais se o bofe estiver mais deslumbrante que o Brad Pitt em noite de Oscar e pilotando um BMW último tipo. Depois de fantasiar centenas de vezes a situação, com um desfecho sempre favorável para si mesma, Georgie Beauchamp não podia imaginar que a data fatídica coincidiria com um dia daqueles: cabelo errado, roupa velha e um trilho de cortina embaixo do braço. Nada adequado para esfregar a própria felicidade na cara do ex, um bon vivant que a largou por outra. Mais magra, alta e milionária.".

Pra quem não lembra, Gemma Townley é autora do livro Mentirinhas Inocentes, o que já fiz resenha aqui no blog. Ela, também, é irmã da Sophie Kinsella. Podemos dizer que Gemma vai continuar seguindo o mesmo padrão de seu outro livro: o bem-humorados chick-lit.

Em Quando em Roma..., para dar uma resumida na história, vai nos mostrar a sonhadora Georgie e seu maior desejo: passar um dia romântico em Roma, como Audrey Hepburn, no filme A Princesa e o Plebeu. Basicamente a história gira em torno disso, mas claro, há um pouco de mistério e dilemas amorosos.
O fato é que seu ex, Mike, voltou a atormentá-la depois de dois anos de tê-la abandonado. Ela, treinou seu discurso na frente do espelho durante todo esse tempo, fantasiando o dia que o encontraria na rua - e estaria fabulosa - esfregaria na cara dele que estava em conjunção com a felicidade, e ainda,  falaria poucas e boas para aquele cachorro. Mas, as coisas nunca saem do jeito que planejamos, né? Georgie fica completamente sem reação, e começa a fantasiar sobre a volta de Mike e seu interesse por ela, acreditando que ele quer reatar o antigo relacionamento. Nesse período, Georgie esquece de David (seu namorado contador e que é completamente louco por ela) e esquece, até, dos sentimentos que ela tem por ele.
Mas, e se a volta do Mike não fosse pela Gerogie? Se fosse uma coisa mais afundo, uma coisa mais séria que ela, por causa das suas fantasias, não conseguiram enxergar?

Quando em Roma... é aquele livro que demonstra o sonho de uma pessoa, o desejo e, por fim, o amadurecimento. A história flui bem, mas achei meio batida quando Georgie começa a repetir algumas vezes o mesmo assunto. Ainda ando preferindo Mentirinhas Inocentes da autora, que na minha opinião, foi melhor desenvolvido que esse livro; a história te prende melhor. 
Mas, nesse, acredito que a autora acabou achando um estilo próprio de escrita, e a fez ter uma "personalidade" própria. Isso é muito bom, pois ela deixou sua marca registrada no livro. 
Em geral, gostei do livro, ainda faz parte do meu gênero preferido. É ótimo para quem está procurando uma leitura leve no momento; para alguém que quer relaxar e curtir algo bom e divertido.

PS: Existe um filme com esse nome! Mas segundo informações que recebi, o filme não foi baseado no livro.

Classificação: ★★★★

8 de janeiro de 2013

Resenha: Fiquei Com Seu Número, Sophie Kinsella

Fiquei Com Seu Número
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
Páginas: 462
Ano: 2012
ISBN: 9788501098634

"A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir." 

Poppy estava há mais de uma hora procurando seu anel de noivado. O caso é que ele sumiu quando ela estava numa reuniãozinha com suas amigas, num salão de hotel, bebericando champagne e comendo cupcakes. Do nada, começou a tocar o alarme de incêndio e aquele salão virou um inferno: um corre-corre e nessa confusão, Poppy não sabia com quem havia deixado seu anel de noivado (já que todas suas amigas presentes tiveram que experimentar aquela joia magnífica composta de ouro e esmeralda). Magnus, seu noivo, iria ficar furioso. Por falar neles, Magnus e ela se conheceram na clínica de fisioterapia que ela trabalha. Depois de um mês juntos, ele a pediu em noivado com o anel que pertence a sua família há anos (ele até foi ao banco retirá-lo somente para Poppy).

E naquela confusão, depois de passar o seu número de celular para todas as pessoas do hotel, Poppy resolve sair na rua para fazer uma ligação... e acaba tendo seu celular roubado. Além de seu anel estar perdido, roubaram seu celular velho, o qual todo mundo do hotel tinha o número para a avisarem caso o anel apareça. O desespero se instala em Poppy. E nesse desespero, e de volta ao hotel, ela não consegue pensar direto. Até que... não pode ser! Um celular de última geração, ali, na lata de lixo daquele hotel. Pronto, agora as pessoas do hotel poderiam avisá-la caso o anel aparecesse.

Quem não gostou nenhum pouco dessa ideia de "roubo" ("já que estava na lixeira, não é de ninguém, então, achado não é roubado", segundo Poppy) foi Sam, o proprietário do celular. Ela precisava daquele número, então eles entram em um acordo de que ela irá repassar todas as mensagens que chegarem para ele. Nisso, eles começam a se corresponderem por mensagens. Sam é frio como uma pedra de gelo. Poppy sempre amável. Mas um mistério ronda aquele celular e a empresa que Sam trabalha. E Poppy vai descobrir que seu casamento e seu futuro marido maravilhoso e professor de uma faculdade, não é tão maravilhoso assim... Segredos podem ser revelado e mistérios desvendados através de uma simples mensagem.

Sophie Kinsella ♥. Esse livro é tudo de bom, gente! Ganhei de natal do Tico e conseguir ler ele em 3 dias de tão envolvente que a história é. Sophie, como sempre, mantém o bom humor em seus livros e surpreende com a criatividade sempre em alta. Comecei o ano muito bem lendo ele, além dos momentos hilários de Poppy, você vai se apaixonar com Sam num piscar de olhos! 5 estrelinhas e, claro, super recomendado! ;)

Classificação: ★★★★★

22 de setembro de 2012

Caixa de correios #25

Boa tarde, pessoal! :D

E nessa semana, venho mostrar as comprinhas realizadas mais o que chegou de parceria com a Novo Conceito!
Vamos lá!

Compras
E esses tempos rolou uma super promoção 'queima de estoque' no Walmart e, claro, tive que aproveitar, né?


- Comprei um kit da Sophie Kinsella que veio com uma ecobag GIGANTE, os livros Menina de Vinte e Mini Becky Bloom.


- E como todos sabem, sou fã de Marian Keyes *-* Aproveitei os preços dos livros que estavam super baixos e comprei Férias!, Los Angeles, e Um Bestseller pra Chamar de Meu! Cada um saiu por 9,90 (minha vontade era de comprar todos os que me faltam, isso sim!).

Parceria
- Novo Conceito


 - Chegaram dois kits de Ladrão de Almas, da autora Alma Katsu,  com marcador e um cactinho. E mais dois kits de Um Ano Inesqucível, do autor Ronald Anthony, com marcador e um colar daqueles de colcar fotos.
Devo constar que essa minha caixa foi extraviada. Moro em São Carlos, do lado de Ribeirão Preto, interior de São Paulo (onde se encontra a sede da editora) e a caixa foi parar no RIO DE JANEIRO. Aí, quando elas retornaram ao destino final (ou seja, minha casa) os kits de Ladrão de Almas estavam TOTALMENTE detonados. Pois é, os cactos contém terra e nem preciso falar que os livros vieram todos sujos, né? Consegui deixar um dos kits "melhorzinho" que será sorteado aqui no blog para vocês, e o mais detonado fiquei comigo. Fiquei realmente triste com essa situação. =(

***

O que li:
Linhas - Sophia Bennett (resenha terça-feira!)

O que estou lendo:
Menina de Vinte - Sophie Kinsella

Última resenha:

***

Bom, essas foram as novidades aqui no blog. 
Espero que tenham gostado e não deixem de participar das promoções de PS: Eu te amo e Cinquenta Tons de Cinza.
Beijos e até mais!


Sobre a Autora:
Priscila Guerra
Priscila. 20 anos. Mora em São Carlos - SP. Estudante de Linguística na UFScar. Fã de Green Day e McFly. Chata, impulsiva, neurótica, alegre, boba, feliz, criativa, desligada, teimosa, ciumenta. Blogueira, aspirante à escritora. Devoradora de livros. Colecionadora de CDs, All Star, lapiseiras.

21 de agosto de 2012

Resenha: Mentirinhas Inocentes - Gemma Townley


Mentirinhas Inocentes
Autora: Gemma Townley
Editora: Record
Páginas: 368
Ano: 2003



Não faz muito tempo, Natalie Raglan chegou a Londres. Deixou para trás sua vida no interior para morar no transado bairro de Notting Hill. Só que Cressida Langton, a antiga inquilina do apartamento onde Natalie mora, continua a receber telefonemas e correspondências no mesmo endereço ? convites para festas descoladas, jantar com bonitões. Com pequenas mentirinhas, Natalie passa a se fingir de Cressida.


Natalie Raglan é a típica garota do interior que sonha em ter uma vida glamourosa em Londres. Nascida em Bath, um pequeno vilarejo, onde ela namorava Pete e tinha até um ótimo trabalho num agência de publicidade, resolve abandonar tudo e tentar a sorte depois que soube da traição de seu namorado de anos...
Esse é o estopim do livro,  que na verdade, começa com a  protagonista numa noite de sábado, sozinha num apartamento onde não parava de receber ligações e cartas da sua antiga dona, Cressida, e com seu vizinho dando uma festa daquelas; Natalie começa a questionar se não foi uma enorme besteira ter se mudado para Londres. Irritada por estar sozinha e em casa num sábado a noite, ela começa a ter a tentação de abrir as cartas de Cressida... mas ela sabe que é ilegal, não é? Mas poxa, Cressida não vai voltar, pelo que parece, e ninguém vai saber...
E, enquanto ela fica nesse "pode... não pode", ela começa a abrir uma por uma, apenas reservando uma carta com um envelope super lindo cor-de-creme, para uma outra oportunidade.
Ao começar abrir essas cartas, Natalie vai começar a contar um monte de mentirinhas inofensivas, e começar a se passar por Cressida, especialmente depois de sair com seus amigos novos de Londres e voltar meio bêbada, abrir o envelope lindo e ligar para um número de um tal de Simon, deixando um recado na sua secretaria eletrônica marcando um encontro.
Ela esperava não se envolver demais com Simon, mas não é bem isso que acontece. A cada dia que passa ela se sente ainda mais atraída por ele, tendo que se passar por Cressida ainda (o que vai virando uma bola de neve enorme). Mas ela não quer mais que ele a chame por esse nome, quer que ele a ame como Natalie.
Numa série de mentirinhas e confusões, Natalie se vê perdida e talvez, dentro de situações que se contar a verdade, pode acarretar numa série de desastres, os quais ela quer evitar, já que mudou de cidade para que tudo desse certo em sua vida, mesmo trabalhando pra "vaca" da Laura como vendedora numa loja de roupas de grife, mesmo se passando por outra pessoa, mentindo e brigando com sua melhor amiga. Mas às vezes, uma mentirinha não é tão inocente assim...

Ah, os chick-lits. Como eu adoro! Mentirinhas Inocentes foi um livro que achei perdido no sebo, não sabia nada sobre ele, mas por ter uma capa super fofa e depois de ler a sinopse, me interessei. Um mistura de estilos, é a definição da escrita de Gemma Townley: em muitas partes lembrei da Meg Cabot, e em outras, da Marian Keyes. Leitura leve, fácil e rápida. Nem preciso falar mais nada a respeito, simplesmente adorei demais, e em breve lerei um outro livro da autora que achei na Bienal! Pra quem curte chick-lits, esse vale MUITO a pena! ;)