Fala, galera! Aqui é o Tico. Ééé...desse bloguezinho aqui e namorado da Pri <3
Acho que ela perdeu o juizo e me convidou pra publicar resenhas por aqui...
ATENÇÃO!! Essa resenha contém spoiler, humor ateu e toalhas. Mas não entre em pânico.
Guia do Mochileiro das Galáxias
Autor: Douglas Adams
Editora: Sextante
Páginas: 156
Sinopse: Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse. Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.
Ah! O Guia do Mochileiro das Galáxias! Essa é a primeira resenha que faço e a Pri já me dá logo essa responsabilidade...
Estou aqui há um tempão olhando pra capa do livro e a mensagem que ela traz. Que é também a mensagem estampada no próprio Guia.
Mr. Adams, me perdoe por qualquer falha e por favor, não me faça ouvir um poema vogon.
O Guia do Mochileiro das Galáxias é o primeiro da trilogia de cinco livros que na verdade são seis (sim, é isso mesmo). A história foi criada originalmente como um programa de rádio britânico e é, hoje, um best-seller e ícone literário no mundo geek.
Toda a saga do Guia gira em torno de Arthur Dent, um carinha inglês muito desprovido de boa sorte (ou não).
Coloque-se no lugar de Arthur: uma bela manhã você acorda, abre a janela, vê seu lindo quintal e um trator. Escova os dentes, pega um chá, leite, torradas, outro trator no quintal.
Trator... trator... quintal... trator...
De repente você descobre que sua casa será demolida e um desvio será construído no lugar simplesmente porque você não reclamou à respeito na Secretaria de Obras, que é onde o projeto todo estava disponível ao público... no porão.... sem luz.
Olhando por esse lado, há de se concordar que Arthur não tem mesmo sorte. Mas... vejamos o que segue:
Sua casa será demolida, isso é fato, nada pode ser feito já que o prazo de 9 meses para reclamar no porão da Secretaria de Obras esgotou.
Como se isso já não fosse ruim o suficiente você descobre que seu melhor amigo é, na verdade, um extraterrestre (o cara se chama Ford Prefect, você esperava o que? Um asiático?) e que, veja só, vão demolir a Terra para (sim, a Terra, o planeta, sabe?) construir uma... via expressa hiperespacial... vulgo desvio.
Os humanos poderiam ter reclamado sobre essa destruição do nosso planeta querido. Mas quem é que iria até Alfa Centauro, a 4 anos-luz da Terra apenas para se certificar se alguém queria reduzir a Terra a nada, não é mesmo? Agora é tarde, os Vogons já chegaram e vão..
BUM... a Terra se foi...
Por sorte, Ford é um ET! Arthur está agora em uma nave espacial, de carona, são e salvo graças a ele!
Ah! A nave é dos Vogons que destruíram nosso planetinha... é, fodeu.
À partir daí a vida de Arthur é só alegria e diversão piora e ele se fode muito, tem que ficar fugindo de todo tipo de criatura, encontra um amor antigo que sumiu e agora namora um cara estranho de duas cabeças que pensa como se não tivesse nenhuma, conhece Marvin a vida é prá valer, eu fiz o meu melhor, e o seu destino eu sei de cor, um robô muito avançado com a cabeça enorme que vive reclamando da vida, sempre deprimido, como esse amigo seu que você lembrou agora.
Como a vida não tá “fácio” pra ninguém, Arthur descobre que nossa querida Terra nada mais era do que o computador mais avançado do universo criado sob encomenda da raça mais evoluída. Essa:
Sim, ratos.
Certo dia os ratinhos estavam se perguntando qual seria a resposta de tudo...da vida, do universo e tudo mais. Criaram, então, um super-computador que fosse capaz de responder a essa pergunta.
Depois de muitos anos de processamento, finalmente obtiveram a resposta.
ATENÇÃO: A informação a seguir pode mudar completamente sua forma de pensar, ver a vida, suas crenças e perceber que deus é, possivelmente, um pseudo-nerd muito gigante jogando The Sims.
E a resposta da vida, do universo e tudo mais é..........42
Oi?
42.
Da fuck?
QUARENTA E DOIS.
Sim....42 é a resposta de tudo.
Mas....é a resposta pra qual pergunta exatamente?
Conforme disse o todo-poderoso-computador, a tal pergunta só poderia ser descoberta por um “fodamente-mais-ainda-muito-mais-todo-poderoso-computador”.
E lá foram os ratos encomendar o tal fodamente-mais-ainda-muito-mais-todo-poderoso-computador.
Estava tudo pronto para ser revelada a tal pergunta cuja resposta é 42, mas infelizmente ninguém foi até Alfa Centauro, a 4 anos-luz da Terra apenas para se certificar se alguém queria reduzir a Terra e o fodamente-mais-ainda-muito-mais-todo-poderoso-computador foi destruído.
Caso você não tenha entendido, a Terra era o tal fodamente-mais-ainda-muito-mais-todo-poderoso-computador.
Sim, os humanos eram como processadores, mas não se empolgue... esse computador do milhão que você usa aí pensa muito mais rápido que você.
CHEGA, se quiser saber mais, leia o Guia, mas cuidado... depois de começar, você vai ficar assim:
Espero que tenham gostado…ou ao menos entendido... ou... que ninguém tenha cometido suicídio.
Até a próxima.