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16 de agosto de 2013

Games em bibliotecas podem incentivar a leitura, diz pesquisa

Nos Estados Unidos, já existem bibliotecas que oferecem não apenas livros e filmes, mas também jogos e consoles de última geração, conectados a televisores para serem utilizados no local. Uma pesquisa realizada pela organização de mídia NPR chegou à conclusão que esse tipo de oferta não só aumenta o tempo de permanência das pessoas, mas também a quantidade de livros emprestados por elas.


De acordo com Sandy Farmer, uma das diretoras da Biblioteca Pública de Houston, a circulação de publicações aumentou de 15% a 20% desde que a instituição adquiriu consoles portáteis e de mesa, além de algumas dezenas de games, para experimentação no local. O crescimento ocorreu, principalmente, entre as crianças e adolescentes, que passaram a emprestar mais quadrinhos e livros infantis.

Já a Biblioteca Pública de Nova York criou um programa chamado NYPLarcade, que não apenas incentiva o consumo de games como também a discussão sobre os títulos. Os papos vão além de estratégias para jogar melhor e chegam até mesmo ao caráter de desenvolvimento deles, além dos temas que abordam e de que forma os títulos são capazes de ensinar lições. Aqui, também, crianças e adolescentes constituem boa parte do público.

Keri Adams, bibliotecária da BiBlioteca Pública de Nova Jersey Johnson, afirma que a criação de um espaço sadio e controlado para os pequenos terá grande influência na formação deles. Aqui, porém, vale uma regra: nenhum jogo com censura acima de 17 anos está permitido.

1 de março de 2013

A fantástica fábrica dos Indie games

Esses dias, perguntei no meu twitter pessoal, quantos posts por dia vocês, leitores, achariam legal do blog ter. Aí, além da quantidade (manter apenas um post diário), o Felipe deu uma sugestão de ter mais posts sobre games.


Então, hoje vou falar dos Indie Games. Desde que os jogos online foram introduzidos no mercado, um pequeno grupo de pessoas e sem apoio de nenhuma publisher de games famosas - como a Capcom, Konami e tec. -, criam jogos focados em inovação e atingindo o auge da sua criatividade sem restrição alguma, sendo o único limite a imaginação de seu criador. Esses são os famosos "Indie Games".

A palavra "Indie" quer dizer independente, onde o próprio criador do jogo é dono de sua obra. Alguns conseguem alguma ajudinha com o Kick Starter, site onde qualquer um pode ajudar o criador do jogo, fazendo doações de qualquer valor, e se o jogo não der certo, ele recebe seu dinheiro de volta. Agora, se der certo e o jogo for produzido, o doador ganha pacotes de benefícios ou o próprio jogo que ajudou a construir. Esses tais Indie Games são, geralmente, jogos de muita qualidade e baixo preço, podendo ser encontrado na App Store, PSN, Xbox Live e também em alguns sites como humble-bundle e steam.

Enquanto jogos "Hack and Slash” (esmaga botão) como God of War e poderosas franquias como Resident Evil falham em inovação, o mercado Indie ganha cada vez mais espaço nos games e PCs do público, como os engenhosos Braid e Minecraft, o sombrio Limbo, o nostálgico e inovador Superbrothers: Sword & Sworcery EP, o pós apocalíptico Dead Light, o divertido Angry Birds e o indicado ao Grammy de melhor trilha sonora no ano passado, Journey.

O mercado em relação aos Indie Games só tendem a aumentar com suas obras primas, assustando as grandes corporações que só tendem em se preocupar em fazer mais do mesmo. Podemos dizer, então, que é o fim de uma geração de consoles?


Journey

Limbo

Braid


Adaptado de Hypeness.